É feriado, é fim de semana, é hora de saber os lançamentos musicais da semana.

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MAIS BONITO NÃO HÁ – MILTON NASCIMENTO E TIAGO IORC - Chegou o grande dia de ouvirmos esta parceria inesperada, porém belissíma. Esta grata parceria é para preencher os ouvidos com uma das vozes masculinas mais belas da música brasileira, do Milton Nascimento, somada à voz revelação do Tiago Iorc. Teremos oportunidade de ouvi-los ao vivo em BH no dia 03 de Dezembro no anfiteatro do Mineirão. Temos mais informações.

 

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COLORS – BECK - O cantor que tirou um dos principais Grammy’s da Beyoncé, está com um álbum novo. É a prova que Beck quando vai lançar um álbum não brinca em serviço.

ESCUTE: I’m So Free; Colors; Dreams.

 

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MASSEDUCTION – ST. VINCENT - A cantora americana St. Vincent está de álbum novo. Aclamada por boas misturas de estilos musicais, e por ser multi-instrumentista, St.Vincent lança seu novo trabalho com músicas mais dançantes, letras mais divertidas e menos rock. Contém também grandiosas baladas.

ESCUTE: Masseduction; Hang On Me; Slow Disco; Pills.

 

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BEAUTIFUL TRAUMA – P!NK - Depois de uma excelente fase musical com o álbum anterior, The Truth About Love, muitas vezes premiado e querido por críticos, P!ink quer manter-se na crista da onda. O álbum está mais politizado, mostrando todo o seu potencial vocal maravilhoso (sem gritar demais como no álbum anterior), não muito pop para festinhas e cercado de boas baladas,

ESCUTE: Where We Go, For Now, What About Us.

 

ESCUTE TAMBÉM: Is That For Me – Alesso e Anitta; Mano Que Zuera – João Bosco; Up To Something – Naaz; Captei Você – Garotas Suecas;

 


Foto – Fabiola Volponi

Fivo (Felipe Volponi) é um artista plástico de Belo Horizonte que está com uma belíssima exposição de pinturas e instalações chamada JARDINS, na Casa do Baile, na Pampulha, até o dia 21 de outubro, com entrada gratuita. Ele é o artista destaque da atualidade na cena artística da capital mineira. Atencioso, acessível e bem-humorado, Fivo recebeu na Casa do Baile a Ameixa Japonesa para um papo descontraído no qual ele contou sobre sua arte, carreira e exposição. É só chegar e descobrir mais sobre o Fivo e seus Jardins.

ACEITAÇÃO DO PÚBLICO

Passaram mais de 900 pessoas na Casa Do Baile para ver a exposição Jardins. “O feedback está bem positivo”, disse Fivo extremamente contente.

Famosos também têm se encantado pela arte do Fivo, como Bethy Lagardère (socialite e ex-modelo de sucesso),  Olivier Anquier (chef de cozinha e apresentador de tv), Pedro Andrade (apresentador de TV no Brasil e nos Estados Unidos), Déa Lúcia Amaral (mãe do ator Paulo Gustavo) e muitos outros.

COMO TUDO COMEÇOU

A arte na vida do Fivo começo quando criança. Ele foi ator de musical, fez comerciais de TV e já teve banda de rock. Nesta fase ele arriscava alguns desenhos. No entanto, era apenas um hobby. Virou profissão quando notou que as pessoas estavam interessadas e notando algo de diferente no que ele fazia. Fez faculdade de Design de Interiores, idealizava sua profissão nos Campanas, irmãos reconhecidos mundialmente por seus design-art em móveis. Seus sonhos tomaram outros rumos.

INSPIRAÇÕES

Todas suas inspirações afloram em torno de suas emoções. A principal inspiração do Fivo é a sua avó, Julia Volponi, que sempre esteve envolvida com arte, tocando piano e pintando. Emocionado, Fivo contou que sua avó desenvolveu câncer. Para retribuir os cuidados que sua avó sempre teve com ele, largou os estudos e o estágio para dedicar-se a ela, por 7 meses. Neste período, em meio a noites e dias sem dormir, ele começou a pintar. Isto aconteceu de forma natural e o incentivou a estudar sobre a arte. Fivo é um artista nato e autodidata. Identificou neste período os artistas, obras e traços que mais o interessavam. Começou a estudá-los e a experimentar seus próprios traços. Fivo pintou uma Vênus ao seu modo. Da Vênus surgiu a sua assinatura. Usou recortes e estampas na sua tela. As estampas pintadas são inspiradas nas vezes em que via sua avó costurando. Ali sentiu que tinha jeito para a pintura. Dos grandes artistas, suas inspirações e admirações vêm de Cândido Portinari e Yara Tupinambá.

