operação red sparrow

Operação Red Sparrow é mais uma tentativa de ampliar para as telonas um livro de sucesso – Red Sparrow, de Jason Matthews. Com estreia nacional para o dia 01/03, direção de Francis Lawrence (Jogos Vorazes) e estrelado por Jennifer Lawrence (Dominika Egorova), o filme promete muita ação e conflitos políticos.

O enredo é o melhor que o filme tem a oferecer. Ele vai além do tema repetitivo de conflitos de interesses entre EUA e outros países. Tem traições, inúmeras reviravoltas e muita espionagem. Aliás, o ponto alto do filme são as reviravoltas. São tantas que você se empolga. A mesma sensação e evolução dos filmes de Dan Brown, o que é ótimo. A leve diferença entre os dois é que os filmes de Brown têm finais previsíveis, já Red Sparrow pode te surpreender.

Com cenas chocantes bem dirigidas e produzidas (como todo o filme), há em contrapartida cenas estranhas (para não falar mal feitas) da bailarina Dominika Egorova (Lawrence) dançando no palco. Mesmo com alta tecnologia, temos a sensação de que estamos assistindo a um filme da Barbie bailarina. Ok, a história te distrai daquilo, no entanto as cenas destoam de tudo.

É muito claro que Jennifer Lawrence e parte do elenco principal estão ali apenas para alavancarem o nome do filme. Suas atuações são tão medianas que, se fosse para alcançar aquele resultado, poderiam ter sido interpretadas por qualquer artista. Uma pena, porque sabemos que muita gente vai ao cinema apenas pelos atores, ou até mesmo pela propagada nudez de Jennifer Lawrence. O que não impede de serem fisgados pelas tramas.

Filme que vai atrair muito público. E espero que, apesar de seus problemas, atraia você também.

Cinema: Operação Red Sparrow


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Mais uma atração brasileira do Planeta Brasil que você precisa conhecer! Anavitória é nome do duo musical por Ana Clara Caetano Costa e Vitória Fernandes Falcão. O álbum de estreia do duo foi lançado em 2016, com campanha de crowdfunding no Catarse, teve produção do Tiago Iorc e levou duas indicações ao Grammy, ganhando em Melhor Canção em Língua Portuguesa pela canção “Trevo (Tu)”.

Sobre o Festival Planeta Brasil

O Planeta Brasil completa nove anos e esta promete ser a maior e melhor edição do festival. Serão três dias de música, arte e experiências com a programação do Weekend Planeta Brasil. Os ingressos estão disponíveis no sympla/planetaweekend e podem ser adquiridos por dia ou passaporte para sexta e sábado.

A abertura acontece na Land Spirit, sexta, dia 26, com as festas Nas Internas (RJ) & Hipster Party (SP), juntas em BH pela primeira vez. Com dois palcos simultâneos trazendo Hip-Hop & Música Eletrônica, o evento faz a conexão cultural entre os dois estados em Minas Gerais. A Hipster Party traz seu estilo dance music, enquanto a festa Nas Internas mostra seu espaço cultural aberto a todas as formas de arte.

Dia 27 é o grande dia. O Mineirão será palco, mais uma vez, do Festival Planeta Brasil. Em seu line-up nomes como Phoenix, Soja, O Rappa (último show em Belo Horizonte), Vintage Culture, Anavitória, Gabriel, o Pensador (25 anos de carreira), além de encontros inéditos entre Criolo e Mano Brow; Gabriel Elias e Mariana Nolasco; Oriente e Iza; Maneva e Tati Portella.

No domingo, dia 28, a programação será no Instituto Inhotim, sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina.

Serviço

Weekend Planeta Brasil – Dias 26, 27 e 28/01

Dia 26 – Nas Internas & Hipster Party (Land Spirit – Olhos D’Água)

Dia 27 – Festival Planeta Brasil (Mineirão)

Dia 28 – Programação no Inhotim

Passaporte: $400,00 + taxa (Camarote Land – Planeta Brasil + Nas Internas & Hipster)

Sympla/planetaweekend


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A pluralidade do Festival Planeta Brasil combina perfeitamente com uma das suas atrações. A cantora brasileira Iza e sua voz que passeia por diversos ritmos como o pop, R&B, standards do jazz e por aí vai prometem marcar presença no próximo dia 27 de janeiro, na esplanada do Mineirão.

