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O filme em cartaz “Como Eu Era Antes de Você”, adaptado do best-seller de mesmo nome, estreou oficialmente no Brasil ontem, dia 16, e já está dando o que falar. Mais conhecido por causa da polêmica em que se envolveu ou pela choradeira que ele causou em todo mundo (já digo que, se você ainda não assistiu, vá de máscara a prova d’água!), o filme conquistou mesmo o Ameixa por causa do figurino da personagem principal, Louisa Clark (Emilia Clarke).

Lou é contratada para ser cuidadora de Will (Sam Claflin), um homem rico (e gato) que sofreu um acidente e ficou paraplégico. Will é bem mau humorado, o contrário de Lou, que é uma alegria em pessoa, e assim a história de desenrola, com ela tentando animá-lo e tudo mais. É um filme que faz a gente pensar, sabe? Vale a pena assistir, mesmo se for para ficar revoltado.

 

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Bom, mas vamos falar sobre as roupas. Louisa é uma moça que sonha em fazer faculdade de moda. Quando ela fala sobre esse sonho no filme, para mim não foi surpresa nenhuma, porque fica bem claro que ela se diverte com o que veste e tem um estilo único que combina muito bem com sua personalidade. As roupas são sempre coloridas, com mix de tudo: cores, estampas, texturas. Tudo isso, misturado com meias e sapatos super diferentões. (Parece meio roupa de “a tia louca dos gatos”, mas eu juro: funciona. Os looks tem um styling incrível, que sempre conversam muito bem com os penteados, estes que também não ficam para trás no quesito “irreverência”.)

 

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Devo confessar que não achei nenhum dos meus looks preferidos em foto para esse post. Mas, quando vocês forem assistir, lembrem de mim quando virem as roupas que ela usa no jantar de aniversário, tá? Também tive a impressão de que, do início até o final do filme, as produções da personagem principal foram ficando mais “limpos”. É uma metáfora para alguma coisa, será? Quem assistiu e tiver uma teoria, fala comigo!

Juro que fiquei bem inspirada em todo o figurino, viu? Já até voltei a usar minhas meias estampadas e coloridas! Uma ótima pedida para incrementar aquele look sem graça de inverno. Mais diversão na hora de se vestir já! <3

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Acontece amanhã (14) a segunda edição da Feira Singular. Consumir com consciência é o lema da feira, por isso eles reúnem artistas independentes, empreendedores criativos, marcas que se preocupam com o meio ambiente, produções feitas à mão. Conheça as marcas participantes na página do evento!

Quando? 14 de Maio, sábado, de 10 às 18h

Onde? The Plant – Rua Grão Mogol, 662

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A Exposição A Cerejeira e o Tempo – Reflexões sobre moda, pessoa e consumo aborda questões essenciais para ao universo da moda, sua relação com o indivíduo e a sociedade.Por que consumimos tanto? São as roupas descartáveis? O fazer moda e suas técnicas necessitam de tempo para serem duráveis?

Quando? Até 15 de Maio

Onde? Centro de Referência de Moda – Rua da Bahia, 1149 – Centro

Informações: fanpage do evento

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Domingo (15) é dia da 2a edição da Feira Imaginária . Além da feira com produtores locais de moda, design, acessórios e comidinhas… a Casa Imaginária terá uma extensa programação durante todo o dia e piscina liberada! Confira a programação na fanpage do evento.

Quando? 15 de Maio, domingo – de 10 às 20h

Onde? Casa Imaginária - Rua Cristina, 1261 – Santo Antônio

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Uma seleção de filmes recentes, ainda inéditos em Belo Horizonte, ou que ficaram pouco tempo em cartaz na cidade, chega ao Cine Humberto Mauro de 13 de maio a 15 de junho, em uma nova edição da mostra Inéditos/Passou Batido. Clique aqui para ver a programação completa e sinopse dos filmes!

Quando? Até 15 de Junho

Onde? Cine Humberto Mauro – Avenida Afonso Pena, 1537

santa-tereza-mercadoO Mercado Distrital de Santa Tereza recebe no domingo (15) o projeto Mercado Vivo + Verde com feira de alimentos agroecológicos, orgânicos e artesanais, economia solidária, rodas de conversa,  gastronomia e intervenções artísticas (Música, Dança, Circo, Artes Visuais).

Quando? 15 de Maio, Domingo – de 10 às 18h

Onde? Mercado Distrital de Santa Tereza – Rua São Gotardo, 273

 


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No ano em que comemora 15 anos de história, a Mostra de Cinema Permanente Curta Circuito fecha a programação do primeiro bimestre com duas sessões para lá de especiais. A primeira acontece na próxima segunda-feira, dia 25 de abril, às 20h, como de costume, no Cine Humberto Mauro onde será exibido o documentário Moscou (Eduardo Coutinho, 2009), seguido de bate-papo com os atores Chico Pelúcio e Inês Peixoto, integrantes do Grupo Galpão. A segunda sessão, que acontece pela primeira vez na Benfeitoria, mistura cinema e música, com apresentação da banda Djalma Não Entende de Política e exibição do filme O Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano (Henrique Dantas, 2009), na quarta-feira, dia 27 de abril, a partir das 19h. Tudo, como sempre, com entrada franca.