COMO O FIVO DEFINE SUA ARTE

“Eu não sei. Eu não acho que minha arte deva ser rotulada”, disse o Fivo. Uma característica que prova isto é a falta de data em suas obras. Se as pessoas definirem suas obras como Pop Art ou qualquer outra definição, ele aceita. O que ele mais preza e afirma como uma  definição de sua arte é a identificação da pessoa com sua arte. É a pessoa ver a sua obra e se identificar naquele contexto, naqueles traços, naquelas histórias pintadas.

Fivo escolhe a pintura como a melhor forma de arte para se definir.

EXPOSIÇÃO JARDINS

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JARDINS é a terceira exposição do artista Fivo. A atual exposição é composta por pinturas de jardins que ele vivenciou das pessoas que já passaram por sua vida. São telas inspiradas no jardim da avó, das tias, da professora, de amigos e até mesmo um inspirado em Star wars, jardim que ele idealizou e no qual gostaria de ter estado. São 10 jardins em 10 telas, 2 réplicas de telas do seu próprio trabalho, que foram vendidas mas se fazem necessárias para completar a exposição, e uma instalação. A instalação constitui-se de várias esculturas pequenas que formam um jardim.

É notório nos trabalhos da exposição o uso da cor prata nos contornos de cada elemento retratado. Fivo contou que é um fio de emoção, que é a retratação da sua memória, que leva aquilo para o surreal, como uma ideia, como a alma da lembrança.

A escolha da Casa do Baile para expor suas obras deveu-se à estreita relação dos Jardins com o visual da Lagoa da Pampulha e com o próprio jardim do espaço. Ainda, Fivo privilegia uma opção de se ver arte fora dos nichos Centro e Savassi.

PREFERIDAS PELO FIVO

Sem pensar muito, Fivo escolhe a tela “Jardim de Lino e Noca”, seus bisavós, como preferida. Ele não a considera a mais bonita, mas a considera muito especial. Motivo pelo qual é a única que ele não venderá. Ele escolheu a tela “Jardim de Ione” como a obra que melhor expressa o seu trabalho.

 

PRÓXIMA EXPOSIÇÃO EM 2018

Intitulada como “Erat Olim”, que significa “era uma vez” em latim, Fivo mostrará o universo dos contos de fadas. Fivo promete uma exposição interativa. Além de ver as obras, as pessoas poderão tocar e até mesmo conversar com algumas delas. A exposição “Erat Olim” ainda não tem data definida, mas Fivo afirma que está trabalhando no novo projeto e que em 2018 todos poderão desfrutá-lo.

Seus trabalhos estão à venda e caso a pessoa se identifique com uma pintura e queira comprá-la, basta entrar em contato com o próprio Fivo nas suas redes sociais, e buscar o trabalho ao final da exposição.

SERVIÇO:

Exposição Jardins

Até dia 21 de outubro

Artista: Fivo

Contato do Fivo: perfil do instagram @fivolponi

Onde: Casa do Baile

Endereço: Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 – Pampulha, Belo Horizonte

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 18h.

ENTRADA GRATUITA


Milton Nascimento e Tiago Iorc (1)

Os cantores Milton Nascimento e Tiago Iorc estarão juntos em BH no show intimista Mais Bonito Não Há.

É isso mesmo que vocês estão lendo! Reservem o dia 03 de dezembro para um encontro prá lá de musical. Milton Nascimento e Tiago Iorc subirão ao palco do anfiteatro do Mineirão juntos para um show voz e violão em comemoração a parceria dos dois para a música que leva o mesmo nome do show.

Será apresentação única então é melhor correr para garantir o seu ingresso. Os portões serão abertos às 17h e os ingressos já estão sendo vendidos pelo Sympla, com valores a partir de R$20. A produção é da SleepWalkers Entretenimento.