Carioca, Iza pode ser definida como uma cantora pop com estética internacional, porém com conteúdo nacional. Ou seja, ela se inspira em artistas internacionais que fazem a cabeça da nova geração, mas consegue amarrar essas referências com a sua brasilidade. Afinal, ela construiu sua reputação artística subindo vídeos na internet, mais especificamente interpretando músicas de Sam Smith, Major Lazer, Adele, Demi Lovato, Prince…

Tudo começou quando Iza– publicitária formada, com experiências trabalhando com edição de vídeos e marketing – resolveu largar tudo e apostar na carreira de cantora. O vídeo em que mescla “Flawless” (Beyoncé) com “Rude Boy” (Rihanna), o primeiro da série, hoje soma quase 300 mil visualizações. No total, seu canal oficial no YouTube está batendo na casa de um milhão de views.

Depois disso veio o sucesso do singleQuem Sabe Sou Eu”, que fez parte da trilha sonora da novela “Rock Story”. A cantora é queridinha das trilhas sonoras, onde soltou a voz para a regravação do standard “Fly Me To The Moon” na série “Nada Será Como Antes” e recentemente “I Put A Spell On You”, na trilha da novela “Pega Pega”. O seu atual single de trabalho é “Pesadão” em parceria com, Marcelo Falcão. Com produção de Sérgio Santos, o single imprime a pluralidade musical de Iza, transitando entre o R&B, pop e batidas de reggae.

“Quando você é uma cantora pop, você é muito mais do que a sua música. É preciso se comunicar como um todo. Vai do discurso até como você se veste.” Iza diz isso com a maturidade de quem parece ter décadas de estrada. Com essa consciência, ela conseguiu construir uma sólida base de fãs e chamar a atenção de formadores de opinião. E sempre com total controle de seus passos. “No mercado pop, você é encarada como um produto. Para que não haja algum mal-entendido, você precisa dizer para o mercado quem você é”, finaliza.

7º Planeta Brasil

A experiência desta edição será ainda maior e melhor, com mais música, mais diversidade, mais arte. Em seu line-up nomes como, Phoenix, Soja, O Rappa (último show em Belo Horizonte), Vintage Culture, Anavitória, Gabriel, o Pensador (25 anos de carreira), além de encontros inéditos entre Criolo e Mano Brow; Gabriel Elias e Mariana Nolasco; Oriente e Iza; Maneva e Tati Portella. Serão cinco palcos (Norte, Sul, HowDeep Stage, Locals Only Stage, Palco Exclusivo Camarote Land Spirit), mais de 30 atrações nacionais e internacionais, 40 mil m², food market, lounges e espaço de arte. Para compra de ingressos estão disponíveis três setores: Pista, Pista Premium e Camarote Land Spirit Open Bar Premium. As vendas são pelo site www.sympla.com/planetabrasil.

Outras informações pelo www.instagram.com/festivalplanetabrasil.

Serviço:

7ª edição Festival Planeta Brasil – Belo Horizonte / MG;

Dia 27 de janeiro, Esplanada do Mineirão (Portão Sul);

5 palcos, +30 atrações nacionais e internacionais, 40 mil m², Food Market;

Ingressos a partir de R$120

www.sympla.com/planetabrasil


É feriado, é fim de semana, é hora de saber os lançamentos musicais da semana.

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MAIS BONITO NÃO HÁ – MILTON NASCIMENTO E TIAGO IORC - Chegou o grande dia de ouvirmos esta parceria inesperada, porém belissíma. Esta grata parceria é para preencher os ouvidos com uma das vozes masculinas mais belas da música brasileira, do Milton Nascimento, somada à voz revelação do Tiago Iorc. Teremos oportunidade de ouvi-los ao vivo em BH no dia 03 de Dezembro no anfiteatro do Mineirão. Temos mais informações.

 

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COLORS – BECK - O cantor que tirou um dos principais Grammy’s da Beyoncé, está com um álbum novo. É a prova que Beck quando vai lançar um álbum não brinca em serviço.

