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Caminhando um pouco para os anos 20, você que curte uma onda retrô vai adorar essa dica! Sabe aqueles sapatos que trazem um “T” no peito do pé ( com ou sem salto)? Esse modelo foi batizado de Salomé. Ele lembra um pouco os sapatos de flamenco e além do famoso “T” é aberto lateralmente e traz uma fivela no tornozelo. Hoje eles existem em diversas versões e reinam nas passarelas… Já escolheu o seu?
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Por Thaís Azze
“O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria.” (William Shakespeare)
Oi people! Como vocês estão? E esse tempinho que chegou a BH, hein? Superconvidativo para uma taça da bebida dos deuses! Aproveitaram o feriado para fazer novas descobertas? Gostaria de trocar informações com vocês, queridos leitores do blog . Contem-me suas experiências e como aprenderam a gostar um pouco mais de vinhos.
Vimos que não há segredos e que é uma bebida completamente acessível. Pois bem, aguardarei ansiosamente por suas histórias.
Vamos, então, ao nosso assunto da semana: falaremos dos vinhos e os seus países! Para quem não sabe, além das uvas, podemos ter países de preferência. Interessante, não?
Ah, antes de entrar nesse assunto, não poderia deixar de compartilhar com vocês o presente que ganhei de aniversário: o livro mais elogiado e querido por todos os enófilos, o Atlas Mundial do Vinho! Vamos aprender muito mais! Digo vamos, porque dividirei tudo com vocês! Chega de blá-blá-blá e vamos direto ao assunto deste post!
O tema é extenso, portanto, irei me concentrar naquilo que considero mais importante. Porém, a cada bate-papo nosso, prometo voltar ao assunto e detalhá-lo um pouco mais. Hoje, ressaltarei as regiões produtoras de vinhos nos países, falando resumidamente das suas respectivas histórias.
Há mais de 30 países produtores de vinhos e mais de 1.000 regiões produtoras. Citaremos as principais, senão as mais conhecidas.
“O vinho revela os sentimentos.” (Horácio)
Le vin est amour! Começamos por um país que é bastante famoso em relação à bebida: a França. É impossível pensar na França sem associá-la ao vinho. De acordo com o Atlas Mundial do Vinho, a França ainda é um fornecedor em um nível mais alto de qualidade e maior variedade do que qualquer outro país. Algumas regiões produtoras desse país são: Borgonha, Côte d’Or, Champagne, Vale do Loire, Jura e Savóia, Bordeaux, Rhône, Sudoeste, Dordonha, Languedoc-Roussillon, Provença, Alsácia, Córsega.
Os solos da França são mais variados do que qualquer outro país, pois são ricos em calcário, que é muito favorável à qualidade vinícola. Outro ponto benéfico, as mudanças climáticas. A França, além de possuir ótimos vinhedos, os define, classifica e controla mais do que qualquer outro país. Tudo isso faz da França um dos melhores produtores de vinho. Indico dois vinhos Franceses: Cotês Du Rhône, Cotês de Gascorgne Syrah 2006, Beaujolais 2009.
Che bello, che bello! A linda Itália possui a mais rica variedade de tipos de vinhos e climas, mas não tem a organizaçao dos franceses. O título de “mãe” dos vinhos superiores ainda é da França, no entanto, os vinhos italianos possuem mais personalidade. Eles são dotados de vivacidade e estilo próprio.
De acordo com Hugh Johnson, em termos de geografia, seria impossivel a Itália não produzir bom vinho com variedade, já que encostas, luz solar e clima temperado são fundamentais. As regiões mais famosas são: Piemonte, Lombardia, Vêneto, Friuli, Emilia Romagna, Toscana, Marches, Abruzzo, Úmbria, Campania, Sicília. Vinhos Italianos que tenho apreço: Sangiovese di Toscana 2009, Pinot Noir Umbria 2006.
“Ao contrário dos relacionamentos pessoais e profissionais, no vinho a infedilidade é essencial”, João Filipe Clemente.
Olé! Hugh Johnson diz que é impossível resumir a Espanha. No século passado os vinhedos espanhóis já zumbiam, agora com os investimentos feitos, o vinho espanhol está vivendo um surto de popularidade internacional. A Espanha tem uma vantagem para as vinhas, a combinação de altitude e latitude. As regiões produtoras são: Costa da Galícia, Toro, Ribera Del Duero, Rioja, Navarra, Somontano, Catalunha, Priorat, Andaluzia. Os vinhos que já degustei e gostei são: Artero Crianza La Mancha 2006, Caliu Terra Alta.
