fliperama

Para os amantes da cultura geek, de filmes e de jogos de games, o Studio Bar recebe a Festa Fliperama em parceria com a Festa Rock It nessa sexta feira.

Durante a noite, a festa contara com a Oquestra Multiplayer que tem em seu repertório temas de filmes como Star Wars, Zelda, games como Super Mario e Pokemon. A festa também conta com o tradicional campeonato de fliperama que já é sucesso das edições anteriores e drinks exclusivos, como o inspirado na série de Star Wars, “Sabre de Luz” contam os organizadores do evento Bruno Calil e Anna Gazzola.

Onde? Studio Bar – Rua Guajajaras, 842 – Centro

Quando? SEXTA, 27 de maio, a partir de 22h.

Quanto? R$ 20 (nomes na lista do evento até 1h) R$ 25 após

vega

Três amantes da culinária vegana rica em cores e sabores se juntam para oferecer um dia inteiramente veggie no House of Food BH!

Onde? House of Food BH – Av Carandai, 420

Quando? SÁBADO, 28 de maio, a partir de 10h.

Quanto? Brunch completo (1 prato quente, 1 salada, 1 boulangerie + spreads à vontade, 1 bebida) a partir de R$ 33
Para o jantar. menu com opções de entrada + prato + sobremesa por 35

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A FLIPERAMA vem em mais uma edição, dessa vez em especial à série favorita de todo mundo: Game of Thrones.
Nessa edição, vamos celebrar GOT enquanto curtirmos jogos de flip liberados a noite inteira junto a um som de qualidade pra ninguém ficar parado.

Onde? Royalty Club – Rua Sergipe 1.493, Savassi

Quando? SÁBADO, 28 de maio, a partir das 23h30

Quanto? R$ 20 (até 1h). Após sob consulta


festa_sextaA Haters promete jogação, adesivos, haters por toda parte, fotos em polaroids ao longo da festa, POP antigo, vale drinks escondidos pela casa. Essa é a festa que vai animar a sua sexta-feira e adivinha quem vai tocar? Eu, Lorena. rs. Vamos me ver? Vem pra dançar comigo, beber comigo e me dar um lindo abraço!

Onde? Royalty Club - Rua Sergipe 1493, Savassi

Quando? Sexta-feira (20), às 23h30

Quanto? Promocional – R$ 15,00 + welcome drink aqui
Na portaria com nome na lista – R$ 20
Na portaria sem nome na lista até 1h – R$ 25

escambo

Fãs de discos de vinil, uni-vos! Neste sábado, dia 21 de maio, a partir das 22 horaso Studio Bar será o cenário de uma volta ao tempo, na primeira edição da festa Escambo do Rock, cujo objetivo é reunir os amantes da velha “bolacha” para compartilhar informações a respeito de música boa. As bandas Yesterdays e Uai Horses ficam por conta de animar a festa no tradicional palco do Studio Bar.

Onde? Studio Bar fica – Rua Guajajaras, 842, no Centro de BH.

Quando? Sábado 22h

Quanto? As entradas custam de R$20 (Lote Vinyl Lovers) a R$35 (portaria)

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A designer mineira Regina Misk (AMAMOS!) vai estar neste sábado Pop Up Store  no Guaja Casa. Na ocasião, será realizada uma mostra de seus trabalhos com peças de vestuário e mobiliário, áreas trabalhadas por Regina, sempre na proposta de aliar as peculiaridades dos trabalhos artesanais e técnicas manuais ao estilo contemporâneo, em criações inovadoras. Entre os itens que serão expostos estão peças novas, desenvolvidas com exclusividade para a mostra.

Onde? GUAJA Casa – Avenida Afonso Pena, 2.881, Funcionários
Quando? 11h às 20h
Quanto? Entrada Gratuita


marcela_dantes_bhMarcela Dantés, autora do livro de contos Sobre pessoas normais (Patuá, 2016)

 

Marcela Dantés nasceu em Belo Horizonte, em 1986. É formada em Comunicação Social pela UFMG e atuou por cinco anos como redatora publicitária, até descobrir  que prefere as palavras na literatura. Já alimentou e assassinou alguns blogs e cultiva em segredo uma pasta digital gorda de contos e outros rabiscos. Sobre Pessoas Normais é seu primeiro livro. O lançamento acontece amanhã (19.05) na Casa Ateliê.

Leia um dos contos de “Sobre Pessoas Normais” que está disponível site da editora Patuá e depois me digam se gostaram. Eu adorei!