ESCUTE: I’m So Free; Colors; Dreams.

 

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MASSEDUCTION – ST. VINCENT - A cantora americana St. Vincent está de álbum novo. Aclamada por boas misturas de estilos musicais, e por ser multi-instrumentista, St.Vincent lança seu novo trabalho com músicas mais dançantes, letras mais divertidas e menos rock. Contém também grandiosas baladas.

ESCUTE: Masseduction; Hang On Me; Slow Disco; Pills.

 

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BEAUTIFUL TRAUMA – P!NK - Depois de uma excelente fase musical com o álbum anterior, The Truth About Love, muitas vezes premiado e querido por críticos, P!ink quer manter-se na crista da onda. O álbum está mais politizado, mostrando todo o seu potencial vocal maravilhoso (sem gritar demais como no álbum anterior), não muito pop para festinhas e cercado de boas baladas,

ESCUTE: Where We Go, For Now, What About Us.

 

ESCUTE TAMBÉM: Is That For Me – Alesso e Anitta; Mano Que Zuera – João Bosco; Up To Something – Naaz; Captei Você – Garotas Suecas;

 


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De tempos em tempos os gêneros cinematográficos se renovam e o terror não fica de fora dessa lógica. Isso se deve muito a visão dos diretores em querer contarem as mesmas histórias de formas diferentes, aos contextos sociais de cada época, ao ritmo do público, as novas tecnologias. Enfim, uma gama de situações do tempo presente que juntas promovem as renovações. Os filmes Raw (2016) e Get Out (2017) são bons exemplos sobre a nova cara do terror.

Essa introdução toda foi apenas para justificar que Amityville – O Despertar, em cartaz nos cinemas de BH, poderia ter sido mais um exemplo dessa renovação, porém não é o que acontece. O filme de Franck Khalfoun preferiu ficar no mais obvio do que se espera de um filme de terror deixando-o entediante e sem razão de ser.

Existe uma grande diferença entre medo e susto. O medo é necessário em qualquer filme do terror. É ele quem leva o filme adiante. É o medo que nos prende àquela história. O susto, quando bem encaixado ao medo, é uma ferramenta preciosa para esse gênero. Mas, o susto pelo susto não convence. Uma sucessão de sustos aleatórios cansa. E é isso o que mais temos em Amityville – O Despertar.

A história é carregada de clichês: Acompanhamos a mudança de uma família para uma nova/velha casa em Amityville, famosa por ter sido o cenário de assassinatos e possessões no passado, afim de darem um melhor conforto ao filho doente. Temos a filha mais velha, revoltada e a primeira a observar que algo não está certo (clichê nº 1), a mãe cética sobre tudo (clichê nº 2), a filha mais nova que conversa com os espíritos (clichê nº 3), o cachorro que sempre é o primeiro a pressentir algo e o primeiro a morrer (clichê nº 4), um médico ou um padre que sempre foge do local (clichê nº 5) e por aí vai. E o problema de tantos clichês é que sabemos o fim de cada um. Um sustinho aqui, outro acolá, mas medo, aquele medo real não sentimos.

Uma pena porque o elenco é bom e de rostos conhecidos. Temos Jennifer Jason Leigh fazendo a mãe Joan, a nova queridinha do público teen, Bella Thorne, Belle a filha mais velha e Jennifer Morrison como Candice, a tia avulsa e totalmente desnecessária na história. São nomes que chamam o público? Com certeza, mas fica-se apenas nisso. As atuações são todas no automático perdendo a única chance do casting salvar o todo.

Deixei o clichê mais importante para o final. Todos nós já conhecemos o que se passou e o que acontece com a família que se muda para a casa demoníaca de Amityville. O clássico Horror em Amityville ( The Amityville Horror), de 1979, foi o primeiro filme de uma série que o seguiram a retratar tais acontecimentos. Vale lembrar que a história original do filme é baseada em fatos reais. Resumindo: Amityville – O Despertar não traz nenhuma novidade sobre o que pode acontecer em quase duas horas de filme com essas novas pessoas na famosa casa nº 112 da Ocean Avenue . Infelizmente o medo e a curiosidade não foram despertados dessa vez.

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