A badalada rua Alberto Cintra, localizada no bairro Cidade Nova (pra quem não conhece, é uma rua que tem uma concentração enooooorme de bares e restaurantes), acabou de ganhar mais um restaurante, o Sanville Grill. O lugar é bem agradável e enooorme – capacidade para 312 lugares), conta também com uma área externa super agradável.

Agora, falando no melhor: a comida! O investimento para criar um cardápio de dar água na boca foi “pesado”. A cozinha ficou a cargo do chef Cláudio Santiago – que já passou pelas cozinhas do Pizzaria 68 e Olegário, por exemplo –, que criou pratos incríveis. O cardápio é variado para atender a diversos públicos, oferecendo desde petiscos a grelhados nobres com carnes Angus, risotos e massas.

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Foto: Osvaldo Castro
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Foto: Osvaldo Castro
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Foto: Osvaldo Castro

Os petiscos são bem fartos, muito bem preparados – a linguicinha artesanal, por exemplo, vem bem sequinha. Um dos pratos que eu mais curti foi a costelinha com barbecue feito na própria casa à base da redução de cerveja (gente, só de lembrar eu já fico com água na boca!).

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Risoto Mineiro que leva a carne de sol produzida exclusivamente para o Restaurante e o queijo que finaliza o risoto vem da Fazenda Umbuzeiro da própria família
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Foto roubada da Camila Gomes (fomos juntas ao Sanville e apaixonamos juntas por este prato)
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Outro prato delicioso: Queijo Crocante com Melaço Picante

Já o bartender Felipe Moreira ficou responsável pelos drinques personalizados – um mais delicioso que o outro!

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Margarita de Corona leva 2 coronitas, tequila, suco de limão, countreau e suco de laranja (R$ 35)
foto: Osvaldo Castro

Sanville Grill

Rua Alberto Cintra, 214 – Cidade Nova
Telefone: (31) 3024-8188
Horário de funcionamento:
Segunda: 11h30 às 15h | Terça a quinta: 11h30 às 15h e 18h à 01h |Sexta: 11h30 às 15h e 17h às 02h
Sábado: 11h30 às 02h |Domingo: 11h30 às 23h |Feriado: 11h30 às 02h

 


marcela_dantes_bhMarcela Dantés, autora do livro de contos Sobre pessoas normais (Patuá, 2016)

 

Marcela Dantés nasceu em Belo Horizonte, em 1986. É formada em Comunicação Social pela UFMG e atuou por cinco anos como redatora publicitária, até descobrir  que prefere as palavras na literatura. Já alimentou e assassinou alguns blogs e cultiva em segredo uma pasta digital gorda de contos e outros rabiscos. Sobre Pessoas Normais é seu primeiro livro. O lançamento acontece amanhã (19.05) na Casa Ateliê.

Leia um dos contos de “Sobre Pessoas Normais” que está disponível site da editora Patuá e depois me digam se gostaram. Eu adorei!

 