 

O PÓ
Abriu os olhos com dificuldade, alguma coisa queimava lá dentro, como quando ainda era criança e faziam guerra de areia no parque da escola, há tanto, há muito tempo. Anos e anos de uma vida que, colocada em balanço, tinha sido boa. Só via o céu, cinza-azul com nuvens gordas, tudo muito estranho porque sua cama ficava em casa e lá sempre houvera um teto, branco, cimento, cal e todas as certezas do mundo. Nunca o céu. O corpo queimava, também, e doía todo ele. O máximo de movimento que conseguiu foi um leve girar de pescoço, pra esquerda, que o permitiu ver um chão sujo, imundo, puro pó e entulho. Devia ser um pesadelo, melhor, logo estaria de novo em casa, com cama e teto e os olhos bem abertos, se assim o quisesse, sem areia e sem dor. Daquele ângulo não via muito além do chão, pedaços de coisas que antes não eram pedaços e, lá no fundo, caminhando em sua direção, um rinoceronte. Sonho ruim. Se aproximava em passos lentos, mas mesmo os passos lentos de um rinoceronte são muito rápidos e ameaçadores para um homem pequeno como ele. Se não tivesse tanta certeza de que estava dormindo, teria se desesperado. Como acordaria em breve, entretanto, ficou ali parado, curtindo a dor e tentando entender o que aquele sonho ruim queria significar, ainda mais agora.
Se acostuma rápido com a dor, foi assim desde menino (a época da areia), e eis que hoje lhe serviria para alguma coisa – sempre soube que é preciso movimento pra despertar dos sonhos. Levantaria logo, não por medo do rinoceronte, é óbvio, mas pra começar a resolver as coisas e deixar o inconsciente em seu devido lugar. Começou mexendo outra vez o pescoço, da esquerda para a direita e depois no outro sentido: queixo no céu, queixo no peito. Pra acordar a coluna, sugerir que movimentos maiores estavam por chegar, pra voltar pro corpo. Queixo no peito e ali achou sangue. Ou qualquer outra coisa vermelha e escura, maquiagem onírica, mas a dor indicava que sangue era a opção mais plausível. Não era muito, mas a mancha crescia, uma crosta grudenta na altura do peito. Se fosse sangue, prudente estancar. Foi quando tentou usar a mão direita para pressionar a carne, mas por mais que o cérebro mandasse, o braço não obedecia. Pescoço para a direita e a história ficando cada vez mais surreal. O antebraço coberto por um tronco enorme, árvore caída com outros destroços e ele já nem sabia mais se doía. Tentou mexer os dedos da mão, cerrar o punho, qualquer coisa só pra saber que ainda estava no controle. Nada, talvez não houvesse mais dedos, mas dali era impossível saber. Na esquerda, o rinoceronte ocupando boa parte do seu campo de visão, as patas enormes, o chifre arranhando o céu, ele também com a sua própria mancha vermelha. Naquele sonho, cada um tinha a sua. Precisou que alguém gritasse para que ele se lembrasse que tinha ouvidos e que eles funcionavam, já havia se acostumado à paisagem sonora desde quando ainda tinha os olhos fechados. O grito veio da única direção pra onde ele não podia olhar, imobilizado pela dor e pela árvore, só podia saber que tinha alguém bem perto, às suas costas. Foi um grito caótico, sem ritmo, profundo. Talvez um pouco desesperado, não parecia ter outro objetivo além de traduzir ou reproduzir o pânico. Talvez o dono da voz, que parecia uma mulher, tivesse visto também o mamífero improvável que agora estava imóvel, os olhos no sol. Como se a pessoa, que era de fato uma mulher, ainda não tivesse entendido que era só um sonho ruim. Tentou responder, pedir ajudar pra rolar aquele tronco, aquilo tudo já estava cansando. Tentou se mostrar, dizer que também estava ali, que também sabia do rinoceronte e tudo o mais de surreal que estava acontecendo. Mas tinha a boca cheia de pó e tudo o que conseguiu foi uma tosse seca, que lhe queimou os pulmões. Precisava se acalmar, organizar o pensamento e o corpo tão machucado, por dentro e por fora (mais onde?), encontrar a saída daquele pesadelo, sem dúvida o pior da sua vida. Na verdade, ele quase nunca sonhava, e quando isso acontecia, eram sonhos rápidos e inofensivos. Nenhum nunca tinha doído de verdade, em todos os ossos do corpo. A mão esquerda pressionava o peito, tateava em busca do buraco que deixava escapar tanto sangue, mas não encontrava nada, a sensação na ponta dos dedos era uma mistura de terra, tecido, pele e aquele líquido desesperador. Se conseguisse girar o corpo num impulso, talvez usasse seu próprio peso para empurrar o tronco e pudesse sair dali. Mas não conseguia, estava exausto, quase inerte. Pensou em dormir, antes de se lembrar que já o fazia, em outro lugar. Naquele quarto que tinha teto, sem poeira, sem pedaços. Com outros mamíferos mais familiares.
