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Estreia hoje (23.03) T2 Trainspotting, a tão esperada sequência de Trainspotting – Sem Limites (1996), inspirada no livro “Porno”, de Irvine Welsh. E o diretor Danny Boyle trouxe de volta `as telonas os amigos Renton, Sick Boy, Spud e Begbie vinte anos depois de maneira genial: os mesmos atores vivendo seus personagens de vinte anos atrás trazendo respostas para quem assistiu o primeiro filme. Os questionamentos que afligem Renton sobre o futuro e suas voltas `as lembranças do passado também podem trazer recordações para quem assiste o filme. Vale cada minuto no cinema, como fã do primeiro filme, e uma saudosista dos anos 90, AMEI T2 Trainspotting. Recomendo!

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Sinopse

Renton (Ewan McGregor) retorna à cidade natal depois de vinte anos de ausência. Hoje, ele é um homem novo, com um emprego fixo e livre das drogas. Os amigos não tiveram a mesma sorte: Sick Boy (Jonny Lee Miller) comanda um comércio fracassado, Spud (Ewen Bremner) continua dependente de heroína e Begbie (Robert Carlyle) está na prisão. Aos poucos, Renton revela que sua realidade não é tão positiva quanto ele mostrava, e volta a praticar os crimes de antigamente. Assista o trailer!

E se você não assistiu o primeiro filme ou quer relembrar Trainspotting antes de ir ao cinema, a dica é correr no Netflix!


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A Mostra de Cinema Permanente Curta Circuito abre a programação de 2017 com várias novidades! Estreando a nova curadoria do Clássicos BR, assinada pela crítica Andrea Ormond, o Curta Circuito – Mostra de Cinema Permanente traz para a temporada 2017, com o tema País Tropical, clássicos da pornochanchada, gênero cinematográfico rejeitado pela crítica especializada, mas bastante popular entre o público nas décadas de 1970 e início de 1980. Durante o ano, a Mostra irá homenagear três grandes representantes desse fértil período do cinema nacional, em cada um dos três bimestres da programação. Ao final de cada bimestre, será oferecida ainda uma MasterClass gratuita, ministrada pelo próprio homenageado. O primeiro escolhido, para as sessões dos meses de março e abril, é o ator, diretor, produtor e documentarista Carlo Mossy, conhecido como o Rei da Pornochanchada.

O Ridículo, curta- metragem inédito dirigido por Mossy, inicia a programação 2017, na sessão de abertura que conta ainda com a exibição do longa Giselle (1980), dirigido por Victor di Mello e protagonizado e produzido por Mossy. Sucesso na época de seu lançamento, levando mais de dois milhões de espectadores aos cinemas, Giselle, tem também no elenco a atriz Monique Lafond, que participará de um bate-papo com o público após a exibição dos filmes. A sessão acontece no dia 20 de março, segunda-feira, a partir das 20h, no Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte.  A entrada é gratuita mediante a retirada de ingresso 30 minutos antes da sessão.

O Ridículo l Carlo Mossy, RJ, 2016, 9′

Homem sessentão tem problemas com sua disfunção erétil, e se martiriza por isso, encontrando numa garota de programa, talvez, a solução.

Giselle |Victor di Mello, RJ, 1980, 96’

Giselle, filha adolescente de um fazendeiro rico, possui um comportamento liberal e promíscuo, tendo casos com a madrasta Haydée, com a amiga Susana e com Ângelo, capataz da fazenda de seu pai. Um triângulo amoroso surge com a chegada de Serginho, filho de Haydée, ao mesmo tempo em que são revelados segredos de cada membro da família.

Pelo interior

Em 2017, a Mostra de Cinema Permanente Curta Circuito volta a ter sessões no interior do estado. No dia 24 de março é a vez da cidade de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, receber a primeira sessão do Curta Circuito 2017, especial Carlo Mossy.  Às 19h, no Centro Cultural Luz da Lua – Rua Dom Serafim, n° 426, Centro. Já no dia 25, a Mostra vai para Montes Claros, com sessão também às 19h, no Cinema Comentado – Centro Cultural – Praça Dr. Chaves, 32 – Centro.

Sobre Carlo Mossy

Filho de imigrantes judeus poloneses, Carlo Mossy nasceu em Tel Aviv e veio para o Brasil com apenas dois anos de idade. Atualmente com 70, ele já produziu, dirigiu e atuou em dezenas de filmes, em  50 anos de carreira completados em 2016. De acordo com a curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond, “ele merece mais do que ninguém o título de “Rei do Cinema Popular; tem 50 anos de trajetória e ainda é capaz de se mostrar incômodo e inovador, sempre dialogando com o grande público nos diversos gêneros por onde transita sem dificuldades”. Mossy continua na ativa e se reinventado. Lançou no ano passado o documentário “Garota de Ipanema – O Bar da Bossa”, e ainda faz aparições, como as recentes em Malhação e no seriado da HBO, Magnífica 70.

O Especial Carlo Mossy traz quatro longas-metragens e quatro curtas-metragens inéditos que são um resumo da trajetória do artista, além da MasterClass – O Rei do Cinema Popular, que será ministrada por ele no dia 25 de abril, oportunidade única de conhecer os bastidores de suas produções. As inscrições para a MasterClass poderão ser feitas a partir de 20 de março no site oficial da mostra.

Até o fim do ano, outros dois  importantes nomes do cinema brasileiro também serão homenageados pelo Curta Circuito: o diretor e roteirista  Alfredo Sternheim (maio/junho) e o cineasta Afrânio Vital (julho/agosto) .