Alemanha! Sim, a Alemanha! Vocês sabiam que há 40 anos os vinhos brancos das uvas Riesling, de origem alemã, eram conhecidos como os melhores do mundo? Hoje em dia, os vinhos australianos caíram mais no gosto das pessoas, mas especialistas apontam que o vinho Alemão vem recuperando a preferência internacional graças ao trabalho perseverante da nova geração de viticultores que está à frente das vinícolas. Ao que parece,a Alemanha está voltando a ganhar as mesas internacionais. Hugh Johnson explica que o vinho alemão ficou com sua imagem prejudicada por causa do enorme volume de “água adocicada” exportado pela Alemanha com nomes como Liebfraumilch e Niersteiner, mas ele também ressalta que, atualmente, esse tipo de vinho está em decadência.
Grande parte dos vinhedos alemães localiza-se na máxima latitude norte, o que dá a possibilidade de as uvas amadurecerem. As regiões produtoras são: Mosela, Sarre, Piesport, Bernkastel, Ruwer, Rheingau, Hochheim, Rheinhessen, Nahe, Palatinado, Baden Wurttemberg, Francônia, Saxônia. Ficarei devendo uma dica de vinho alemão, pois não tive a oportunidade de experimentá-lo ainda. Assim, em breve, prometo uma boa dica (caso alguém se habilite a indicar…o espaço é de vocês).
Amigos do vinho, antes encerramos a conversa de hoje, quero lembrá-los, mais uma vez, que a degustação é um processo subjetivo em que cada um de nós tem experiências e gostos próprios. Podemos começar pelas preferências, mas em seguida, desenvolveremos o paladar e, provavelmente, mudaremos o que era preferencial. O melhor juiz dos estilos corretos de vinhos é você mesmo!
Jancis Robinson disse: “Não há certos ou errados absolutos na apreciação de vinhos”. Confesso a vocês que mais difícil do que apreciar vinhos é conseguir comunicar as suas sensações. “Quem fala sobre o vinho está a apenas um passo de escrever sobre ele, mas poucos degustadores dão este passo”, declara Jancis Robinson.
Portanto, continue testando, experimentando. Preste atenção a cada gole, descreva suas sensações e anote-as. Em pouco tempo, você terá muito o que compartilhar.
Essa semana, minha querida irmã me enviou uma dica superinteressante de um site que sugere o vinho que mais combina com você de acordo com o seu paladar, o 9wines. A dica foi do site Hypeness, que sempre divulga matérias ligadas à criatividade e inovação. Confira!
Semana que vem tem mais! Salut!
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Antes de apresentar a série Game of Thrones eu tenho que te alertar: assista aos episódios quando você não estiver com a cabeça em mais nada, pois esse é um enredo que vai exigir 100% do seu foco e atenção. Do contrário, você periga de fazer igual a Mônica de Paula e dormir durante os capítulos, perdendo uma história fantástica.
Game of Thrones entrou, no dia 31 de março, em sua terceira temporada. Se você ainda não viu, a dica é comprar box de DVD, baixar, mandar cartinha pro Netflix pedindo a série ou o que quer que seja para assistir as duas temporadas anteriores, porque vale muito a pena – e, sem elas, você não vai entender bulhufas do que está no ar pela TV. A série conta a história mágica (no sentido fantástico da palavra) dos sete reinos de Westeros, com sete famílias problemáticas, birrentas e cheias de gana no intuito de se degladiarem.
A família mais legal da série (e, nem por isso, menos problemática) é a família Stark, que se não te pegar pelo laço com a hombridade e a inteligência de seus membros, certamente irá te encantar pela beleza dos homens Stark – a começar pelo patriarca, Ned Stark, interpretado pelo charmosíssimo Sean Bean, o Boromir de O Senhor dos Anéis.
Os nomes em Westeros são muito difíceis de memorizar, e a série é cheia de personagens complexos – daí a necessidade de você se deixar imergir completamente em Game of Thrones, sem muita chance de distração. Mas fique atento a nomes como Jon Snow, Arya Stark, Tyrion Lannister e Daeneris Targeryan. Não vou nem te falar para prestar atenção no nome de Joffrey, porque ele com certeza se fará lembrado na sua memória.
Se você gosta de histórias com pegada medieval, entre acontecimentos supernaturais e dragões, e tem uma caidinha básica por cenas de guerra e luta bem produzidas, Game of Thrones é a série para você. Atual “menina dos olhos” da HBO, a série (que surgiu através dos livros de George R.R. Martin, de mesmo nome) promete muito melhorar a cada temporada. A julgar pelos livros, história para isso tem.
E um elenco qualificado – e cheio de estrelas – é o que não vai faltar para quem ousar conhecer Westeros.
Quer saber mais de GoT? Visite a categoria da série no Sérieterapia!