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Neste sábado 30 de setembro, a partir das 21h, no Cine Theatro Brasil Vallourec, a banda ATOM fará show em tributo a banda Pink Floyd.

A proposta da banda para este tributo é construir um show conceitual em torno do álbum The Dark Side of the Moon do Pink Floyd. Este é um dos álbuns de rock de maior reconhecimento mundial, além de ter uma das capas mais marcante da história da música.

Juntos desde 2012, unidos por admirarem a banda britânica Pink Floyd, a banda ATOM conta: “Depois de acompanhar várias bandas tributos de Pink Floyd ficou mais evidente a vontade de proporcionar ao público uma homenagem que fosse mais do que apenas musical e conseguisse também recriar a experiência de se estar em um show do Pink Floyd”.

ATOM apresentará no seu show todo o álbum The Dark Side of the Moon, na sua forma original. Promete, ainda, preencher o repertório com clássicos de toda a carreira do Pink Floyd em novas versões e experiências visuais.

Serviço
Show da Banda ATOM Pink Floyd Tribute – The Dark Side of the Moon Tour BH
Local: Cine Theatro Brasil Vallourec (Avenida Amazonas, 315, Centro – Belo Horizonte – MG)
Datas: 29 e 30 de setembro, às 21 horas
Ingresso: A partir de R$ 40 reais (meia, primeiro lote). Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou pela internet, no site Compre Ingressos.

 


 

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É neste sábado, dia 30 de setembro, no festival Estação Primavera, a partir das 17h, que a banda Natiruts apresentará a turnê do novo álbum de inéditas “Índigo Cristal”. Depois de passar com a atual turnê pela América Latina, a banda escolheu Belo Horizonte para a estreia nacional.

O novo álbum, lançado em 4 de agosto, canta a positividade e a esperança de superar tempos difíceis como os da atualidade. “O que o Natiruts entrega de melhor são músicas que elevam o astral, que mudam a energia, que trazem positividade mental e corporal”, disse Alexandre Carlo, vocalista e compositor. “Índigo Cristal” tem uma sonoridade rica em referências, tais como jazz, black music, músicas jamaicanas e indiana, reggae roots e muito mais.

 

O festival Estação Primavera estreia em Belo Horizonte com muito reggae e rap, e promete agitar a Esplanada do Mineirão. Apresentarão também no festival: Digitaldubs; Rael e Haikaiss.

 

SERVIÇO

 

Estação Primavera apresenta Natiruts – Lançamento do disco “Índigo Cristal”

Quando. 30 de setembro de 2017 (sábado), das 17h às 0h

Onde. Esplanada do Mineirão (Avenida Abrahão Caram,1.001, Pampulha)

Quanto. R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada); R$ 160 (camarote open bar). Ingressos antecipados pelo Sympla

Mais. www.facebook.com/events/411144192613778


O Cluster - Crédito Eduardo Magalhães_I Hate Flash

O Cluster abre inscrições para produtores locais que queiram participar da próxima edição do evento em Belo Horizonte, que será realizada no dia 8 de outubro, na Casa Bernardi (rua Conde de Linhares, 308, Cidade Jardim). Interessados devem enviar um e-mail, com o assunto “O Cluster BH”, para o endereço eletrônico cadastro@ocluster.com.br.

O Cluster, que já foi realizado em quatro edições na capital mineira, tem-se consolidado na cidade como importante espaço para divulgação da moda, gastronomia, música e design produzidos em solo belo horizontino. Para a idealizadora d’O Cluster, Carolina Herszenhut, trazer o evento do Rio de Janeiro para Belo Horizonte foi uma escolha acertada. “A última edição foi uma experiência incrível, pois podemos perceber que Belo Horizonte entendeu exatamente o que fazemos, e a recepção foi exatamente como gostaríamos. O resultado de vendas e público nos fez colocar BH no nosso calendário”, comenta Carolina.

Sobre o Cluster

Sucesso no Rio de Janeiro desde 2012 – ano em que foi criado, o evento propõe seguir na contramão do consumo desenfreado, procurando abrir espaço para o novo, possibilitando uma integração multicultural, de diversas áreas. Um convite ao inédito, ao inusitado e ao surpreendente, os eventos O Cluster recebem criações de novos estilistas, deliciosos e exclusivos pratos preparados por chef´s de cozinha, feiras de vinis, além de intervenções e performances artísticas. O Cluster se consolidou como um espaço onde é possível encontrar o que há de mais novo na moda carioca, se posicionando como um evento onde todas as experimentações são permitidas e fazendo essa ponte entre os criadores e o público. Em 3 anos, reuniu em 17 edições mais de 50.000 pessoas ávidas por novidades, registrando em média um público de 4.000 pessoas por edição envolvendo aproximadamente 50 marcas e mais de 100 pessoas trabalhando indiretamente.

 

Serviço 

O Cluster seleciona marcas de moda e de gastronomia belo horizontinas para edição de 08/10

Interessados devem enviar e-mail para cadastro@ocluster.com.br com o assunto “O Cluster BH”

Informações: www.ocluster.com.br e contato@ocluster.com.br


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Chi Chi lê lê…Viva Chile!

Já estava mais que na hora de BH ter a sua festa chilena! As festas peruanas, francesas, italianas já entraram para o calendário da cidade e nada mais justo, que a comunidade chilena da capital se juntasse para mostrar aos mineiros o melhor da cultura do seu país.

