Já ouviram falar de rosácea? É uma doença na pele que provoca vermelhidão e erupções, principalmente na área do rosto. Fui diagnosticada há uns três anos. Muita gente pode me achar dramática por usar o termo “diagnóstico”, mas hoje falo desta forma com toda a propriedade que me cabe. risos.

Esse instagram da @talontedlex foi o que mais me ajudou a entender a rosácea. Acessem!
Crédito pro Blog da @talontedlex (foto), que me ajuda a cada dia a entender melhor sobre rosácea

De um ano pra cá, posso dizer que minha relação com a rosácea piorou bastante. De ter dias de eu não querer sair de casa por acordar com a cara totalmente vermelha. Nem maquiagem é capaz de tapar as erupções. Mexe muito com a autoestima.

E a falta de conhecimento (nossa e das outras pessoas) piora demais as coisas. Antes, por exemplo, eu achava que era bom deixar o sol secar as inflamações. Nuh! Em janeiro deste ano, meu rosto chegou a ficar roxo e totalmente inflamado.

Depois de ler muito sobre o assunto, passei a entender melhor minha condição. Tenho limitações. Aceitei e doeu bem menos.

Beber álcool? Piora. Vinho tinto então? Destrói. Calor? É ruim. Frio? Horroroso. Comida Apimentada? Grande Inimiga. E o stress? Arregaça.

Como não vou viver em uma bolha, decidi dosar (ou pelo menos tentar).

E, claro, tem produtos que me ajudam demais. (Lembrando que esses são os que se deram bem com a minha pele…Cada caso é um caso!)

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1) Água Micelar Ultra -La Roche Posay (passo pra tirar o excesso de maquiagem)

2) Água Thermal La Roche Posay – Não dá pra viver sem, pois acalma a pele em crises

3) Bioderma Sensibio AR: Passo antes de dormir, pra acalmar o rosto

4) Inneov Solar: Além de passar o filtro normalmente, tomo essas cápsulas pra reforçar a proteção solar, que é grande inimiga da rosácea.

Pessoal, é importante dizer que rosácea não tem cura. =( Quem me ajudou, e ajuda demais, nessa saga é minha dermato, Dra Lígia Colucci – (31) 3291-1035


emmy2017

Não teve pra ninguém! A 69ª edição do Emmy Awards que premiou na noite de ontem os melhores da TV foi reinado pelas mulheres. Todas as principais categorias vencedoras tinham uma característica em comum: as historias eram sobre elas e as melhores atuações foram delas. Em tempos hipócritas e sombrios, tais vitórias são como uma luz para uma democrática discussão sobre o papel feminino na sociedade e porque tantos não entendem e não “querem” isso.

A safra de concorrentes foi uma das mais fortes dos últimos Emmy’s o que fez a banca de apostas explodir nos últimos dias. Big Little Lies, Handmaid’s Tale, VEEP e Black Mirror – San Junipero foram as grandes vitoriosas da noite nas principais categorias: melhor minissérie, série drama, série comédia e telefilme, respectivamente. E tendo o universo feminino como espinha dorsal de toda a narrativa.

biglittleliesO drama da HBO, Big Little Lies, baseado no livro homônimo de Liane Moriarty, foi a grande consagração da noite. A história sobre os dramas de mulheres de uma cidade envolvidas em um assassinato prendeu a atenção do público em seus sete episódios. Mas BLL era mais do que uma história de quem matou e quem morreu. A violência doméstica, o papel da mulher em uma sociedade machista, a forma de lidar com o sexo, filhos, casamento foram os temas que chamaram a atenção para essa história. Além do principal prêmio da noite, Big Little Lies ainda premiou Nicole Kidman como melhor atriz, Laura Dern, melhor atriz coadjuvante e Alexander Skarsgard, melhor ator coadjuvante.

handmaidestaleOutra obra aclamada pela crítica e pelo público, The Handmaid’s Tale, também baseada no livro de Margaret Atwood, também consagrou Elisabeth Moss como melhor atriz de série drama, Ann Dowd melhor atriz coadjuvante e Alexis Bledel melhor atriz convidada. A história de um mundo distópico onde as mulheres perdem seus valores na sociedade e se tornam meras procriadoras de outras famílias e, um país governado por leis oriundas de uma religião extremista fez o público pensar que talvez esse mundo não esteja tão distante, como um dia chegamos a imaginar.

veepA comédia VEEP já conhecida e queridinha do grande público. Julia Louis-Dreyfus já é veterana como vencedora de prêmios e dessa vez não foi diferente. E mesmo sendo uma comédia com um humor bem peculiar, VEEP consegue tratar de assuntos atuais e totalmente relevantes. São vários episódios que trazem uma mensagem sobre  tempo estranho que estamos vivendo e como a sociedade, cega, está lidando com diversos assuntos.

