Na última quinta-feira, aconteceu em BH a Heritàge Lacoste, no Museu de Arte da Pampulha. Já maravilhoso como um todo, o espaço ficou especialmente lindo com a decoração do projeto e a exposição dos artistas, que arrasaram nos trabalhos realizados no Rio na casa-atelier. Além da atmosfera artsy, a festa estava toda incrível! A gente só tem a agradecer a presença de todo mundo e à Lacoste, Mari e todo o pessoal da Evolução Francesa =)
Já viram a cobertura do blog da Evolução? Segue abaixo o texto, com fotos por Leonardo Pedone (todas no nosso flickr ou aqui em cima na sessão fotos). E para conferir o trabalho de cada artista, vale demais baixar o pdf no blog do projeto.
Aos poucos, o tradicional Museu da Pampulha foi sendo tomado por insiders de todos os tipos até que as formas desenhadas por Niemeyer começassem a se fazer menos retas e mais coloridas. “O lugar já tinha uma alma clássica que compôs com a contemporaneidade da expo-party Héritage”, explica o curador brasileiro da exposição, Daniel Ueda. E esse jogo entre o clássico e o moderno não poderia ter mais a ver com a LACOSTE.
Logo na entrada, os convidados eram recepcionados pela hostess Tatiana Gontijo, já habitué na noite mineira. A animação seguiu madrugada a dentro, embalada com drinks diversos e com a animação do set do evolucionista Badenov – que subverteu os padrões da noite mineira e agitou pessoas dos mais diversos estilos. Suspensa sobre a pista e no meio de toda essa energia positiva, os convidados puderam contemplar a obra do artista local Rodrigo Borges.
Quem viu de perto as obras, resultado do mashup entre artistas brasileiros e franceses em um atelier no Rio de Janeiro, absorveu de um jeito artsy e alto astral toda a herança deixada por René Lacoste e sua marca. Vale lembrar que a expo segue o conceito de ephemeral exhibition e ficou apenas uma noite em cartaz em BH. O próximo destino de Héritage é Curitiba, que vai receber a exposição no final de setembro no Museu Oscar Niemeyer.
Merci à tous!












