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“Uma oficina de produção gráfica colaborativa no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional da Lagoa do Nado. Nosso olhar parte do parque da Lagoa do Nado em direção a seu entorno, a cidade, a vizinhança e as áreas verdes remanescentes. Como resgatar e tornar visíveis memórias importantes para o bairro e para a cidade? Como imaginar novas relações? Como construir uma nova perspectiva de futuro?

Tentaremos materializar nossas questões e investigações em cartazes, zines, e outros produtos gráficos impressos em Risografia”.

DATAS:
10/5 terça feira, das 19 as 22h.
12/5 quinta feira, das 19 as 22h.
14/5 sábado, das 8 as 12h, das 14h as 17h.

A oficina Vias Gráficas é parte do Projeto Reboque, uma iniciativa do J A C A – Centro de Arte Jardim Canadá/Jardim Canadá Art Center, viabilizada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, em parceria com o Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado

 

As inscrições para a oficina “Vias Gráficas” podem ser feitas no link abaixo:

PARA SE INSCREVER:
http://goo.gl/forms/o6Qrs5FfLJ

Mais informações sobre a oficina:
https://www.facebook.com/viasgraficas/info/?tab=page_info

 


Rede Sola de Dança, projeto que surgiu aqui em Belo Horizonte, lançou um projeto de financiamento coletivo para realizar sua primeira iniciativa – a Mostra Sola de Dança.
Eles se uniram com o objetivo de movimentar o mercado para danças de solo, de todas as modalidades. O núcleo gestor é formado pelos bailarinos: Priscila Patta; Italo Augusto; Lucas Medeiros; Duna Dias; Nicolle Vieira. A rede em si, atualmente, já possui mais de 25 pessoas colaboradoras e interessadas em fazer parte.
Ao conseguirem sucesso no financiamento coletivo, a Mostra Sola de Dança acontece em maio no Teatro Espanca, Belo Horizonte, e terá uma programação com espetáculos, workshop e festa.
Assista o vídeo da campanha!

Essa será a primeira iniciativa da RSD, mas eles já estão com mais planos. Querem realizar a Mostra Feminina de Dança em São Paulo; em junho de 2016 farão a 1ª Mostra de Vídeo-Dança – que inclusive está com convocatória aberta para receber trabalhos.  E no segundo semestre, pretendem iniciar ações constantes na cidade, com sessões de performances em formatos mais flexíveis, entre outros.
Suas propostas são também motivos para apoiar a campanha de crowdfunding:

1. Existem vários bailarinos e bailarinas que desenvolvem projetos de dança solo, mas o mercado não cresceu na mesma proporção. A proposta da RSD é apoiar esses artistas para que seus trabalhos possam existir, de forma profissional.

2. Enquanto um membro da rede dança, o outro produz, o outro faz a luz, o outro faz a cenografia, você assiste, e assim por diante. O que eles querem é promover uma união de saberes.

3. Dança solo pode ser contemporânea, flamenca, dança do ventre, dança popular, dança aérea, hip hop e muito mais. A ideia da RSD é unir esses estilos e artistas através de intercâmbios e trocas constantes. Sozinhos, porém muito bem acompanhados. E o público está convidado a fazer parte seja na plateia, seja nas discussões ou nas aulas. Sendo um colaborador ativo, que participa e constrói junto.

4. Qual é o lugar da dança? Eles entendem que são todos. Sejam as ruas, bares, cafés, teatros, onde for. O objetivo é atenuar essas fronteiras espaciais.

5. Eles vão incentivar o diálogo! O objetivo é unir jeitos diferentes de fazer dança.

6. A RSD vai incentivar o público a dançar, promovendo encontros pela cidade. Oferecer diversas formas de se fazer e apreciar a dança é o que se pretende. Eles querem promover a dança como um lugar de celebração, de construção de saberes, de estudos científicos e autorais, de formação cidadã, de encontro com o próprio corpo e com as pessoas.