Segundo dados do Consulado do Chile, moram em Belo Horizonte mais de 300 chilenos (em Minas Gerais chegam a quase 1000) desempenhando as mais diversas profissões. Eles já se reúnem anualmente para celebrar a independência do Chile (18/09), uma das mais tradicionais e esperadas festas do país. Agora querem que a cidade que os acolhe tão bem celebrem juntos com eles essa data tão importante.

“Nós chilenos, como comunidade, vínhamos a alguns anos, comemorando nossas festas pátrias de maneira privada, mantendo sempre presente a idéia de, um dia, oferecer uma festa para a comunidade Belo Horizontina e mostrar o quão rica é a nossa cultura, motivo pelo qual nos empenhamos para tornar possível esta festa aberta à toda comunidade”, conta Carolina Pizarro, uma das organizadoras da festa.

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A festa que acontecerá na Rua Tomé de Sousa, entre as ruas Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas, de 11h às 20h, contará com 20 barraquinhas de comidas, bebidas e artesanato chileno e um palco com apresentações de músicos e bandas chilenas e grupos de danças típicas. No cardápio os tradicionais anticuchos (carne no espetinho), choripanes (pão com linguiça), alfajores e chilenitos prometem conquistar o paladar dos mineiros. Para refrescar, não podia faltar o famoso Terremoto, bebida típica feita com vinho adocicado, pipeno e sorvete de abacaxi.

“Queremos compartilhar tudo o que Chile tem de bom com nossa amada Belo Horizonte. Este seria um convite para trazer os chilenos que vivem em BH e região, com suas famílias, amigos e simpatizantes do Chile. Viver um dia cheio de alegria, comer refeições deliciosas, ouvindo e dançando canções tradicionais. Nossa ideia é fazer deste evento uma tradição para os próximos anos, em BH, pois o Chile sendo um país tão próximo e tão querido e requerido pelos brasileiros não pode continuar ficando fora deste costume, o que ajudaria a contribuir para o turismo regional”, finaliza Osvaldo Castro, fotógrafo e também um dos organizadores da festa.

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Estrutura

Barraquinhas gastronômicas : comidas típicas como empanadas, doces chilenos, sopaipillas, choripanes, anticuchos , sanduíches tradicionais, dentre outros.
Barraquinhas de bebidas: vinhos chilenos, pisco, cervejas artesanais, terremotos, refrigerantes e água.
Barraquinhas extras: empresas de turismos e escolas de idiomas.
Barraquinhas de artesanato: As barraquinhas contará com artistas muitos talentosos que trabalham diversos tipos de artesanatos como jóias em prata, instrumentos musicais, couro, tecidos, etc.
Palco: Diversos músicos chilenos e latino-americanos com muita musicas típicas , como a  cuecas, cumbias  e boleros para animar todos os convidados. Além das apresentações de danças típicas, concursos e a presença de DJs.

Serviço
Primeira Festa Chilena em BH
Data:
16 de setembro de 2017
Horário: 11h às 20h
Local: Rua Tomé de Sousa, entre as ruas Rio Grande do Norte e Av. Getúlio Vargas – Savassi

Ingressos: 1kg de alimento não-perecível. Entrada sujeita à lotação do local


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“Estão comendo o mundo pelas beiradas / roendo tudo, quase não sobra nada”. Como boa parte da obra da Nação Zumbi, os primeiros versos de Um Sonho, lançada no último álbum da banda em 2015, estão à frente de seu tempo. Visionária, prevê o mundo em decadência que hoje habitamos. Um mundo de Trumps e Temers. Quase não sobra nada. Pelo menos não a quem mais precisa.

Sim, este é um texto panfletário. Não é culpa do Ameixa Japonesa, que simplesmente encomendou uma cobertura do show da Nação durante o festival Vibra, na última sexta-feira (1/09), em Belo Horizonte. Eu é que estou subvertendo o tema.

Afinal, ainda é preciso dizer algo sobre a imensa qualidade musical do grupo pernambucano? Não será eu, mero escrevinhador torto, que irá balizar isso. Todos já sabem que se trata da melhor banda nacional desde Os Mutantes. Todos já sabem que suas músicas ganham acentos mais pesados e animados nos shows.

O que realmente importa neste momento é um outro lado da Nação. O do posicionamento político. Uma das poucas bandas a dar a cara tapa nesse sentido. E o fizeram no passado, tanto em letras como “...é o povo na arte, é arte no povo. E não o povo na arte, de quem faz arte com o povo…”, como também em atitudes recentes, como a do guitarrista Lúcio Maia mandando um “Fora Temer” na transmissão ao vivo do encerramento das Olimpíadas do Rio.

Não é nada fácil se expor desta forma, se posicionar. Quebrar o protocolo é o que apenas 1% dos artistas fazem e o que 99% dos “artistas” evitam. Porque as consequências dessa atitude geralmente são ficar de fora de grandes eventos culturais e divulgações de forma geral. E para manter até mesmo a força criativa da Nação, certamente eles não podem se curvar. Artista que liga mais para opinião pública do que para o próprio talento não é artista.

O show do Vibra foi até mais contido em termos de discurso do que normalmente ocorre nas apresentações da banda – claro que não faltou o já, infelizmente, clássico “Fora Temer” puxado pela banda. Também foi uma das poucas apresentações que assisti da Nação – talvez a única, se a memória não me passou uma rasteira – em que não tocaram Da Lama ao Caos, um hino à revolta, a trilha sonora da não aceitação das mazelas.

Claro, assim como disse anteriormente, eles não devem satisfação a ninguém e como bons artistas devem fazer o que bem entender. Mas espero que não desistam nunca de cantar a luta nossa de todos os dias. Pois sempre representaram muito bem a todos nós, brasileiros desta incrível Nação.

Por Alisson Villa