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Salumeria Central lançou no último dia 15 uma carta de cervejas artesanais criada pelo sommelier Luiz Queiroz Gomes especialmente para os clientes. A maior parte dos rótulos são de Minas Gerais, valorizando e fortalecendo a cultura cervejeira em Belo Horizonte e no Estado. Além da qualidade das cervejas escolhidas, é preciso ressaltar os deliciosos acompanhamentos criados pela chef e sócia da casa, Ana Motta. Eles foram pensados para harmonizar com as cervejas e as porções têm preço fixo de R$12.
Outro ponto que chamou nossa atenção, a carta não é fechada. Tanto as cervejas como os aperitivos vão passar por mudanças ao longo do ano para se adequarem às estações do ano.
A carta de cervejas inclui mais de 20 tipos diferentes de cervejas, organizados por categorias:
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Lagers e Pilsners, como a Áustria Lager, da Krug (R$ 14 – 600ml), que é cremosa e possui um baixo nível de amargor e a Vinil 33 RPM (R$ 24 – 600ml), uma cerveja do tipo Bohemian Pilsener que envolve aromas intensos. O Trio Cogumelo, Queijo e Tomatinho foi escalado para acompanhar as Lagers.
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Ales feitas com trigo, como a Tropicália Lado B (R$25 – 600ml), leve e refrescante, traz aromas cítricos e a Tangerine, da Kud (R$ 26 – 600ml), do tipo Belga, possui carbonatação média-alta e leva pequenas cascas de laranja. Essa e outras excelentes cervejas com trigo serão acompanhadas pelo Espetinho de Camarão com Pancetta.
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Ainda dentre os estilos cervejeiros, o sommelier incluiu cervejas feitas com flores, frutas, especiarias, como a 21, da Grimor (R$ 24 – 600 ml), dourada e rosada, feita com pétalas de hibiscos e de rosas; a Hawaii (R$ 29 – 330 ml), que possui diversos aromas, como caramelo, mel, baunilha frutas vermelhas e ainda leva folhas de oliveira na receita. Essas cervejas delicadas e refrescantes serão acompanhadas pela Casquinha de Pequi com Carne de Onça. “As Lupuladas, como a Hop Rio, da Mistura Clássica (R$ 32 – 500 ml) tem aromas oriundos dos lúpulos; a Soldati, da Gangster (R$ 26 – 600ml) possui aromas suaves de maltes e cítricos dos lúpulos. Essas cervejas que explodem em aromas e sabores poderão vir para a mesa com a companhia de Cubos de Barriga com Molho Picante.
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Para as Aromáticas, Complexas, Vermelhas e Escuras, como a Dubbel, da Wäls (R$29 – 330ml), que é levemente picante, traz aromas de frutas secas com maltes especiais e a Ouro Preto, da Falke (R$32 – 600ml), que possui destaque por conter aromas e sabores de chocolate e café, é sugerido o Afetatti Misto, como acompanhamento.
E olha quem a gente encontrou na Salumeria?! Nosso querido Ike Horta! <3
E olha quem a gente encontrou na Salumeria?! Nosso querido Ike Horta! <3
Sobre a Salumeria  
Ao atravessar os bucólicos arcos do Viaduto Santa Tereza, está o restaurante Salumeria Central, um lugar privilegiado para degustar salames, queijos artesanais, massas, risotos e outras iguarias. O ambiente, que contempla arte, gastronomia e diversão, tem bela vista para o centro da cidade e todo o conjunto arquitetônico da Praça da Estação. Os proprietários são o chef Massimo Battaglini, os videoartistas sócios da Trem Chic, André Hallak e Eder Santos, além do italiano Ezio Pellizon e da chef Ana Motta, que atualmente está à frente da cozinha da casa. A Salumeria já recebeu o título de Bar Revelação de 2012 pela revista Veja Comer & Beber e o chef Massimo foi eleito Personalidade Gastronômica pela mesma revista, em 2014. Também foi destaque em publicações nacionais de gastronomia e cultura. O diferencial do estabelecimento é valorizar os produtos da terra, através de parceria com pequenos produtores. Entre os pratos apreciados, estão a panturrilha de porco , porchetta, linguiça de javali, sanduíches, entre outros.
Serviço: Salumeria Central 
Endereço: Rua Sapucaí, 527, Floresta. BH/MG 
Informações: (31) 2552-0154 
Funcionamento: 
Almoço: Segunda a sexta: 11h30 às 15h30 | Sábado: 12h a 01h – pausa para troca de cozinha de 16h a 17h30 | Domingo: 12h a 17h 
Jantar: Terça e quarta: 18h30 à 00h | Quinta e sexta: 18h30 à 01h | Sábado: 12h à 01h – pausa para troca de cozinha de 16h a 17h30

O processo de assumir os cachos e deixá-lo natural não é fácil, mas quem já trilhou esse caminho garante que vale a pena. Quando a gente vê o resultado também dá pra ver que vale a pena, né? Estou nesse processo de transição que não é NADA fácil. E vou tentar dividir com vocês as dicas que for aprendendo por aí, e principalmente, com minha amiga e terapeuta capilar Renata Fraga. Foi por ouvi-la falar o quanto química faz mal para os fios e sobre o tanto de produtos naturais fazem bem para o couro cabeludo e para o cabelo que resolvi deixar o alisamento de lado. No caso, o alisamento que eu usava era menos agressivo que muitos outros e não danificava como escova progressiva que tem formol, mas química é sempre química e algum dano terá.