Dando continuidade a temática Cinema e Teatro, trabalhada nas primeiras sessões de 2016, o Curta Circuito apresenta Moscou, documentário dirigido pelo grande cineasta Eduardo Coutinho, falecido em 2014. O filme registra três semanas de ensaio do Grupo Galpão durante a montagem da peça “As Três Irmãs”, de Anton Tchekhov, que premeditadamente nunca chegaria aos palcos. Lançado em 2009 em meio à várias polêmicas, Moscou transborda as barreiras do documentário e leva o diálogo entre o real e o fictício para um novo patamar. (Leia mais sobre o filme no texto anexo do crítico de cinema Francis Vogner).

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Moscou |Eduardo Coutinho, RJ, 2009, 78’
Em Belo Horizonte, o Grupo Galpão e o diretor de teatro Enrique Diaz se dispuseram a enfrentar o desafio de “montar”, em três semanas, a peça “As Três Irmãs”, de Anton Tchekcov. O filme é composto de fragmentos dos workshops, improvisações e ensaios de uma peça que não teve e nem terá estreia.

Sessões na Benfeitoria_ Recordar é Viver
Dentro das comemorações de aniversário da mostra, que não poderia passar batido, o Curta Circuito fará sessões especiais na Benfeitoria com o tema: Recordar é viver. A ideia é trazer de volta alguns dos filmes que passaram pela programação durante esses 15 anos de trajetória. O primeiro escolhido é Filhos de João, o admirável mundo novo baiano, que retrata a história dos Novos Baianos e a relação de Pepeu Gomes, Moraes Moreira e o resto do grupo (exceto Baby do Brasil que não autorizou a exibição de seu depoimento) com o músico João Gilberto. O documentário, dirigido por Henrique Dantas, levou o Prêmio Especial do Júri e Prêmio do Júri Popular no Festival de Brasília. O filme será exibido às 20h (o local abre às 19h), seguido da apresentação da banda Djalma não Entende de Política, em formação especial, tocando apenas Novos Baianos. A entrada é gratuita. O convite é para o público entrar no clima da Tropicália e ir à caráter. A melhor caracterização de Novos Baianos vai ganhar brindes do Curta Circuito e um shot especial da Benfeitoria.

 

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Filhos de João, o admirável mundo novo baiano| Henrique Dantas, RJ, 2009, 75′
Um panorama da música popular brasileira dos anos 60 e 70 através do grupo musical Novos Baianos, que marcaram a música popular brasileira utilizando-se de vários ritmos musicais que vão de bossa nova, frevo, baião, choro, afoxé ao rock n’ roll. Uma retrospectiva do estilo de vida comunitário adotado por seus integrantes e a influência sofrida pelo grupo do cantor João Gilberto.

Sobre o Curta Circuito – Cinema de Afeto
Com o tema Cinema de Afeto, o Curta Circuito completando 15 anos de atividade em 2016 e tem muito o que comemorar. Durante sua trajetória, a Mostra de Cinema Permanente, que exibe exclusivamente filmes nacionais, sempre com entrada franca, conseguiu reunir um público de mais de 70 mil pessoas, que estiveram presentes em quase cinco mil sessões. A mostra, que a partir deste ano é dirigida por Daniela Fernandes, da Le Petit Comunicação Visual e Editorial, é uma das referências em Minas e no Brasil como ação de formação qualificada de público, espaço de reflexão, debates sobre a cultura audiovisual e todos os aspectos que a envolvem, sejam técnicos, narrativos, estéticos, culturais e políticos. Tendo já atuado em 18 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Pará, a mostra hoje foca no público belo-horizontino e tem como “sede” de suas exibições o Cine Humberto Mauro. Já passaram pelo projeto convidados como Nelson Pereira dos Santos, Zé do Caixão, Sidney Magal, Othon Bastos, Antônio Pitanga, entre outros. O Curta Circuito atua também na preservação e memória do cinema brasileiro, trabalhando no restauro de filmes, em parceria com a Cinemateca do MAM RJ. A iniciativa recebeu Mention do D’Hounner em Milão, em 2013, pela restauração do filme “Tostão, a fera de Ouro”, da década de 1970.

