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No próximo sábado (30.07) acontece a Festa Peruana 2016 com comidas típicas, shows, brincadeiras e espaço kids.

Onde? Rua Tomé de Souza, entre rua Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas.

Quando? 30 de Julho (sábado) – de 11h às 21h

Quanto? Os ingressos podem ser trocados por 1kg de alimento não perecível nos locais abaixo: 

 - Duke ‘N’ Duke Savassi – Rua Alagoas, 1470; 
- Duke ‘N’ Duke Centro – Av. Augusto de Lima, 245;
- Duke ‘N’ Duke Vila da Serra – Al. Oscar Niemeyer, 1033 – LJ18;
- Wäls Gastropub – Rua Levindo Lopes, 358 – Savassi;
- Tasting Room Wäls – Cerveja Arte – Rua Padre Leopoldo Mertens, 1460 – São Francisco.
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Fruto da parceria entre as produtoras de eventos Arreda Produções e Shake Shake, o Expoente tem como objetivo celebrar a efervescente cena de música independente em um dos pontos turísticos mais bonitos e charmosos de Belo Horizonte: a Casa do Baile, parte integrante do Conjunto Moderno da Pampulha. Será o primeiro show após o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO.

O festival tem periodicidade semanal e acontece até 21 de agosto, sempre aos domingos. Os shows são em formato acústico, com a apresentação de dois artistas ou bandas autorais de BH por dia: Jennifer Souza e Vaga Luz (31/07), Alessandro e André Travassos e Leo Marques (07/08) e Laura Lopes e Ligalingha (21/08).

Onde? Casa Do Baile – Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha

Quando? Todos os domingos até 21 de Agosto (exceto 14.08, dia dos pais)

Quanto? Entrada gratuita

Mais informações!

 

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Mondrian e o Movimento De Stijl“, uma das exposições mais aguardadas do ano continua no CCBB até 26 de Setembro. A mostra reune uma seleção de obras do mestre da pintura modernista e de vários artistas que influenciaram a arte, o design, a moda e a arquitetura contemporâneas.

Onde? CCBB Belo Horizonte – Praça da Liberdade, 450

Quando? Até 26 de Setembro, de quarta à segunda, de 9h às 21h.

Quanto? Entrada gratuita

 

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Mary Design abre suas portas no próximo final de semana para mais um bazar! Além de bijus da marca mineira, roupas, sapatos, livros, bolsas e produtos no melhor estilo feira de antiguidades.

Onde? Mary Design - Rua Ivaí 25 Serra

Quando? 30 e 31 de Julho, sábado, de 09h às 17h e domingo, de 10h às 16h

Mais informações na fanpage do evento!


Rede Sola de Dança, projeto que surgiu aqui em Belo Horizonte, lançou um projeto de financiamento coletivo para realizar sua primeira iniciativa – a Mostra Sola de Dança.
Eles se uniram com o objetivo de movimentar o mercado para danças de solo, de todas as modalidades. O núcleo gestor é formado pelos bailarinos: Priscila Patta; Italo Augusto; Lucas Medeiros; Duna Dias; Nicolle Vieira. A rede em si, atualmente, já possui mais de 25 pessoas colaboradoras e interessadas em fazer parte.
Ao conseguirem sucesso no financiamento coletivo, a Mostra Sola de Dança acontece em maio no Teatro Espanca, Belo Horizonte, e terá uma programação com espetáculos, workshop e festa.
Assista o vídeo da campanha!

Essa será a primeira iniciativa da RSD, mas eles já estão com mais planos. Querem realizar a Mostra Feminina de Dança em São Paulo; em junho de 2016 farão a 1ª Mostra de Vídeo-Dança – que inclusive está com convocatória aberta para receber trabalhos.  E no segundo semestre, pretendem iniciar ações constantes na cidade, com sessões de performances em formatos mais flexíveis, entre outros.
Suas propostas são também motivos para apoiar a campanha de crowdfunding:

1. Existem vários bailarinos e bailarinas que desenvolvem projetos de dança solo, mas o mercado não cresceu na mesma proporção. A proposta da RSD é apoiar esses artistas para que seus trabalhos possam existir, de forma profissional.