Então vamos as primeiras dicas testadas e aprovadas!

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Quem cabelos cacheados, crespos ou afro tem que tomar mais cuidado ainda com a hidratação das madeixas. O óleo essencial* de abacate é perfeito para esses tipos de cabelo porque impede que a água de dentro dos fios seja eliminada causando o ressecamento. Além disso, ele é rico em várias vitaminas (como A, B1, B12 e C, além de magnésio, cálcio, ferro e ácido oleico). Aqui em BH, você encontra óleo essencial de abacate no Mercado Central.

 

COMO USAR ÓLEO ESSENCIAL DE ABACATE?

1) Você pode fazer a hidratação dos fios através da umectação, ou seja passar nos cabelos secos, deixar agir com ou sem touca por 1 hora e depois lavar o cabelo normalmente.

2) Você também pode adicionar algumas gotas do óleo essencial de acabate na sua máscara de cabelo preferida.

3) Outra alternativa é usar algumas gotinhas como leave-in, tem que ser beeem pouquinho mesmo!

 

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MÁSCARA DE HIDRATAÇÃO DE ABACATE

Como fazer: Bata 1/2 abacate e 1 copo (aproximadamente 250 ml) de iogurte natural orgânico no liquidificador.

Como usar: Lave o cabelo com shampoo (2 vezes). Divida o cabelo em mechas e vá aplicando somente no comprimento e nas pontas. Use uma toca por 40 minutos. A touca é opcional, o aquecimento potencializa a ação da mistura no cabelo.

 

*Chamamos de óleo essencial de abacate, o óleo puro de abacate, sem nenhuma mistura. A Renata deu a dica para comprar apenas óleos essenciais, eles que são bons para os cabelos e o couro cabeludo.


Ei, meninas. Tudo bem com vocês? O papo hoje é sobre esmalte (muuuuito tempo que não falamos) e quis compartilhar com vocês uma “descoberta” maravilhosa. Fui no salão Glam-Appetit há alguns meses e conheci sobre a esmaltação em gel – que naaada tem a ver com as unhas em gel, que todo mundo anda falando. Como o nome sugere, trata-se de um esmalte especial, com a base gel, que tem durabilidade muito maior que os esmaltes convencionais.

A esmaltação em gel dura em média 15 dias e a unha fica intacta. Não tem o risco de estragar, borrar, descascar (sim, nããão descasca!). Pra mim, foi uma das melhores descobertas dos últimos tempos. Como eu sou jornalista, eu fico o dia inteeeiro em frente ao computador e digitando. Por conta disso, as minhas unhas duravam pouco mais de dois dias. As pontas sempre ficavam já “branquinhas”, começando a descascar. Fiquei 15 dias com o esmalte e a única diferença é que a unha cresceu e foi aparecendo o início da unha, perto da cutícula, sabe? Mesmo assim, o esmalte na minha unha permaneceu intacto e brilhante.

São mais de 50 tonalidades de esmalte, um mais lindo que o outro. O procedimento é quase o mesmo que vocês já devem estar acostumadas. Depois de passar o esmalte e limpar os cantinhos, você coloca os dedos em uma máquina de led, responsável por secar o esmalte e garantir a durabilidade nas unhas.

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Esmaltação em gel do Glam-Appetit
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Para fixar o esmalte em gel, as mãos ficam uns segundinhos nessa maquininha


Bom, o processo de retirada do esmalte também é mais demorado. A Patrícia, proprietária do salão, me explicou que precisa usar acetona (e não qualquer removedor de esmalte) com algodão umedecido em cada dedo. Para acelerar, depois que você colocar o algodão no dedo, cubra-o com pedacinhos de papel alumínio e espere 20 minutos. Sai tudo, tranquilamente! Amei esse tipo de esmalte, vale muito à pena para quem estraga a unha fácil e não pode ir toda semana na manicure =)

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Se você gostou e quer testar, indico o Glam-Appetit (Avenida Professor Mário Werneck, 1.943, Buritis)


Nos últimos tempos o mundo tem vivido uma relação muito próxima com a comida. A crescente exibição de programas sobre culinária e a grande procura por cursos de gastronomia, tem levado várias pessoas a se tornarem chefes, escreverem sobre o assunto, lançarem livros, criarem blogs etc. Tudo isso é muito válido, porém no meio dessa grande manifestação em torno da arte de cozinhar, tem surgido também um movimento de desenvolver realmente o gosto por preparar sua própria comida.

É importante perceber a sutil diferença entre fazer um risoto para os amigos uma vez por mês e realmente desenvolver um gosto por cozinhar. Todos nós temos algum tipo de referência ligada à cozinha, à comida, seja a lasanha que avó italiana preparava aos domingos ou o frango com quiabo que comemos na casa das nossas mães.