 

Filme | Moscou + bate-papo com Chico Pelúcio e Inês Peixoto
Data | 25 de abril (segunda-feira)
Local | Cine Humberto Mauro | Palácio das Artes
Horário|20h
Entrada gratuita_ Sujeito a lotação do espaço
Classificação Indicativa| 16 anos
Capacidade da Sala | 129 lugares (ingressos poderão ser retirados meia hora antes da sessão)

Filme | O Admirável Mundo Novo Baiano + Djalma não entende de política
Data | 27 de abril (quarta-feira)
Local | Benfeitoria _ Rua Sapucaí, 153
Horário|19h (abertura do local)
Entrada gratuita_Sujeito a lotação do espaço
Capacidade | 130 pessoas


Convite

Iniciando as exibições do ano, a Mostra de Cinema Permanente Curta Circuito apresenta, durante o primeiro bimestre da programação de 2016, filmes brasileiros que estabeleceram pontos de conexão entre cinema e teatro. A primeira sessão acontece no dia 21 de março (segunda-feira), como de costume, no Cine Humberto Mauro, agora em novo horário às 20h, trazendo o longa “Toda Nudez será castigada” (1973), ganhador do Urso de Prata, em Berlim. O filme é uma adaptação da peça de Nelson Rodrigues, levada com sucesso para o cinema pelo diretor Arnaldo Jabor. Após a exibição, haverá um bate-papo com a musa do cinema nacional dos anos 1960 e 1970, Darlene Glória – que interpreta a personagem Geni- e com a pesquisadora e crítica cinematográfica, Andrea Ormond, autora do blog Estranho Encontro.

Completando 15 anos de atividade, o Curta Circuito tem muito o que comemorar. Durante sua trajetória, a Mostra de Cinema Permanente, que exibe exclusivamente filmes nacionais, sempre com entrada franca, conseguiu reunir um público de mais de 70 mil pessoas, que estiveram presentes em quase cinco mil sessões. Em 2016, a mostra traz novidades, começando pela direção, que sai das mãos de Cláudio Constantino e vai para a batuta de Daniela Fernandes, antiga coordenadora de programação do projeto e idealizadora da Le Petit Comunicação Visual e Editorial. A equipe também mudou e passa a ser predominantemente feminina, o que dialoga bem com o tema proposto para este ano: Cinema de Afeto.

Toda a programação será permeada pela relação emocional provocada pelo cinema, seja pela construção de memória ou associação afetiva, tendo como guia o olhar feminino. A temática tomou conta de todos os aspectos da mostra, que conta com novos parceiros, como a ilustradora Anna Cunha – que desenhou os personagens presentes no material gráfico – e a produtora de vídeo Par Filmes, responsável pela nova vinheta. Também como parte das novidades das comemorações dos 15 anos, o Curta Circuito irá reexibir filmes que marcaram a história da mostra, com sessões pontuais que acontecerão pela primeira vez na Benfeitoria. Ainda dentro das ações comemorativas, a projeto irá confeccionar produtos inspirados no cinema brasileiro que estarão à venda, em breve, na loja colaborativa da Mooca.

Sobre o Curta Circuito
O Curta Circuito é uma das referências em Minas e no Brasil como ação de formação qualificada de público, espaço de reflexão, debates sobre a cultura audiovisual e todos os aspectos que a envolvem, sejam técnicos, narrativos, estéticos, culturais e políticos. Tendo já atuado em 18 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Pará, a mostra hoje foca no público belo-horizontino e tem como “sede” de suas exibições o Cine Humberto Mauro. Já passaram pelo projeto convidados como Nelson Pereira dos Santos, Zé do Caixão, Sidney Magal, Othon Bastos, Antônio Pitanga, entre outros.

A mostra atua também na preservação e memória do cinema brasileiro, trabalhando no restauro de filmes, em parceria com a Cinemateca do MAM RJ. A iniciativa recebeu Mention do D’Hounner em Milão, em 2013, pela restauração do filme “Tostão, a fera de Ouro”, da década de 1970.

Toda Nudez será castigada | Arnaldo Jabor, RJ, 1972, 107’
Fonte da Cópia: Cinemateca Brasileira. Classificação: 18 anos
Exibição em 35mm

Enquanto sua esposa agoniza, pai de família promete ao filho que nunca mais terá outra mulher. Seu irmão, no entanto, que vive às suas custas, o apresenta a uma bela prostituta e os dois apaixonam-se. Uma das mais brilhantes adaptações da obra de Nelson Rodrigues para o cinema. Arnaldo Jabor revigora o melodrama e coloca sob um novo cenário – o ambiente familiar da burguesia carioca – questões fundamentais para o Cinema Novo nos anos 1970. Contando com interpretação primorosa da atriz Darlene Glória, o filme recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1973.

 

Próximas sessões | 1º Bimestre | Cinema + Teatro
28.03
Alma no Olho l Zózimo Bulbul, RJ, 1974, 11’
Compasso de Espera l Antunes Filho, SP, 1969-1973, 98’
11.04
Navalha na Carne l Braz Chediak, RJ, 1969, 90’
25.04
Moscou |Eduardo Coutinho, RJ, 2009, 78’

 

Serviço:
Filme | Toda nudez será castigada
Bate-papo| Darlene Glória (atriz) + Andrea Ormond (crítica cinematográfica)
Data | 21 de março (segunda-feira)
Local | Cine Humberto Mauro | Palácio das Artes
Horário|20h
Entrada gratuita – Sujeito a lotação do espaço
Classificação Indicativa| 18 anos
Capacidade da Sala | 129 lugares (ingressos poderão ser retirados meia hora antes da sessão)