É feriado, é fim de semana, é hora de saber os lançamentos musicais da semana.

divulgação-miltonnascimento-tiagoiorc-Maisbonitonaoha

MAIS BONITO NÃO HÁ – MILTON NASCIMENTO E TIAGO IORC - Chegou o grande dia de ouvirmos esta parceria inesperada, porém belissíma. Esta grata parceria é para preencher os ouvidos com uma das vozes masculinas mais belas da música brasileira, do Milton Nascimento, somada à voz revelação do Tiago Iorc. Teremos oportunidade de ouvi-los ao vivo em BH no dia 03 de Dezembro no anfiteatro do Mineirão. Temos mais informações.

 

divulgação-beck-colors

COLORS – BECK - O cantor que tirou um dos principais Grammy’s da Beyoncé, está com um álbum novo. É a prova que Beck quando vai lançar um álbum não brinca em serviço.

ESCUTE: I’m So Free; Colors; Dreams.

 

divulgação-st.vincent-masseduction

MASSEDUCTION – ST. VINCENT - A cantora americana St. Vincent está de álbum novo. Aclamada por boas misturas de estilos musicais, e por ser multi-instrumentista, St.Vincent lança seu novo trabalho com músicas mais dançantes, letras mais divertidas e menos rock. Contém também grandiosas baladas.

ESCUTE: Masseduction; Hang On Me; Slow Disco; Pills.

 

divulgação-p!nk-pink-beautiful-trauma

BEAUTIFUL TRAUMA – P!NK - Depois de uma excelente fase musical com o álbum anterior, The Truth About Love, muitas vezes premiado e querido por críticos, P!ink quer manter-se na crista da onda. O álbum está mais politizado, mostrando todo o seu potencial vocal maravilhoso (sem gritar demais como no álbum anterior), não muito pop para festinhas e cercado de boas baladas,

ESCUTE: Where We Go, For Now, What About Us.

 

ESCUTE TAMBÉM: Is That For Me – Alesso e Anitta; Mano Que Zuera – João Bosco; Up To Something – Naaz; Captei Você – Garotas Suecas;

 


amityvilleodespertar

De tempos em tempos os gêneros cinematográficos se renovam e o terror não fica de fora dessa lógica. Isso se deve muito a visão dos diretores em querer contarem as mesmas histórias de formas diferentes, aos contextos sociais de cada época, ao ritmo do público, as novas tecnologias. Enfim, uma gama de situações do tempo presente que juntas promovem as renovações. Os filmes Raw (2016) e Get Out (2017) são bons exemplos sobre a nova cara do terror.

Essa introdução toda foi apenas para justificar que Amityville – O Despertar, em cartaz nos cinemas de BH, poderia ter sido mais um exemplo dessa renovação, porém não é o que acontece. O filme de Franck Khalfoun preferiu ficar no mais obvio do que se espera de um filme de terror deixando-o entediante e sem razão de ser.

Existe uma grande diferença entre medo e susto. O medo é necessário em qualquer filme do terror. É ele quem leva o filme adiante. É o medo que nos prende àquela história. O susto, quando bem encaixado ao medo, é uma ferramenta preciosa para esse gênero. Mas, o susto pelo susto não convence. Uma sucessão de sustos aleatórios cansa. E é isso o que mais temos em Amityville – O Despertar.

A história é carregada de clichês: Acompanhamos a mudança de uma família para uma nova/velha casa em Amityville, famosa por ter sido o cenário de assassinatos e possessões no passado, afim de darem um melhor conforto ao filho doente. Temos a filha mais velha, revoltada e a primeira a observar que algo não está certo (clichê nº 1), a mãe cética sobre tudo (clichê nº 2), a filha mais nova que conversa com os espíritos (clichê nº 3), o cachorro que sempre é o primeiro a pressentir algo e o primeiro a morrer (clichê nº 4), um médico ou um padre que sempre foge do local (clichê nº 5) e por aí vai. E o problema de tantos clichês é que sabemos o fim de cada um. Um sustinho aqui, outro acolá, mas medo, aquele medo real não sentimos.