san-juniperoPara nós do Ameixa, a grande surpresa da noite foi a vitória de San Junipero, um episódio de Black Mirror que entrou na categoria telefilme por estar entre as normas da disputa. Sabemos que as histórias de Black Mirror são densas, pesadíssimas e sem muitas esperanças a cerca do futuro que nos espera. Porém, San Junipero foge dessa “regra” e nos apresenta uma história de amor, que a principio pode ser como outra qualquer, mas que, com a as novas tecnologias pode se estender ainda mais, pode-se também machucar muito mais.

Como se não bastasse tudo isso, ainda estavam no páreo atrizes consagradíssimas e que fazem valer cada minuto ganho em frente à TV para apreciarmos seus trabalhos. Estamos falando de Jessica Lange, Susan Sarandon, Viola Davis, Claire Foy, Evan Rachel Wood, Robin Wright, Carrie Coon, Felicity Hoffman, Reese Whiterspoon,  Judy Davis, Jackie Hoffman e Michelle Pfeiffer. Um conselho: assista as suas series, minisséries e filmes para a TV e não as provoque!


O Brasil e o mundo merecem distrair a cabeça depois do cancelamento da Lady Gaga no Rock In Rio. Algumas sugestões musicais para afagar os corações partidos com músicas boas.

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REBEL HEART TOUR LIVE – MADONNA - áudio da turnê mundial da dona do pop. A fatalidade do vazamento na internet do álbum de estúdio, que dá o nome da turnê, não rendeu para a rainha o devido respeito à sua nova era. Mesmo sendo um grande álbum, o lançamento de Rebel Heart rendeu um show dedicado aos seus grandes sucessos, ao invés das músicas do novo álbum. Diferente do que ela fez nas últimas turnês. Vale a pena assistir ao show.

ESCUTE: True Blue, Deeper And Deeper, Devil’s Pray, La Vie En Rose, Body Shop.

MÚSICAS PARA CANTAR JUNTO – JOTA QUEST - Toda semana a banda lança duas músicas acústicas. Desta semana tem o destaque da parceria com Milton Nascimento. Que honra! Um projeto diferente do grupo que está valendo muito a pena. Viva a música pop/rock mineira!

RESPECT – ARETHA FRANKLIN (With The Royal Philharmonic Orchestra) - Uma das músicas e vozes mais conhecidas no mundo está com uma versão belíssima e poderosa.

 

Escute também: Rainbow – Sia; o álbum Concret And Gold – Foo Fighters; the gate – Bjork.


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De tempos em tempos os gêneros cinematográficos se renovam e o terror não fica de fora dessa lógica. Isso se deve muito a visão dos diretores em querer contarem as mesmas histórias de formas diferentes, aos contextos sociais de cada época, ao ritmo do público, as novas tecnologias. Enfim, uma gama de situações do tempo presente que juntas promovem as renovações. Os filmes Raw (2016) e Get Out (2017) são bons exemplos sobre a nova cara do terror.

Essa introdução toda foi apenas para justificar que Amityville – O Despertar, em cartaz nos cinemas de BH, poderia ter sido mais um exemplo dessa renovação, porém não é o que acontece. O filme de Franck Khalfoun preferiu ficar no mais obvio do que se espera de um filme de terror deixando-o entediante e sem razão de ser.

Existe uma grande diferença entre medo e susto. O medo é necessário em qualquer filme do terror. É ele quem leva o filme adiante. É o medo que nos prende àquela história. O susto, quando bem encaixado ao medo, é uma ferramenta preciosa para esse gênero. Mas, o susto pelo susto não convence. Uma sucessão de sustos aleatórios cansa. E é isso o que mais temos em Amityville – O Despertar.

A história é carregada de clichês: Acompanhamos a mudança de uma família para uma nova/velha casa em Amityville, famosa por ter sido o cenário de assassinatos e possessões no passado, afim de darem um melhor conforto ao filho doente. Temos a filha mais velha, revoltada e a primeira a observar que algo não está certo (clichê nº 1), a mãe cética sobre tudo (clichê nº 2), a filha mais nova que conversa com os espíritos (clichê nº 3), o cachorro que sempre é o primeiro a pressentir algo e o primeiro a morrer (clichê nº 4), um médico ou um padre que sempre foge do local (clichê nº 5) e por aí vai. E o problema de tantos clichês é que sabemos o fim de cada um. Um sustinho aqui, outro acolá, mas medo, aquele medo real não sentimos.