Outros gritos, vindo de espaços distintos, como se todos despertassem juntos. Um cachorro se aproximou, ele tinha pavor de cachorro. Fechou os olhos, sentiu a fuça do animal colada na sua, farejando, procurando água, a língua enorme e ofegante pendurada. Ele também tinha sede e sono. Como era possível? O cachorro ficou por ali, ele não conseguiu localizar a mancha do animal, o vermelho seco que identificava os personagens estúpidos daquela quimera empoeirada. Sem pensar, ensaiou um assobio, que saiu como sopro, mas o cachorro entendeu. Abanou a cauda, triste e discreto, e deitou por perto, as orelhas rasgadas, agora ele via. Só assim pra amigar com cachorro. Se divertiu imaginando que em breve o rinoceronte se deitaria por perto e ficariam os três juntos, esperando um despertar que parecia cada vez mais distante. Passos, com certeza eram passos, do ponto cego de novo, ao que tudo indica as coisas estava acontecendo ali. Queixo no céu, muito no alto, barulhos bem perto do seu ouvido, o sol queimando as retinas. Tentou chamar, mas de novo a poeira enchendo a boca, isolando sua voz dentro do corpo tão estropiado e irreal. Queixo no céu, quem tá aí? A angústia crescente de estar rodeado por uma árvore, um rinoceronte, um cão de orelhas rasgadas e muitas pessoas que gritavam e falavam e se moviam, sempre às suas costas. Queixo no céu, tentando ver. E viu. Era um homem, a mancha dele era a maior de todas, maior até que a do rinoceronte, em proporção e em termos absolutos. O homem saiu do maldito ponto cego, foi pra esquerda, a visibilidade ali era melhor, ainda bem. Caminhava lento, arrastando um pé que parecia quebrado, pensou ter visto um pedaço de osso e deve ter visto mesmo. Se olharam, mas o outro também tinha areia e lágrima nos olhos, parecia não ver que era visto. Era o pesadelo mais bizarro da história da sua vida, quiçá da história da humanidade. Parecia uma cena de guerra, pessoas e pedaços, pessoas sem pedaços, cada um por si no meio de todo o pó. Mas na guerra não havia rinoceronte. Nota mental: quando acordar, descobrir o que significa sonhar com rinoceronte. Segunda nota mental: acordar logo, tá doendo muito. Alguma coisa passou muito rápido no canto superior direito do seu campo de visão. No canto do campo. Parecia um tigre, mas aí já era demais. Confortável era olhar pro céu, pelo menos o pescoço não doía, já é melhor que nada. Achou as nuvens mais bonitas, mas perdeu a chegada do carro. Se atentou quando ouviu as portas batendo, será que eles teriam água? Tinha sede, muita. Via as pernas, só. Eram oito e muitos cabos. Duas eram femininas, de saia e meia fina, bonitas, mas também muito sujas de pó. E foi a dona delas que disse qualquer coisa sobre terremoto e zoológico e mortos. Não ouviu o número, pediu que ela repetisse, mas foi um pedido mental. Ela não lia mentes, alguém lê? Foram embora tão rápido quanto chegaram, alguém falou sobre socorro, ambulância, emergência. Ninguém falava sobre água, sobre o concurso de manchas de sangue. Ganharia o dono da maior? Até agora, era o homem do pé quebrado, do osso exposto, já o tinha perdido de vista novamente. Todo mundo ia embora, menos o cachorro e o rinoceronte. Só os bichos ficavam. Como eles iam ver quem seria o vencedor? O dono da maior mancha? Queixo no peito, a minha tá crescendo num ritmo alucinante, vai ganhar essa merda. Ganha o quê? Água? Ou o direito de acordar, que é preferível. Sentiu saudade da mão direita, sentiu saudade da filha. Queria que ela estivesse ali, pra ver um rinoceronte tão de perto, e solto. Ela sempre detestou o zoológico, toda a crueldade com os animais em benefício da diversão dos humanos. E o cheiro de merda. Desejou que a filha estivesse tendo um sonho bom. Desejou as melhores coisas do mundo pra menina, sempre fazia isso quando ela vinha à mente. E ela sempre vinha. Ia gostar de ver o pai embolado num cachorro, quem sabe não seria o primeiro passo pra eles terem um assim em casa. Um desses, bonitos, peludos, de rabo balançando, mesmo com as orelhas rasgadas. O cachorro dormia dentro do seu sonho, o rinoceronte parecia não fazer nada e ele esperava. Pensou ter escutado um helicóptero, mas não via nada no céu. Um tremor no corpo inteiro, não sabia se vinha de dentro, mas vinha de algum lugar. Era frio, com o sol a pino.  Não escutava mais os gritos, mas sabia que eles estavam ali, o choro de um bebê, a voz de uma mulher, o gemido de um homem. E os passos de um rinoceronte, que caminhava novamente, os chifres arranhando o céu. Um homem gritava, pedia cuidado, animal perigoso. A pressão caía ou subia, ele não sabia a diferença. Achou a voz, bem perto do bicho, alguma coisa nas mãos. Ele atirou, dardos coloridos, a ponta cor de rosa. Quem tinha ânimo para brincar nessa hora? Quatro na pele cinza e áspera e agora mais manchada do rinoceronte, que foi fechando os olhos aos poucos. Ele também. Sentiu o exato momento em que não conseguia mais respirar. Não eram os sedativos. Não acordou, nunca mais – assim como outras mil duzentas e quinze pessoas.