O PÓ
Abriu os olhos com dificuldade, alguma coisa queimava lá dentro, como quando ainda era criança e faziam guerra de areia no parque da escola, há tanto, há muito tempo. Anos e anos de uma vida que, colocada em balanço, tinha sido boa. Só via o céu, cinza-azul com nuvens gordas, tudo muito estranho porque sua cama ficava em casa e lá sempre houvera um teto, branco, cimento, cal e todas as certezas do mundo. Nunca o céu. O corpo queimava, também, e doía todo ele. O máximo de movimento que conseguiu foi um leve girar de pescoço, pra esquerda, que o permitiu ver um chão sujo, imundo, puro pó e entulho. Devia ser um pesadelo, melhor, logo estaria de novo em casa, com cama e teto e os olhos bem abertos, se assim o quisesse, sem areia e sem dor. Daquele ângulo não via muito além do chão, pedaços de coisas que antes não eram pedaços e, lá no fundo, caminhando em sua direção, um rinoceronte. Sonho ruim. Se aproximava em passos lentos, mas mesmo os passos lentos de um rinoceronte são muito rápidos e ameaçadores para um homem pequeno como ele. Se não tivesse tanta certeza de que estava dormindo, teria se desesperado. Como acordaria em breve, entretanto, ficou ali parado, curtindo a dor e tentando entender o que aquele sonho ruim queria significar, ainda mais agora.
Se acostuma rápido com a dor, foi assim desde menino (a época da areia), e eis que hoje lhe serviria para alguma coisa – sempre soube que é preciso movimento pra despertar dos sonhos. Levantaria logo, não por medo do rinoceronte, é óbvio, mas pra começar a resolver as coisas e deixar o inconsciente em seu devido lugar. Começou mexendo outra vez o pescoço, da esquerda para a direita e depois no outro sentido: queixo no céu, queixo no peito. Pra acordar a coluna, sugerir que movimentos maiores estavam por chegar, pra voltar pro corpo. Queixo no peito e ali achou sangue. Ou qualquer outra coisa vermelha e escura, maquiagem onírica, mas a dor indicava que sangue era a opção mais plausível. Não era muito, mas a mancha crescia, uma crosta grudenta na altura do peito. Se fosse sangue, prudente estancar. Foi quando tentou usar a mão direita para pressionar a carne, mas por mais que o cérebro mandasse, o braço não obedecia. Pescoço para a direita e a história ficando cada vez mais surreal. O antebraço coberto por um tronco enorme, árvore caída com outros destroços e ele já nem sabia mais se doía. Tentou mexer os dedos da mão, cerrar o punho, qualquer coisa só pra saber que ainda estava no controle. Nada, talvez não houvesse mais dedos, mas dali era impossível saber. Na esquerda, o rinoceronte ocupando boa parte do seu campo de visão, as patas enormes, o chifre arranhando o céu, ele também com a sua própria mancha vermelha. Naquele sonho, cada um tinha a sua. Precisou que alguém gritasse para que ele se lembrasse que tinha ouvidos e que eles funcionavam, já havia se acostumado à paisagem sonora desde quando ainda tinha os olhos fechados. O grito veio da única direção pra onde ele não podia olhar, imobilizado pela dor e pela árvore, só podia saber que tinha alguém bem perto, às suas costas. Foi um grito caótico, sem ritmo, profundo. Talvez um pouco desesperado, não parecia ter outro objetivo além de traduzir ou reproduzir o pânico. Talvez o dono da voz, que parecia uma mulher, tivesse visto também o mamífero improvável que agora estava imóvel, os olhos no sol. Como se a pessoa, que era de fato uma mulher, ainda não tivesse entendido que era só um sonho ruim. Tentou responder, pedir ajudar pra rolar aquele tronco, aquilo tudo já estava cansando. Tentou se mostrar, dizer que também estava ali, que também sabia do rinoceronte e tudo o mais de surreal que estava acontecendo. Mas tinha a boca cheia de pó e tudo o que conseguiu foi uma tosse seca, que lhe queimou os pulmões. Precisava se acalmar, organizar o pensamento e o corpo tão machucado, por dentro e por fora (mais onde?), encontrar a saída daquele pesadelo, sem dúvida o pior da sua vida. Na verdade, ele quase nunca sonhava, e quando isso acontecia, eram sonhos rápidos e inofensivos. Nenhum nunca tinha doído de verdade, em todos os ossos do corpo. A mão esquerda pressionava o peito, tateava em busca do buraco que deixava escapar tanto sangue, mas não encontrava nada, a sensação na ponta dos dedos era uma mistura de terra, tecido, pele e aquele líquido desesperador. Se conseguisse girar o corpo num impulso, talvez usasse seu próprio peso para empurrar o tronco e pudesse sair dali. Mas não conseguia, estava exausto, quase inerte. Pensou em dormir, antes de se lembrar que já o fazia, em outro lugar. Naquele quarto que tinha teto, sem poeira, sem pedaços. Com outros mamíferos mais familiares.