Quando estivermos mais próximo do show daremos mais detalhes sobre esse encontro que promete emocionar!


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A dica imperdível para o final de semana é a 9a edição do Festival Internacional I Love Jazz, evento tradicional no calendário cultural da cidade.  Sábado (23) e domingo (24), sempre a partir das 15hs,  a  Praça do Papa volta a ser o palco de grandes atrações do Brasil e do exterior, com o melhor do ritmo que surgiu nos Estados Unidos no início do século passado.

Assim como em todas as edições, o objetivo do festival é mostrar ao público que o jazz é um estilo popular, dançante e que emociona sem que o ouvinte tenha necessariamente um conhecimento profundo. Ao contrário do que muitos acham não se trata de uma música de elite, mas sim algo criado para divertir a população das partes mais pobres de Nova Orleans daquela época.

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Aula de Lindy Hop com os BeHoppers

Durante os dois dias de festival, às 15:00h, o grupo de dança BeHoppers ensinará ao público os passos básicos do Lindy Hop. Qualquer pessoa poderá participar destas aulas. Basta chegar à Praça do Papa, de preferência usando calçados e roupas confortáveis. Uma ótima oportunidade para aprender a dançar este ritmo contagiante!

Programação 2017

Sabado 23/9

15h Aula de Lindy Hop com os BeHoppers

16h Pepe Ja Tirei a Vela

17:30h Tito Martino Jazz Band

19h Joseval Paes Big Band

20:30h Gunhild Carling

Domingo 24/9

15h Aula de Lindy Hop com os BeHoppers

16h Ricardo Baldacci Quartet

17:30h Taryn & The Art Deco Army

19h Happy Feet Big Band

20:30h Steve Pistorius Quartet

 

Sobre as atrações

Pepe Já Tirei a Vela –    Os Pepes, como são conhecidos formam uma banda que além da alegria contagiante apresentam  releituras dos clássicos do Blues, Swing e  Gipsy Jazz. As releituras e improvisos são a essência do quarteto de cordas formado por Raissa Uchoa, Thiago Rocha, Rogerio Sena  e Pablo Barcelos.

Tito Martino Jazz Band – O clarinetista paulistano Tito Martino e o pistonista e vocalista croata André Busic  são  pioneiros  do Jazz no Brasil, premiados em Festivais nos Estados Unidos e na Europa. Além de Tito e Busic, a banda conta com Alexandre Hage, piano; Cleber Guimarães, jazz-guitar e banjo; Beto Grangeia, contrabaixo; Billy Ponzio, bateria e washboard;

Joseval Paes Big Band – Completando 34 anos de carreira Joseval Paes integrou várias das principais orquestras de SP.  Apresenta arranjos originais das big bands de Count Basie, Thad Jones, Duke Ellington e Bennie Godman.

Gunhild Carling – A multi-instrumentista sueca Gunhild Carling é um dos nomes mais importantes do novo cenário do jazz mundial. Gunhild vem de uma família de jazzistas que há décadas fazem shows pelo mundo com grande sucesso.

Ricardo Baldacci Quartet – Neste último ano de 2017, Baldacci tem realizado um novo formato de show além de seu trio, em que se apresenta sozinho, recriando apenas com sua voz e a companheira guitarra acústica de 7 cordas, um instrumento pouco usual no jazz, o clima das gravações da fase áurea de Frank Sinatra nos anos 1950 e 1960 e adaptações das orquestras de Duke Ellington.

ilovejazz1Taryn & The Art Déco ArmyTaryn & The Art Déco Army é um projeto musical que nasceu através do convite do diretor Jayme Monjardim para Taryn participar da novela da TV Globo “Tempo de amar” ( Setembro 2017) interpretando canções dos anos 20 em cena , e em sua trilha sonora ( que será lançada pela gravadora Som Livre) já que a trama se passa nos anos 1927 , e a cantora e atriz destaca-se no cenário musical pela sua carreira dedicada há mais de 2 décadas à pesquisa e resgate do Jazz&Blues Clássico, e da estética vintage em suas performances ao vivo, evocando a atmosfera das atrizes de Hollywood e Pin Ups da era de ouro do cinema.