Uma pena porque o elenco é bom e de rostos conhecidos. Temos Jennifer Jason Leigh fazendo a mãe Joan, a nova queridinha do público teen, Bella Thorne, Belle a filha mais velha e Jennifer Morrison como Candice, a tia avulsa e totalmente desnecessária na história. São nomes que chamam o público? Com certeza, mas fica-se apenas nisso. As atuações são todas no automático perdendo a única chance do casting salvar o todo.

Deixei o clichê mais importante para o final. Todos nós já conhecemos o que se passou e o que acontece com a família que se muda para a casa demoníaca de Amityville. O clássico Horror em Amityville ( The Amityville Horror), de 1979, foi o primeiro filme de uma série que o seguiram a retratar tais acontecimentos. Vale lembrar que a história original do filme é baseada em fatos reais. Resumindo: Amityville – O Despertar não traz nenhuma novidade sobre o que pode acontecer em quase duas horas de filme com essas novas pessoas na famosa casa nº 112 da Ocean Avenue . Infelizmente o medo e a curiosidade não foram despertados dessa vez.

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Chi Chi lê lê…Viva Chile!

Já estava mais que na hora de BH ter a sua festa chilena! As festas peruanas, francesas, italianas já entraram para o calendário da cidade e nada mais justo, que a comunidade chilena da capital se juntasse para mostrar aos mineiros o melhor da cultura do seu país.

Segundo dados do Consulado do Chile, moram em Belo Horizonte mais de 300 chilenos (em Minas Gerais chegam a quase 1000) desempenhando as mais diversas profissões. Eles já se reúnem anualmente para celebrar a independência do Chile (18/09), uma das mais tradicionais e esperadas festas do país. Agora querem que a cidade que os acolhe tão bem celebrem juntos com eles essa data tão importante.

“Nós chilenos, como comunidade, vínhamos a alguns anos, comemorando nossas festas pátrias de maneira privada, mantendo sempre presente a idéia de, um dia, oferecer uma festa para a comunidade Belo Horizontina e mostrar o quão rica é a nossa cultura, motivo pelo qual nos empenhamos para tornar possível esta festa aberta à toda comunidade”, conta Carolina Pizarro, uma das organizadoras da festa.

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A festa que acontecerá na Rua Tomé de Sousa, entre as ruas Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas, de 11h às 20h, contará com 20 barraquinhas de comidas, bebidas e artesanato chileno e um palco com apresentações de músicos e bandas chilenas e grupos de danças típicas. No cardápio os tradicionais anticuchos (carne no espetinho), choripanes (pão com linguiça), alfajores e chilenitos prometem conquistar o paladar dos mineiros. Para refrescar, não podia faltar o famoso Terremoto, bebida típica feita com vinho adocicado, pipeno e sorvete de abacaxi.

“Queremos compartilhar tudo o que Chile tem de bom com nossa amada Belo Horizonte. Este seria um convite para trazer os chilenos que vivem em BH e região, com suas famílias, amigos e simpatizantes do Chile. Viver um dia cheio de alegria, comer refeições deliciosas, ouvindo e dançando canções tradicionais. Nossa ideia é fazer deste evento uma tradição para os próximos anos, em BH, pois o Chile sendo um país tão próximo e tão querido e requerido pelos brasileiros não pode continuar ficando fora deste costume, o que ajudaria a contribuir para o turismo regional”, finaliza Osvaldo Castro, fotógrafo e também um dos organizadores da festa.

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Estrutura

Barraquinhas gastronômicas : comidas típicas como empanadas, doces chilenos, sopaipillas, choripanes, anticuchos , sanduíches tradicionais, dentre outros.
Barraquinhas de bebidas: vinhos chilenos, pisco, cervejas artesanais, terremotos, refrigerantes e água.
Barraquinhas extras: empresas de turismos e escolas de idiomas.
Barraquinhas de artesanato: As barraquinhas contará com artistas muitos talentosos que trabalham diversos tipos de artesanatos como jóias em prata, instrumentos musicais, couro, tecidos, etc.
Palco: Diversos músicos chilenos e latino-americanos com muita musicas típicas , como a  cuecas, cumbias  e boleros para animar todos os convidados. Além das apresentações de danças típicas, concursos e a presença de DJs.

Serviço
Primeira Festa Chilena em BH
Data:
16 de setembro de 2017
Horário: 11h às 20h
Local: Rua Tomé de Sousa, entre as ruas Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas – Savassi

Ingressos: 1kg de alimento não-perecível. Entrada sujeita à lotação do local