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Mais uma atração brasileira do Planeta Brasil que você precisa conhecer! Anavitória é nome do duo musical por Ana Clara Caetano Costa e Vitória Fernandes Falcão. O álbum de estreia do duo foi lançado em 2016, com campanha de crowdfunding no Catarse, teve produção do Tiago Iorc e levou duas indicações ao Grammy, ganhando em Melhor Canção em Língua Portuguesa pela canção “Trevo (Tu)”.

Sobre o Festival Planeta Brasil

O Planeta Brasil completa nove anos e esta promete ser a maior e melhor edição do festival. Serão três dias de música, arte e experiências com a programação do Weekend Planeta Brasil. Os ingressos estão disponíveis no sympla/planetaweekend e podem ser adquiridos por dia ou passaporte para sexta e sábado.

A abertura acontece na Land Spirit, sexta, dia 26, com as festas Nas Internas (RJ) & Hipster Party (SP), juntas em BH pela primeira vez. Com dois palcos simultâneos trazendo Hip-Hop & Música Eletrônica, o evento faz a conexão cultural entre os dois estados em Minas Gerais. A Hipster Party traz seu estilo dance music, enquanto a festa Nas Internas mostra seu espaço cultural aberto a todas as formas de arte.

Dia 27 é o grande dia. O Mineirão será palco, mais uma vez, do Festival Planeta Brasil. Em seu line-up nomes como Phoenix, Soja, O Rappa (último show em Belo Horizonte), Vintage Culture, Anavitória, Gabriel, o Pensador (25 anos de carreira), além de encontros inéditos entre Criolo e Mano Brow; Gabriel Elias e Mariana Nolasco; Oriente e Iza; Maneva e Tati Portella.

No domingo, dia 28, a programação será no Instituto Inhotim, sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina.

Serviço

Weekend Planeta Brasil – Dias 26, 27 e 28/01

Dia 26 – Nas Internas & Hipster Party (Land Spirit – Olhos D’Água)

Dia 27 – Festival Planeta Brasil (Mineirão)

Dia 28 – Programação no Inhotim

Passaporte: $400,00 + taxa (Camarote Land – Planeta Brasil + Nas Internas & Hipster)

Sympla/planetaweekend


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Mais um final de semana recheado de ensaios abertos. Final de semana do dia 19 a 21 de janeiro. Colocamos aqui os blocos, horários e locais destes ensaios. E ao final os eventos promovidos pelos blocos. Divirtam-se.

ENSAIOS ABERTOS DE BLOCOS DE CARNAVAL DE BH DIAS 19, 20 E 21 DE JANEIRO

19/01

18h – Bloco Garotas solteiras – CRJ na Praça da Estação

19h – Bloco Me Beija que sou pagodeiro – Mercado Distrital do Cruzeiro

23h – Tira o Queijo – Praça da Estação

20/01

10h – Bloco É o Amô – Bar Latino – Av Tereza Cristina 537, Prado

11h – Asa de Banana – A Fábrica – Av .Tereza Cristina, 295, Belo Horizonte

11h – Carna Krug – Rua Maj. Lopes, 172 (em frente ao Krug Bier) – São Pedro

13h – Bloco Vou ali e volto e Asa de Banana – Underground Black PUB – Av. Itaú, 540 – Bairro Dom Cabral

13h – Xaixai com BARTUCADA e Charanga das Padês – BartuQuadra – Av: Pedro II, 3337 – Padre Eustáquio

15h – Alô Abacaxi – Rua Juiz de Fora, 144

15h – Bloco Mamãe tô Frito – Rua Soares Nogueira, 777, Camargos

15:30 – Com Sagrados – Praça da Petrolina – Sagrada Familia

21h – Bloco Funk You – Mel Espaço Festas (R Britaldo Ribeiro de Oliveira, 312 – Esmeraldas – MG)

21/01

11h – Bloco Ziriggydum Stardust – Sapucaí, 499 – Floresta

10h – Bloco Garota eu vou pro Califórnia – Av. dos Clarins – Conjunto Califórnia 01

13h – Bloco sem manicômios e sem prisões – Praça Duque de Caxias – Santa Teresa

15h – Bloco da Roda de Timbau – Necup – Av. Nossa Senhora de Fátima, 3312

15h – Bloco da Língua – Espeteria Dú Paizão – Av. Brigadeiro Educardo Gomes, 1745 – Glória

15h – Bloco Afro Fala Tambor – Praça Floriano Peixoto – Santa Efigênia

16:20 – Bloco Fúnebre – Pç da Bandeira – Mangabeiras

EVENTOS

20/01

14h – Baianas Ozadas – Villa Albertini – R. Cristal, 137 – Santa Teresa

14h – PRÉ CARNAVAL BLOCO SAI ZIC(K)A – O REI RAJA – Avenida Raja Gabáglia 1201

15h – Quando Come Se Lambuza – Quadra de Escola de Samba Cidade Jardim – Belo Horizonte, MG

18h – Bloco da Língua – Festival Sensualize – Av. Abílio Machado, 3081 – São Salvador

18:30 Movimento Benedito ● BaianaSystem, Chama o Síndico e PPK – Parque Municipal

21/01

12h – Sonoriza | Brilha, Garotas, Havayanas, Juventude, PPK, Tchanzinho – Music Hall BH, Av. do Contorno, 3239

14 às 19h – Bloco Sexta Ninguém Sabe – ARENA SPORT BAR – AV. PORTUGAL 4514 LJ. 02, ITAPOÃ

20h – Bloco Funk You – Observatório (R. Sen. Milton Campos, 230 – Vila Castela, Nova Lima – MG)


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Finalmente estréia hoje em circuito nacional, Call Me By Your Name (Me Chame Pelo Seu Nome), do italiano Luca Guadagnino. O filme recebeu criticas positivas por todos os festivais que se apresentou e começou 2018 com indicações ao Globo de Ouro, Critics Choices e ao que tudo indica será lembrado também no Oscar desse ano.

Baseado no romance de André Aciman, Call Me By Your Name nos leva para o verão de 83 ao norte da Itália para contar a história de Elio (Timothée Chalamet), um adolescente de 17 anos, filho de um professor de cultura Greco-romana ( Michael Stuhlbarg) que sempre recebe em sua casa de verão estudantes do mundo todo. Em 83, os Perlman’s recebem Oliver (Armie Hammer), a personificação da beleza grega que atrai imediatamente todos os olhares da casa, principalmente a de Elio.

A direção de Guadagnino poderia seguir por dois caminhos e transformar Call Me By Your Name num filme melodramático e direcionado apenas ao público gay. Por sorte e também graças ao roteiro de James Ivory, o filme está longe de ser meramente classificado como apenas uma história homoafetiva. Call Me By Your Name é muito mais que isso.

Trata-se de um filme de descobertas da adolescência, mas sem rótulos, preconceitos ou medos. Até porque, Elio foi criado em uma família multicultural onde esses questionamentos não caberiam. Elio e Oliver se colocam como objetos de desejo um do outro assim que se conhecem. O ponto de partida é a admiração mutua entre eles. E a curiosidade em conhecer mais, em experimentar mais um do outro, um pelo outro, só aumenta no decorrer do bucólico mas colorido verão de 83.

Como na maioria dos filmes que retratam um relacionamento homoafetivo, em Call Me By Your Name a sexualidade não é a questão principal da discussão. Ela é sim um meio para falarmos sobre desejos, admiração e um encantamento extremamente erótico. E ela toca cada um de uma forma diferente, o que faz que o desenrolar dessa história possa parecer um pouco triste, mas que no fundo não é ou será.

Oliver, assim como qualquer estudante dedicado, estuda com delicadeza seu objeto de estudo, o aproxima do seu mundo, o guarda em memória com amor. Mas o deixa lá, no perfeitamente “intacto” e retoma sua história real. Já Elio, aprende com seu objeto de estudo e desejo que toda decisão inevitavelmente vem acompanhada de muito prazer e também de dor e, que as descobertas estão apenas começando.

Call Me By Your Name é um filme de sensibilidade honesta para falar de sentimentos. Não cai no senso comum e não apela para recursos dramáticos. É delicado com seus personagens e seus desejos revelados ou ocultos. É um olhar maduro sobre os ritos de passagem que todos nós estamos sujeitos em qualquer momento das nossas vidas. Basta estarmos abertos a isso.


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Uma das promessas de filmes de terror/suspense para o ano de 2018 é o filme Sobrenatural – A Última Chave. Com estreia para esta quinta-feira (18/01), este quarto capítulo da franquia Insidious mostra mais um episódio na vida da investigadora paranormal Elise Rainer (Lin Shaye). Passado dessa vez no ano de 2010, o filme conta sobre a volta de Elise para a casa em que morava quando criança para enfrentar seus primeiros demônios.

Sobrenatural é considerada uma das mais bem sucedidas franquias de suspense da década. E mesmo em seu quarto filme ainda se mostra com muito fôlego. O encontro de Elise com os demônios de sua infância, na casa em que foi criada, pode criar uma expectativa do fim da era Sobrenatural. Entretanto, o roteiro bem apresentado, envolvente e maduro vai contra o óbvio que todos os outros filmes trouxeram e traz sinais de que a história poderá continuar.

Um bom diferencial deste filme em relação aos anteriores é a agilidade da história. O filme é mais rápido. As cenas de sustos não são longas. É mérito do casamento de um bom roteiro (rápido e direto, exatamente como deve ser nos dias de hoje) e uma direção com cenas curtas e objetivas. Nada daquelas cenas que fazem o espectador pensar: mas por que não fizeram isto? Até porque o filme é de 2017 e se passa em 2010, ano do lançamento do primeiro filme da franquia. Como o acesso a filmes deste gênero é mais fácil hoje em dia, é preciso mostrar uma novidade. Ponto pra este filme.

Outro diferencial é a personagem Elise mais séria, ainda que ao lado dos propensos caçadores de fantasmas, digo, ajudantes da Elise, Tucker (Angus Sampson) e Specs (Leigh Whannell). Ficou somente para eles o tom de comédia deste suspense. O filme ganhou mais credibilidade por isto. Saiu daquele formato anterior de: temos um demônio, vamos chamar Elise e seus ajudantes desajeitados.

Para quem não viu nenhum dos filmes anteriores, não se preocupe. O filme é muito redondo. Em nenhum momento você ficará perdido na história. Para os fãs destes filmes, fiquem tranquilos, pois há referências aos filmes anteriores, só que de forma mais sutil. As cenas dos anteriores que aparecem são muito bem explicadas para o coleguinha que não assistiu às histórias anteriores.

Podem correr para os cinemas já que este filme já chegou honrando o gênero. E deixo a responsabilidade para vocês de concluírem se  terminará com A Última Chave.