Campanha de financiamento coletivo para a I Mostra Sola de Dança, na plataforma variavel5.com.br/projetos/mostrasola/ 

A Mooca é uma iniciativa que vai além de uma loja colaborativa. Ela é um trabalho de empoderamento de pequenos produtores locais, comprometida em desenvolver negócios e habilidades através de consultorias, atividades educacionais, parcerias e cocriação com validação de produtos no ponto de venda. Parece complicado, mas dá pra resumir esse trabalho em uma frase: empoderar pequenos produtores locais e movimentar a economia criativa de Beagá.

A boa notícia é que o programa está de volta junto da lojinha colaborativa mais cool da cidade. No ano passado a loja inaugurou temporariamente com a proposta de vender produtos com design apurado de produtores daqui, e foi o maior sucesso. Agora ela volta em maio para não fechar mais, mas ainda falta selecionar estes produtores participantes.

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Até o dia 4 de abril ela vai receber no site www.mooca.co, a inscrição de pequenos produtores interessados. Depois da seleção do grupo começará um trabalho de desenvolvimento com workshops e atividades, e em maio a loja reabre. A data exata ainda será confirmada nas redes sociais da iniciativa. Mas a intenção é abrir a tempo do Dia das Mães.

Quer ficar por dentro das novidades? Siga a Mooca nas redes sociais ou se inscreva no mailing da loja no link http://bit.ly/1S3CNF6

Mooca
Rua Antonio de Albuqueruqe, 458 – Savassi | oi@mooca.co

Inscrições – www.mooca.co
Facebook – www.facebook.com/moocabh
Instagram – http://instagram.com/moocabh


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Nem só de bolo e valsa se faz uma festa de debutante. A Mostra Permanente de Cinema Curta Circuito completa 15 anos em 2016 e prepara várias surpresas. Começando pela direção, que agora é assinada por Daniela Fernandes, da Le Petit Comunicação Visual e Editorial. O resto da equipe também está de cara nova e é composta predominantemente por mulheres.

Destaque para os novos parceiros, como a ilustradora Anna Cunha, que desenhou personagens especialmente para a mostra, representando a memória emotiva e o cinema de afeto, tema deste ano. As ilustrações ganharam vida com a ajuda de modelos – caracterizadas como os personagens – e do figurino, cópia fiel dos desenhos, criado pela estilista Amanda Monteiro. A make ficou por conta da super maquiadora Andrea Alencar.

O resultado estará na vinheta da mostra, que foi filmada Casa Ateliê, pela produtora de vídeo Par Filmes em parceria com a Val Wander Fotografias. A primeira sessão do Curta Circuito 2016 é no dia 21 de março.

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Sobre a Mostra

O Curta Circuito – Mostra de Cinema Permanente completa 15 anos de exibições este ano e é uma das referências em Minas e no Brasil como ação de formação qualificada de público, espaço de reflexão, debates sobre a cultura audiovisual e todos os aspectos que a envolvem, sejam técnicos, narrativos, estéticos, culturais e políticos.

Procuramos garantir a exibição regular de filmes exclusivamente brasileiros, de qualquer ano, sempre com entrada franca, resgatando obras importantes da filmografia brasileira em Belo Horizonte.

Nossa “casa”, o Cine Humberto Mauro, é hoje uma das melhores salas de projeção de BH, atuando com exibições nos formatos de 35 mm, 16mm, digital e DCP. São 129 lugares de um charmoso cinema de arte situado no principal complexo cultural da cidade e atualmente único cinema que exibe em película na cidade.

Além das exibições, o Curta Circuito se preocupa com a memória e preservação do cinema brasileiro. Dessa forma, há alguns anos começamos um trabalho em parceria com a Cinemateca do MAM RJ de restauro de filmes que estavam se perdendo (ganhamos Mention do D’Hounner em Milão em 2013 pela restauração do filme Tostao a fera de Ouro da decada de 70). Fizemos copias de difusão das obras de Aloysio Raulino, Joao Batista de Andrade e Leon Hirszman. Publicamos livretos com informações dos filmes exibidos, críticas, fotos e cartazes, num intuito de formar um material para consulta e acervo. Além das cópias físicas, possuímos as digitais em nosso site e você pode conferir acessando: www.curtacircuito.com.br/publicacoes

 

Por Bárbara Prado, amiga do Ameixa e integrante da equipe Curta Circuito. Babee, o Ameixa está sempre aberto para você trazer novidades desse projeto tão bacana! <3