Essa relação é muito forte e nos liga às lembranças de uma infância feliz ou a momentos de intenso prazer em família. O jornalista e professor, Michael Pollan, aborda no seu documentário Cooked, que depois da terceirização da comida e da industrialização estamos perdendo essas referências. O escritor chama a atenção para o fato das pessoas se afastaram de alguns hábitos alimentares, como comer carne por exemplo, simplesmente porque elas estão ingerindo apenas produtos processados. Não podemos dizer que estamos comendo carne de verdade se comemos nuggets, certo?

No Brasil, tenho acompanhado esse movimento na busca da alimentação mais saudável. A apresentadora do programa Cozinha Prática do canal GNT, Rita Lobo, é uma das que mais me chama atenção. Ela realmente ensina as pessoas a cozinharem, a preparar um alimento saudável. Quem já assistiu o programa dela sobre preparar arroz soltinho? Sempre acho graça quando ela fala “desgourmetiza, bem!”. Além do programa, recentemente o site Panelinha, do qual a apresentadora faz parte, lançou um blog para tratar de comida saudável. No texto de abertura já traz a mensagem: comer saudável não é apenas comer frango grelhado com batata doce! Entende a diferença?

Nos últimos tempos tenho adorado ir para cozinha e preparar pratos típicos da culinária mineira como um frango com quiabo, arroz, feijão e angú, seguindo a receita maravilhosa da minha mãe ou um tutu de feijão com macarronada….é gordo né? Sim, mas é tão gostoso!

Percebo esse movimento em torno de fazer a própria comida como uma tendência mundial. O homem está retornando alguns hábitos antigos porque nessa loucura do mundo moderno nós perdemos várias referências que eram positivas. Então, isso vem de encontro a mudanças que já estão acontecendo como largar o carro e andar de bicicleta, ter um consumo mais consciente, parar de ingerir só alimentos industrializados.

Então, porque não tentar? Ao invés de almoçar aos domingos num self-service porque não fazer sua própria lasanha à bolonhesa? E que tal experimentar fazer aquele frango assado maravilhoso da sua mãe? Afinal, a cozinha não é um monstro e não precisamos preparar apenas pratos mega elaborados, nem ter equipamentos de última geração, nem comprar aquele ingrediente exótico que só tem no supermercado mais caro da cidade. Cozinhar é terapia, é amor, faz parte da nossa vida.

 

 

Saiba mais e assista:

www.panelinha.com.br - site da Rita Lobo

Cozinha Prática - Rita Lobo (canal GNT)

Cooked – documentário de Michael Pollan baseado no livro “Cozinhar, uma história natural da transformação”. (disponível no Netflix)

Cozinheiros em Ação - Reality do GNT com cozinheiros
Por Fran Dornelas

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Renata Fraga, terapeuta capilar do Salão Valentina, listou para o Ameixa cinco dicas para quem quer ficar ruiva!

 1) Não descolorir! Se seu cabelo é virgem, evite ao máximo expor seus fios a um procedimento tão agressivo como o de descolorir. Há muitas colorações de ótima qualidade no mercado que dão um ótimo resultado sem danificar tanto quanto uma descoloração. Uma que uso bastante no Valentina e amo é a marca Inoa. Ela não contem amônia, é à base de óleo e dura mais do que as outras, super recomendo.

2) Outra dica minha é: Não faça em casa, sempre vá ao seu cabeleireiro de confiança. Ele é o mais indicado para sugerir o tom de ruivo de acordo com a cor de fundo do seu fio e o tom da sua pele. Além disso, o bom profissional tem o conhecimento e a estrutura necessários para aplicar a coloração, tonalizar a cor e te dar dicas de manutenção.

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3) Antes de colorir, prepare o cabelo com hidratação, cauterização e banho de óleo.

4) Junto à coloração use o OLLAPLEX* para proteger a fibra do fio da química. *ALLOPLEX é uma ferramenta fundamental para procedimentos de descoloração , redutores de volume, sim até neles, coloração e mechas. Sua tecnologia permite que o Alloplex penetre na fibra capilar e consiga agir mais rápido que a emulsão oxidante existente na descoloração/coloração, protegendo o fio durante o processo, deixando que apenas a mudança de cor ocorra. Assim, os danos são drasticamente diminuídos e o cabelo fica mais forte, resistente e saudável.

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5) E um fato importante que nem todo mundo conta: o ruivo é a pigmentação mais difícil de se conseguir no cabelo e desbota com muita facilidade, principalmente na primeira vez. Esteja preparada para o fato de que a cor que você terá no salão na primeira vez vai desbotar no banho nas próximas semanas. Usar shampoos e máscaras próprias ajudam, mas não resolvem essa questão. Mas isso não é razão para desespero, nem frustração. À medida que os retoques e manutenções vão sendo feitos (a partir da terceira manutenção), o pigmento vai sendo absorvido com mais facilidade, daí é fundamental que você tenha tempo, dinheiro e disposição para retornar a cada 20 dias. Não há milagre: quanto mais disciplinada você for, mais limpo, denso e luminoso será o tom do seu ruivo.

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Mais sobre cabelos ruivos no Ameixa!