Happy Feet Big Band – A banda mineira Happy Feet Jazz Band foi formada em 2008 e tem no jazz das décadas de 30 e 40 sua inspiração. Vem se apresentando nos principais palcos e festivais do país. Desde 2012, conta com uma formação de big band, com 13 músicos.

Steve Pistorius Quartet – O pianista de jazz de Nova Orleans, Steve Pistorius, é considerado um dos melhores deste estilo no mundo. Ele virá ao I Love Jazz com o seu quarteto “Steve’s Southern Syncopators”, que conta com o veterano clarinetista Orange Kellin, o trompetista Duke Heitger e o baterista Benny Amón.

Serviço
I Love Jazz
23 e 24 de setembro – A partir das 15h
Praça do Papa – Entrada Gratuita


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Chi Chi lê lê…Viva Chile!

Já estava mais que na hora de BH ter a sua festa chilena! As festas peruanas, francesas, italianas já entraram para o calendário da cidade e nada mais justo, que a comunidade chilena da capital se juntasse para mostrar aos mineiros o melhor da cultura do seu país.

Segundo dados do Consulado do Chile, moram em Belo Horizonte mais de 300 chilenos (em Minas Gerais chegam a quase 1000) desempenhando as mais diversas profissões. Eles já se reúnem anualmente para celebrar a independência do Chile (18/09), uma das mais tradicionais e esperadas festas do país. Agora querem que a cidade que os acolhe tão bem celebrem juntos com eles essa data tão importante.

“Nós chilenos, como comunidade, vínhamos a alguns anos, comemorando nossas festas pátrias de maneira privada, mantendo sempre presente a idéia de, um dia, oferecer uma festa para a comunidade Belo Horizontina e mostrar o quão rica é a nossa cultura, motivo pelo qual nos empenhamos para tornar possível esta festa aberta à toda comunidade”, conta Carolina Pizarro, uma das organizadoras da festa.

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A festa que acontecerá na Rua Tomé de Sousa, entre as ruas Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas, de 11h às 20h, contará com 20 barraquinhas de comidas, bebidas e artesanato chileno e um palco com apresentações de músicos e bandas chilenas e grupos de danças típicas. No cardápio os tradicionais anticuchos (carne no espetinho), choripanes (pão com linguiça), alfajores e chilenitos prometem conquistar o paladar dos mineiros. Para refrescar, não podia faltar o famoso Terremoto, bebida típica feita com vinho adocicado, pipeno e sorvete de abacaxi.

“Queremos compartilhar tudo o que Chile tem de bom com nossa amada Belo Horizonte. Este seria um convite para trazer os chilenos que vivem em BH e região, com suas famílias, amigos e simpatizantes do Chile. Viver um dia cheio de alegria, comer refeições deliciosas, ouvindo e dançando canções tradicionais. Nossa ideia é fazer deste evento uma tradição para os próximos anos, em BH, pois o Chile sendo um país tão próximo e tão querido e requerido pelos brasileiros não pode continuar ficando fora deste costume, o que ajudaria a contribuir para o turismo regional”, finaliza Osvaldo Castro, fotógrafo e também um dos organizadores da festa.

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Estrutura

Barraquinhas gastronômicas : comidas típicas como empanadas, doces chilenos, sopaipillas, choripanes, anticuchos , sanduíches tradicionais, dentre outros.
Barraquinhas de bebidas: vinhos chilenos, pisco, cervejas artesanais, terremotos, refrigerantes e água.
Barraquinhas extras: empresas de turismos e escolas de idiomas.
Barraquinhas de artesanato: As barraquinhas contará com artistas muitos talentosos que trabalham diversos tipos de artesanatos como jóias em prata, instrumentos musicais, couro, tecidos, etc.
Palco: Diversos músicos chilenos e latino-americanos com muita musicas típicas , como a  cuecas, cumbias  e boleros para animar todos os convidados. Além das apresentações de danças típicas, concursos e a presença de DJs.

Serviço
Primeira Festa Chilena em BH
Data:
16 de setembro de 2017
Horário: 11h às 20h
Local: Rua Tomé de Sousa, entre as ruas Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas – Savassi

Ingressos: 1kg de alimento não-perecível. Entrada sujeita à lotação do local