Uma pena porque o elenco é bom e de rostos conhecidos. Temos Jennifer Jason Leigh fazendo a mãe Joan, a nova queridinha do público teen, Bella Thorne, Belle a filha mais velha e Jennifer Morrison como Candice, a tia avulsa e totalmente desnecessária na história. São nomes que chamam o público? Com certeza, mas fica-se apenas nisso. As atuações são todas no automático perdendo a única chance do casting salvar o todo.

Deixei o clichê mais importante para o final. Todos nós já conhecemos o que se passou e o que acontece com a família que se muda para a casa demoníaca de Amityville. O clássico Horror em Amityville ( The Amityville Horror), de 1979, foi o primeiro filme de uma série que o seguiram a retratar tais acontecimentos. Vale lembrar que a história original do filme é baseada em fatos reais. Resumindo: Amityville – O Despertar não traz nenhuma novidade sobre o que pode acontecer em quase duas horas de filme com essas novas pessoas na famosa casa nº 112 da Ocean Avenue . Infelizmente o medo e a curiosidade não foram despertados dessa vez.

/center>


cleopatra-uma-biografia-stacy-schiff

Nossa dica literária para essa semana é o Best-seller Cleópatra: Uma biografia, de Stacy Schiff, editora Zahar. Considerado por muitos o texto mais fiel que temos sobre uma das figuras mais emblemáticas, misteriosas e fascinantes da história mundial.

Cleópatra fixou sua imagem definitivamente no imaginário da humanidade. Nos dois milênios que se seguiram, após a sua morte, muitos se debruçaram sobre sua história, entre eles o maior dramaturgo, Shakespeare. Imortalizada no cinema por Elizabeth Taylor.

É sob essa mistura de versões – na maioria fantasiosa – que a jornalista Stacy Schiff vai resgatar a mulher atrás do mito. Em Cleópatra: Uma biografia, não encontramos a sedutora insaciável, mas a estadista sofisticada e muitas vezes ardilosa. Lançando mão das fontes mais antigas, a autora separa fato de ficção para reconstruir uma vida que não deve nada em tragédia e esplendor às diversas interpretações posteriores.

Capaz de invocar em detalhes a atmosfera da Antiguidade clássica, Schiff apresenta o verdadeiro papel historio de Cleópatra e mostra que, apesar de ser um dos personagens mais conhecidos da história, nada sabíamos sobre a última rainha do Egito.

“Uma das mulheres mais famosas que já existiram, Cleópatra VII governou o Egito durante 22 anos. Perdeu o reino uma vez, reconquistou-o, quase perdeu de novo, construiu um império, perdeu tudo. Deusa em criança, rainha aos dezoito anos, celebridade logo depois, foi objeto de especulação e veneração, de intriga e lenda, mesmo em nosso tempo. No auge do poder, controlava praticamente toda a costa oriental do Mediterrâneo, o último grande reino de qualquer soberano egípcio. Durante um breve instante, deteve o destino do mundo ocidental nas mãos.” ( Trecho do Capítulo I)

Cleópatra: Uma biografia (Cleopatra (A Life))
Stacy Schiff
Editora Zahar
2010


Alguém aqui também é #HOLOSSEXUAL? :)

Pra quem adora o acabamento holográfico (ou furtacor), vai amar essas dicas de produtos, ó!

 

 

glitter-dailus-color-20-argentum-10581.06
Glitter Dailus Color 20 Argentum - R$14,40

 

brilho-labial-eudora-soul-get-flash-luminoso-holografico_1_808852
Brilho Efeito Holográfico Eudora – R

 

13277790_1186067844758424_433133617_n
Bomber holográfica SRI Clothing - R$139,00

 

14280578_1135345089892907_365522008_n
T-shirt Square Holográfica ETHUS – R$72,90

 

taquilla-tenis-prata-holografico-13
Tênis Prata Holográfico Taquilla – R$219,90

 

HTB1iFSeLXXXXXX2XFXXq6xXFXXXa_1024x1024
Bolsa Holográfica Mermaid FACTORY GIRL STORE – R