Outros gritos, vindo de espaços distintos, como se todos despertassem juntos. Um cachorro se aproximou, ele tinha pavor de cachorro. Fechou os olhos, sentiu a fuça do animal colada na sua, farejando, procurando água, a língua enorme e ofegante pendurada. Ele também tinha sede e sono. Como era possível? O cachorro ficou por ali, ele não conseguiu localizar a mancha do animal, o vermelho seco que identificava os personagens estúpidos daquela quimera empoeirada. Sem pensar, ensaiou um assobio, que saiu como sopro, mas o cachorro entendeu. Abanou a cauda, triste e discreto, e deitou por perto, as orelhas rasgadas, agora ele via. Só assim pra amigar com cachorro. Se divertiu imaginando que em breve o rinoceronte se deitaria por perto e ficariam os três juntos, esperando um despertar que parecia cada vez mais distante. Passos, com certeza eram passos, do ponto cego de novo, ao que tudo indica as coisas estava acontecendo ali. Queixo no céu, muito no alto, barulhos bem perto do seu ouvido, o sol queimando as retinas. Tentou chamar, mas de novo a poeira enchendo a boca, isolando sua voz dentro do corpo tão estropiado e irreal. Queixo no céu, quem tá aí? A angústia crescente de estar rodeado por uma árvore, um rinoceronte, um cão de orelhas rasgadas e muitas pessoas que gritavam e falavam e se moviam, sempre às suas costas. Queixo no céu, tentando ver. E viu. Era um homem, a mancha dele era a maior de todas, maior até que a do rinoceronte, em proporção e em termos absolutos. O homem saiu do maldito ponto cego, foi pra esquerda, a visibilidade ali era melhor, ainda bem. Caminhava lento, arrastando um pé que parecia quebrado, pensou ter visto um pedaço de osso e deve ter visto mesmo. Se olharam, mas o outro também tinha areia e lágrima nos olhos, parecia não ver que era visto. Era o pesadelo mais bizarro da história da sua vida, quiçá da história da humanidade. Parecia uma cena de guerra, pessoas e pedaços, pessoas sem pedaços, cada um por si no meio de todo o pó. Mas na guerra não havia rinoceronte. Nota mental: quando acordar, descobrir o que significa sonhar com rinoceronte. Segunda nota mental: acordar logo, tá doendo muito. Alguma coisa passou muito rápido no canto superior direito do seu campo de visão. No canto do campo. Parecia um tigre, mas aí já era demais. Confortável era olhar pro céu, pelo menos o pescoço não doía, já é melhor que nada. Achou as nuvens mais bonitas, mas perdeu a chegada do carro. Se atentou quando ouviu as portas batendo, será que eles teriam água? Tinha sede, muita. Via as pernas, só. Eram oito e muitos cabos. Duas eram femininas, de saia e meia fina, bonitas, mas também muito sujas de pó. E foi a dona delas que disse qualquer coisa sobre terremoto e zoológico e mortos. Não ouviu o número, pediu que ela repetisse, mas foi um pedido mental. Ela não lia mentes, alguém lê? Foram embora tão rápido quanto chegaram, alguém falou sobre socorro, ambulância, emergência. Ninguém falava sobre água, sobre o concurso de manchas de sangue. Ganharia o dono da maior? Até agora, era o homem do pé quebrado, do osso exposto, já o tinha perdido de vista novamente. Todo mundo ia embora, menos o cachorro e o rinoceronte. Só os bichos ficavam. Como eles iam ver quem seria o vencedor? O dono da maior mancha? Queixo no peito, a minha tá crescendo num ritmo alucinante, vai ganhar essa merda. Ganha o quê? Água? Ou o direito de acordar, que é preferível. Sentiu saudade da mão direita, sentiu saudade da filha. Queria que ela estivesse ali, pra ver um rinoceronte tão de perto, e solto. Ela sempre detestou o zoológico, toda a crueldade com os animais em benefício da diversão dos humanos. E o cheiro de merda. Desejou que a filha estivesse tendo um sonho bom. Desejou as melhores coisas do mundo pra menina, sempre fazia isso quando ela vinha à mente. E ela sempre vinha. Ia gostar de ver o pai embolado num cachorro, quem sabe não seria o primeiro passo pra eles terem um assim em casa. Um desses, bonitos, peludos, de rabo balançando, mesmo com as orelhas rasgadas. O cachorro dormia dentro do seu sonho, o rinoceronte parecia não fazer nada e ele esperava. Pensou ter escutado um helicóptero, mas não via nada no céu. Um tremor no corpo inteiro, não sabia se vinha de dentro, mas vinha de algum lugar. Era frio, com o sol a pino.  Não escutava mais os gritos, mas sabia que eles estavam ali, o choro de um bebê, a voz de uma mulher, o gemido de um homem. E os passos de um rinoceronte, que caminhava novamente, os chifres arranhando o céu. Um homem gritava, pedia cuidado, animal perigoso. A pressão caía ou subia, ele não sabia a diferença. Achou a voz, bem perto do bicho, alguma coisa nas mãos. Ele atirou, dardos coloridos, a ponta cor de rosa. Quem tinha ânimo para brincar nessa hora? Quatro na pele cinza e áspera e agora mais manchada do rinoceronte, que foi fechando os olhos aos poucos. Ele também. Sentiu o exato momento em que não conseguia mais respirar. Não eram os sedativos. Não acordou, nunca mais – assim como outras mil duzentas e quinze pessoas.