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Sinopse:  Uma senhora que foge de casa em busca do passado; uma presidiária que escreve para o companheiro declarando seu amor; um homem doente que narra a rotina do hospital; a noiva que presencia um atropelamento a caminho da cerimônia de casamento, o goleiro que se vê diante do artilheiro em uma cobrança de pênalti, em meio a disputa mais que uma partida de futebol, um antigo amor. As histórias se desenham num tempo urbano e contemporâneo, com detalhes de cena que também narram os momentos vividos pelos personagens. Nos desenlaces singelos e atordoantes, o leitor pode mergulhar numa realidade permeada de afeto e violência, profundamente humana e imersa em doses de ambiguidade.

 

SERVIÇO

Onde? Casa Ateliê – Rua Gonçalves Dias, 3182, Santo Agostinho
Quando? 19 maio de 2016, às19h
Valor do Livro: 38 reais

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Quem gosta de uma feira, aí? Eu adoro! Seja feira de comida, de flores, de badulaques, rs. Todas! Em BH, as feiras fazem parte da nossa rotina e dos nossos hábitos culturais. Parece que todo mundo tem uma feirinha predileta que frequenta e indica: aquela perto de casa, aquela para encontrar com os amigos, aquela para experimentar novos sabores, aquela do achado incrível… bom, seja por qual for o motivo, o fato é que a gente adora uma feira.

Por causa da importância desse hábito cultural, a cidade passa a ganha o projeto “Dia de Feira”, que tem como objetivo promover, incentivar e divulgar a cultura de feiras de Belo Horizonte.

Nesse primeiro ano, o projeto realizará ações, como o oferecimento de programações artísticas e de melhorias estruturais, em duas feiras de BH: a Feira Tom Jobim (também conhecida como Feirinha do Arnaldo), famosa pelas comidas e bebidas típicas e por agregar também uma Feira de Antiguidades; e a Feira da Silva Lobo, que reúne centenas de barracas de arte e artesanato na região oeste da cidade. Segundo a PBH, cada feira atrai cerca 4 mil pessoas semanalmente.

Por isso, criou-se um mapa de todas as feiras da cidade nas redes sociais com a produção de “conteúdos sobre as histórias das feiras, dos feirantes, dos frequentadores e muito mais! A temática é riquíssima e dialoga com a memória e o patrimônio da nossa cidade”, conta Isadora Moema, da agência Ananás, responsável pela comunicação do projeto.
Conheça o projeto e saiba como participar: www.diadefeira.online

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“Heróis: Uma Pausa Para David” é um espetáculo idealizado, escrito e dirigido por Paulo Azevedo e interpretado e colaborado pela atriz Samira Ávila (ambos fundadores e ex integrantes do premiado Grupo Espanca!). Inspirado livremente nas muitas vidas e músicas de David Bowie, David Gilmour, Bob Dylan e outros astros da cultura rock dos anos 70, a montagem toca a sensibilidade do espectador ao abordar valores submersos no cotidiano contemporâneo, como a busca da identidade, a anestesia dos afetos e o respeito pelas diferenças.

David é um astro do rock no auge da fama.Está esgotado pelas demandas de ser um mito.No caminho para mais um ensaio com sua banda, ele depara com uma formiga. Esse encontro inesperado provoca uma crise. Entre as tentativas de seguir em frente, ele cria breves pausas para realizar seus desejos mais íntimos. O roteiro original cria um panorama do rock dos anos 70 com lendárias canções de David Bowie, Lou Reed, Rolling Stones, Pink Floyd, entre outros. Com isso, aborda o tempo como matéria vital e questiona os mitos em torno do artista, sob o olhar perspicaz de um homem esgotado pela busca de uma razão para seguir em frente. Exposto ao seu próprio cansaço nos bastidores, David expõe questões como “Por que eu levo esse tempo?”, “Em que momento eu crio?”, “Por que as pessoas admiram um artista?” e “Vale a pena ser um herói?”.

SERVIÇO

Heróis: Uma Pausa Para David

Até 07 de Março

Horário: 20h

CCBB – BH – Praça da Liberdade

Mais informações aqui!

E já que falamos de David Bowie, deixo aqui a homenagem que o Brit Awards 2016 fez a ele com direito a apresentação da Lorde: