O artista e publicitário mineiro Gustavo Gontijo vem conquistando uma legião de fãs com as suas colagens divertidas (vale conferir no Instagram @gustavogontijoart). Tanto é que elas viraram uma exposição. “Circunda-te de flores” estreia na próxima quinta-feira (14) nas paredes do Restaurante 2015 (que a gente adora!).Serão 20 colagens expostas, caminhando por cinco temas: arquitetura, dança, anatomia, Brasil colonial e música.

Conheça o trabalho do artista

O amor pela colagem, o amor pelas flores, o amor pelo Brasil, o amor pelo retrô, o amor pelas cores e formas, tudo isso são atributos essenciais para criação das minhas colagens. Me chamo Gustavo Gontijo, sou um publicitário mineiro com um olhar bastante atento a sua volta, um olhar inquieto, que não se contenta em ver uma imagem sem ao mesmo tempo imaginar um novo significado para ela.

As colagens que faço são fruto de referências das coisas simples que eu gosto, do meu dia a dia, da minha bagagem cultural e do meu estado de espirito, sempre acreditei que, ao olhar meu trabalho, não é a pessoa quem escolhe a sua colagem preferida, mas sim, a colagem quem escolhe a pessoa.

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Serviço:
“Circunda-te de flores” por Gustavo Gontijo
Local: Restaurante 2015 Rua Levindo Lopes , 158 – Savassi, Belo Horizonte


Partindo da noção de que os cartazes são formas antigas de se expressar uma ideia, foi que o designer gráfico e artista plástico mineiro Fernando Carvalho lançou o projeto “Um Cartaz Uma História”. Todos os cartazes são feitos manualmente, um a um, com suas peculiaridades e – por que não – suas imperfeições. Como o próprio nome do projeto já diz, cada obra feita tem a sua história, e, por isso, são edições limitadíssimas. Todas as obras ganham vida no papel, seja com a técnica de nanquim e aquarela ou no “crop art”, sobreposição de camadas de diferentes tipos de papéis.

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Atualmente, os trabalhos do projeto podem ser vistos no Instagram @umcartazumahistoria, na página do facebook.com/umcartazumahistoria e no site www.umcartazumahistoria.com.


Fui à padaria comer um macarrão. Enquanto aguardava o meu, assistia à atendente preparar o do cliente anterior. Como costumo almoçar lá, percebi desta vez um carinho diferente no preparo da massa, um manejo vagaroso e até um olhar de admiração sobre a panela. Numa paciência não digna da maioria das atendentes de padarias lotadas, ela desligou o fogo, virou o macarrão na louça, salpicou pimenta e orégano e o enfeitou com duas pimentas biquinho. Nunca tinha visto tal zelo antes. Procurei o cliente sortudo e não o encontrei. Aí, ela pegou o prato, dirigiu-se à mesa, assentou-se e iniciou a refeição. Era pra ela.

*Rita Lopes é jornalista, locutora e colaboradora do Ameixa Japonesa, como cronista.

 

Islutração: Anna Parini
Ilustração: Anna Parini


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O que eu mais adoro além de achar coisas bacanas no mundo todo, durante as minhas pesquisas, é encontrar essas coisas aqui na nossa querida Beagá!
Tive a oportunidade de ir em uma apresentação do Grupo Quinto. O grupo é uma reunião de seis (talentosíssimos) pianistas que buscam criar experiências inesquecíveis por meio da música. Na apresentação Villa-Lobos: vamos todos cirandar, os pianistas são arquétipos da nossa infância, e durante, aproximadamente, 60 minutos, somos envolvidos pelo encantamento da música. O público diverso, desde de crianças de colo até leigos na música (como eu!), ficam hipnotizados tamanha delicadeza.
Parabéns ao grupo pelo trabalho. Por mais momentos de ternura como este.
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As galerias do Palácio das Artes recebem um extenso e raro acervo de obras de Maurits Cornelis Escher, artista reconhecido pela criação de imagens mágicas, verdadeiros quebra-cabeças visuais, que exploram espaço, tempo e perspectiva de maneira inusitada.

Além da exposição de animações e gravuras do artista, a mostra convida o público a experimentar e desvendar os efeitos óticos e de espelhamento utilizados por Escher em seus trabalhos. Toda a exposição foi pensada para que os visitantes, de uma forma lúdica, atentem para as dimensões visuais criadas pelo artista, retratadas em xilogravuras e litogravuras.

Segundo o curador da mostra, Pieter Tjabbes, esta será possivelmente a última oportunidade do público apreciar esse número de obras reunidas fora da Fundação M. C. Escher (Holanda). Em virtude da fragilidade das gravuras, a fundação não poderá exibi-las por quatro anos, para a conservação das mesmas.

Serviço: Exposição A Magia de Escher

Data: 20 de Setembro a 17 de Novembro

Local: Palácio das Artes

Horário: Terça a sábado, das 9h30 às 21h; domingo, das 16h às 21h

Informações: (31) 3236-740 ou http://fcs.mg.gov.br/programacao/