2. Enquanto um membro da rede dança, o outro produz, o outro faz a luz, o outro faz a cenografia, você assiste, e assim por diante. O que eles querem é promover uma união de saberes.

3. Dança solo pode ser contemporânea, flamenca, dança do ventre, dança popular, dança aérea, hip hop e muito mais. A ideia da RSD é unir esses estilos e artistas através de intercâmbios e trocas constantes. Sozinhos, porém muito bem acompanhados. E o público está convidado a fazer parte seja na plateia, seja nas discussões ou nas aulas. Sendo um colaborador ativo, que participa e constrói junto.

4. Qual é o lugar da dança? Eles entendem que são todos. Sejam as ruas, bares, cafés, teatros, onde for. O objetivo é atenuar essas fronteiras espaciais.

5. Eles vão incentivar o diálogo! O objetivo é unir jeitos diferentes de fazer dança.

6. A RSD vai incentivar o público a dançar, promovendo encontros pela cidade. Oferecer diversas formas de se fazer e apreciar a dança é o que se pretende. Eles querem promover a dança como um lugar de celebração, de construção de saberes, de estudos científicos e autorais, de formação cidadã, de encontro com o próprio corpo e com as pessoas.

Campanha de financiamento coletivo para a I Mostra Sola de Dança, na plataforma variavel5.com.br/projetos/mostrasola/ 

Foi de uma conversa entre amigas que nasceu a ideia do projeto que será lançado nesta segunda, 7 de dezembro, e chama a atenção pelo caráter inovador e colaborativo. É o Studio Ar.Co – Arte Colaborativa, portal que reúne peças de design e decoração, fruto de uma cuidadosa curadoria de três jovens empreendedoras.

Carolina Botti (empresária), Renata Procópio (designer) e Angélica Duarte (administradora) sempre tiveram em comum o gosto pelo design. Mas não um gosto que pode ser traduzido por uma simples admiração, mas um “faro”, uma vocação para encontrar talentos e garimpar (no sentido mais criterioso da palavra) peças únicas e diferenciadas. Verdadeiros achados que se destacam pela beleza estética e pelo design funcional e atemporal. A veia empreendedora é outro ponto forte do trio, que tem no currículo experiências anteriores (e atuais) bem-sucedidas.

O denominador comum das empresárias vai ainda mais além, Angélica, Carol e Renata sempre tiveram vontade de realizar algo que tornasse a arte mais acessível e contribuísse para a visibilidade de artistas que – de forma inversamente proporcional ao talento – sempre trabalharam de maneira restrita, discretamente. “Elaboramos nosso projeto pensando no movimento por trás da vitrine de produtos. O Ar.co é uma plataforma digital colaborativa que permite que o bom design seja acessível e gere visibilidade e bons negócios para todos os envolvidos. Nosso time de designers – além de ter o caminho encurtado até o cliente final – vai ter tempo para focar no seu talento que é a criação”, revela Carol.

Após um período de gestação que incluiu muito estudo, garimpagem e viagens, o portal ganhou forma e entra no ar oferecendo ao visitante inúmeras opções acessíveis, como mobiliário, luminárias e os mais diversos acessórios de decoração. É um paraíso criativo, uma galeria virtual, onde cada artista pode expor, além de seu trabalho, a sua identidade criativa.

“Dizemos que o portal ganhou forma e não que está pronto porque nossa pesquisa será constante. É o segredo do nosso negócio. Vamos oferecer – além das peças – conteúdo de qualidade para aqueles que, assim como nós, são admiradores do design e também para quem quer simplesmente encontrar uma peça que seja a ‘cara’ de sua casa, compondo o visual de forma única e autoral”, enfatiza Renata.  “Garimpar talentos, reuni-los em um só local e levar às pessoas o que há de melhor deste plural movimento do design autoral. E – ao mesmo tempo – ampliar a visibilidade e criar oportunidades de negócios. Este é o nosso objetivo”, conclui Angélica.

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Luminária “Muda” – Estúdio Iludi

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Tela “Muito para dizer”  -  Thales Pimenta

 

 

Serviço:

Confira o lançamento do Studio Ar.Co – Arte Colaborativa no dia 07 de dezembro.