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Sinopse:  Uma senhora que foge de casa em busca do passado; uma presidiária que escreve para o companheiro declarando seu amor; um homem doente que narra a rotina do hospital; a noiva que presencia um atropelamento a caminho da cerimônia de casamento, o goleiro que se vê diante do artilheiro em uma cobrança de pênalti, em meio a disputa mais que uma partida de futebol, um antigo amor. As histórias se desenham num tempo urbano e contemporâneo, com detalhes de cena que também narram os momentos vividos pelos personagens. Nos desenlaces singelos e atordoantes, o leitor pode mergulhar numa realidade permeada de afeto e violência, profundamente humana e imersa em doses de ambiguidade.

 

SERVIÇO

Onde? Casa Ateliê – Rua Gonçalves Dias, 3182, Santo Agostinho
Quando? 19 maio de 2016, às19h
Valor do Livro: 38 reais

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Acontece amanhã (14) a segunda edição da Feira Singular. Consumir com consciência é o lema da feira, por isso eles reúnem artistas independentes, empreendedores criativos, marcas que se preocupam com o meio ambiente, produções feitas à mão. Conheça as marcas participantes na página do evento!

Quando? 14 de Maio, sábado, de 10 às 18h

Onde? The Plant – Rua Grão Mogol, 662

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A Exposição A Cerejeira e o Tempo – Reflexões sobre moda, pessoa e consumo aborda questões essenciais para ao universo da moda, sua relação com o indivíduo e a sociedade.Por que consumimos tanto? São as roupas descartáveis? O fazer moda e suas técnicas necessitam de tempo para serem duráveis?

Quando? Até 15 de Maio

Onde? Centro de Referência de Moda – Rua da Bahia, 1149 – Centro

Informações: fanpage do evento

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Domingo (15) é dia da 2a edição da Feira Imaginária . Além da feira com produtores locais de moda, design, acessórios e comidinhas… a Casa Imaginária terá uma extensa programação durante todo o dia e piscina liberada! Confira a programação na fanpage do evento.

Quando? 15 de Maio, domingo – de 10 às 20h

Onde? Casa Imaginária - Rua Cristina, 1261 – Santo Antônio

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Uma seleção de filmes recentes, ainda inéditos em Belo Horizonte, ou que ficaram pouco tempo em cartaz na cidade, chega ao Cine Humberto Mauro de 13 de maio a 15 de junho, em uma nova edição da mostra Inéditos/Passou Batido. Clique aqui para ver a programação completa e sinopse dos filmes!

Quando? Até 15 de Junho

Onde? Cine Humberto Mauro – Avenida Afonso Pena, 1537

santa-tereza-mercadoO Mercado Distrital de Santa Tereza recebe no domingo (15) o projeto Mercado Vivo + Verde com feira de alimentos agroecológicos, orgânicos e artesanais, economia solidária, rodas de conversa,  gastronomia e intervenções artísticas (Música, Dança, Circo, Artes Visuais).

Quando? 15 de Maio, Domingo – de 10 às 18h

Onde? Mercado Distrital de Santa Tereza – Rua São Gotardo, 273

 


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“Uma oficina de produção gráfica colaborativa no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional da Lagoa do Nado. Nosso olhar parte do parque da Lagoa do Nado em direção a seu entorno, a cidade, a vizinhança e as áreas verdes remanescentes. Como resgatar e tornar visíveis memórias importantes para o bairro e para a cidade? Como imaginar novas relações? Como construir uma nova perspectiva de futuro?

Tentaremos materializar nossas questões e investigações em cartazes, zines, e outros produtos gráficos impressos em Risografia”.

DATAS:
10/5 terça feira, das 19 as 22h.
12/5 quinta feira, das 19 as 22h.
14/5 sábado, das 8 as 12h, das 14h as 17h.

A oficina Vias Gráficas é parte do Projeto Reboque, uma iniciativa do J A C A – Centro de Arte Jardim Canadá/Jardim Canadá Art Center, viabilizada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, em parceria com o Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado

 

As inscrições para a oficina “Vias Gráficas” podem ser feitas no link abaixo:

PARA SE INSCREVER:
http://goo.gl/forms/o6Qrs5FfLJ

Mais informações sobre a oficina:
https://www.facebook.com/viasgraficas/info/?tab=page_info

 


 

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A capa de Tropix, disco mais recente da Céu, (AMO essa capa, diga-se de passagem!) é um convite a uma deliciosa viagem musical embalada por ela. Uma volta à disco dos anos 70, uma passadinha nos anos 80 e até um flerte com trip hop dos anos 90…tudo bem misturado e cheio de referências brasileiríssimas como nos trabalhos anteriores da Céu. Recomendo o disco INTEIRO!

CÉU PARA FARM

Talentosa como é, Céu acaba de colocar seus talentos artísticos também a serviço da moda e amanhã (10.05) lança sua coleção Velvet Caju para Farm. Ela contou para o blog da marca que a coleção vem carregada de memórias afetivas. São 60 peças, inspiradas nas referências artísticas da cantora, como Jacob do bandolim, Mestre Vieira, Luiz Melodia e Chiquinha Gonzaga, que foram retratados em silks exclusivos desenhados pela própria cantora.

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“Enquanto a Velvet nascia, eu estava curtindo sons mais ‘duros’, mais máquina, mais sintetizadores, mas sem nunca deixar de lado o que é da minha alma, que são as referencias tropicais. Rock, post punk, glam, krout rock, mas com samba, maxixe, xaxado…”

CÉU EM BH

E os fãs da Céu de BH tem motivo a mais para comemorar: no dia 26 de Maio, a cantora se apresenta no Sesc Palladium.

Show Céu – lançamento do CD Tropix
Data: 26/5
Horário: 21h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: de R$30 a R$40
Informações: (31) 3270-8100