Acesse: studioarco.design   


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Com o intuito de se envolver mais ativamente com a produção artística e cultural da cidade, a Academia Mineira de Letras recebe, em iniciativa inédita, o grupo MADAME TEATRO durante dois meses em imersão artística na sede da Instituição. Abrindo espaço para a investigação e pesquisa do grupo, a AML contribui para o processo de construção e desenvolvimento do espetáculo que terá William Shakespeare como tema. O texto “Shakespeare – Livros para sobreviver”, do dramaturgo português Mickael de Oliveira, servirá de base para o solo de Diego Bagagal O espetáculo estreia no dia 20 de outubro e fica em cartaz até 6 de novembro, de terças às sextas, em três apresentações diárias para um público restrito de oito pessoas por sessão.

Para esta criação, o grupo fará um diálogo interdisciplinar entre literatura, teatro e artes visuais. Para isso, contará com uma equipe de colaboradores que inclui a fotógrafa Inês Rabelo, o pintor Martim Dinis, e os video-artistas Débora de Oliveira e Ralph Antunes.

Além da temporada do espetáculo – um site specific que fará uma intervenção no Palacete Borges da Costa, onde funciona a Academia – outras ações resultarão da residência artística. No decorrer do processo serão realizados diálogos internos e abertos ao público, intermediados por um membro da Academia Mineira de Letrasalém de um diário de bordo virtual sobre a ocupação, publicado no site da MADAME TEATRO e nas redes sociais da AML.

Para Diego Bagagal, que criará seu primeiro solo na AML, “estar em residência na Academia Mineira de Letras é a possibilidade de conviver com grandes artistas de Minas Gerais, deixando suas experiências atravessarem a nossa criação. É um desafio, pois muitas vezes ocupamos lugares mais marginais e agora vamos ocupar um palacete. O Palacete Borges da Costa”.

Já para Olavo Romano, Presidente da Academia Mineira de Letras, a iniciativa representa uma oportunidade de democratização do acesso do público aos processos criativos envolvidos nessa interação entre a literatura, o teatro e as artes visuais. “É sempre bom quando acontece essa troca entre a tradição e a ousadia do olhar de atores jovens. Essa experiência envolve, também, o aprofundamento na reflexão e na experimentação, tendo como referência a densidade de um autor como Shakespeare e sua obra”, finaliza.

Com essa parceria a AML busca construir um espaço de convivência entre artistas, pensadores e o público, para compartilhamento e intercâmbio de processos artísticos autorais e, dessa forma, aprofundar a reflexão e a pesquisa sobre literatura numa dimensão ampliada e imersiva.

Sobre o texto de Mickael de Oliveira

Shakespeare – Livros para Sobreviver é a reescrita do texto Cassandra – 4 lições para a sobrevivência, de Mickael de Oliveira. O ponto principal da reescrita, assumida pelo autor de Cassandra, foi a de transformar a figura mitológica grega noutra figura mítica: Shakespeare. Se a primeira versão trata de uma voz feminina que entrega a uma comunidade, enquanto “turista do sofrimento dos outros”, livros, que são lições para a sua própria sobrevivência, com Shakespeare os livros tomam outros contornos universais e teatrais, dando lugar a um discurso meta-teatral. Os livros entregues pelo dramaturgo inglês ao mundo ocidental têm, tal como Cassandra, o poder de determinar o futuro.

MADAME TEATRO

O grupo MADAME TEATRO foi fundado em 2012 em Belo Horizonte, pelos artistas Diego Bagagal e Martim Dinis. O objetivo é ser uma plataforma de criação de trabalhos autorais, experiências artísticas e processos de longa duração que possam desaguar em obras teatrais originais, interdisciplinares e multiculturais. A plataforma recebeu reconhecimentos internacionais como o convite para integrar a mostra oficial do Festival Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras, na Austrália, o Festival Internacional de Teatro de Caracas 2014, e a mostra cultural World Cup Brazil 2014. Desde a sua fundação, a plataforma de diálogos, fruições e criações artísticas recebeu os prêmios Cena Minas e Cena Música.

Espetáculo Shakespeare – Livros para Sobreviver
De 20 de outubro a 6 de novembro | Terça a sexta
Três apresentações diárias: 19h30, 20h30, 21h30
Público máximo: 8 pessoas por sessão
Ingressos: R$40,00 inteira | R$20,00 meia