 

Sobre o Curta Circuito

Durante sua trajetória, iniciada em 2001, a Mostra de Cinema Permanente, que exibe exclusivamente filmes nacionais, sempre com entrada franca, conseguiu reunir um público de mais de 70 mil pessoas, que estiveram presentes em quase cinco mil sessões. A mostra, dirigida desde 2016 por Daniela Fernandes, da Le Petit Comunicação Visual e Editorial, é uma das referências em Minas e no Brasil como ação de formação qualificada de público, espaço de reflexão, debates sobre a cultura audiovisual e todos os aspectos que a envolvem, sejam técnicos, narrativos, estéticos, culturais e políticos. Tendo já atuado em 18 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Pará, a mostra atualmente está presente em Belo Horizonte, onde tem como “sede” de suas exibições o Cine Humberto Mauro, e comemora a volta para os município mineiros de Montes Claros e Araçuaí. Já passaram pelo projeto convidados como Nelson Pereira dos Santos, Zé do Caixão, Sidney Magal, Othon Bastos, Antônio Pitanga, Nelson Xavier, Darlene Glória entre outros. O Curta Circuito atua também na preservação e memória do cinema brasileiro, trabalhando na restauração de filmes, em parceria com a Cinemateca do MAM-RJ. A iniciativa recebeu Mention do D’Hounner em Milão, em 2013, pela restauração do filme “Tostão, a fera de Ouro”, da década de 1970.

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Equipe Curta Circuito em clima tropical – Em pé: Claudio Constantino (Produtor Executivo), Vitor Testa (TAGTST – Vinheta), Alex Queiroz(Editor), Vinicius Correia (Produtor)/ Sentados: Wander Faria (Valwander Fotografias – Registro Fotográfico), Naraiana Peret (Designer), Daniela Fernandes(Diretora) e Rafaella Queiroz (Libretto – Mimos do presskit)


Mostra de Cinema de Tiradentes Foto Leo Lara-Universo Produçã (2)

No ano em que celebra seus 20 anos de realização, a Mostra de Cinema de Tiradentes, entre os dias 20 e 28 de janeiro de 2017, terá como temática central  “Cinema em Reação, Cinema em Reinvenção”. A proposta, desenvolvida pelo curador Cleber Eduardo, é colocar em debate – através dos filmes selecionados e de mesas de discussão com especialistas e pesquisadores – um cinema que reage a seu espaço e a seu tempo histórico, na maior parte do tempo assumindo pontos de vista através das articulações de linguagem.

O evento homenageia este ano as atrizes Helena Ignez e Leandra Leal, duas mulheres do cinema brasileiro que se destacam em suas atuações múltiplas de atrizes, produtoras e diretoras nos últimos anos. As homenagens serão prestadas na abertura da Mostra, no dia 20 de janeiro (sexta), no Cine Tenda, com a entrega do Troféu Barroco, oficial do evento. Na sequência, será exibido o documentário Divinas Divas, estréia de Leandra Leal na direção. O tributo se estende no fim de semana, com a exibição dos filmes da Mostra Homenagem: Nome Próprio (2007), de Murillo Salles, com Leandra; A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla, com Helena; e o curta A Miss e o Dinossauro (2007), dirigido por Helena.  Também no fim de semana, ocorre o debate “O percurso de Helena Ignez e Leandra Leal”, que vai reunir as duas no centro de um bate-papo com a plateia.


TEMÁTICA – CINEMA EM REAÇÃO

A temática desta edição se pautou pela efervescência social e política ao longo de 2016 e as maneiras como o cinema e a arte se movem neste contexto. “A discussão a se propor é que a reação aos recentes acontecimentos políticos ou sociais, através do cinema, só terá força se o cinema for colocado como carro-chefe, e não como palanque, megafone, hashtag ou militância”, diz o curador. “Se a militância estiver à frente dos filmes, o efeito será limitado. Para um cinema verdadeiramente político, a estética deve estar ao lado ou à frente do político”, ressalta o curador Cleber Eduardo

Uma das questões a serem abordadas pela temática é: como pode o cinema confrontar as questões contemporâneas sem que os filmes se tornem reportagens em tela grande? “A Mostra Tiradentes destacou-se entre os festivais de cinema dos últimos 10 anos por assegurar um espaço para os espíritos e práticas independentes, ou dependentes acima de tudo da paixão em grupo pelo fazer cinematográfico, como reação alternativa aos modos formais e de produção considerados convencionais (editais, leis de incentivo, concursos de roteiro)”, analisa o curador. “Para um festival como este, defendemos acima de tudo a resistência à banalização de certos modos de abordagem ainda primários e precários, justamente com a proposição de filmes que procuram atravessar as pautas políticas imediatas com respostas formais de cinema”.

 

HOMENAGENS

As homenagens da 20ª edição da Mostra Tiradentes seguem o conceito em torno das reações e reinvenções ao escolher duas atrizes emblemáticas e autorais da produção audiovisual brasileira, frutos de momentos e potências distintas da nossa história. Daí a escolha por Leandra Leal e Helena Ignez. Cada uma vem construindo carreiras sólidas e poderosas na relação com a autoralidade, o corpo, a interpretação, a produção e a direção. Talentos de força maior que, juntas, vão abrilhantar um ano tão especial do evento mineiro que abre o calendário audiovisual brasileiro.

10/11/2016. BRASIL. RIO DE JANEIRO- RJ. 2º Arquivo em Cartaz. Foto: Leo Lara.

Aos 34 anos, Leandra Leal recebe a homenagem em Tiradentes no exato ano em que também completa duas décadas de cinema. “Se começou na televisão em meados dos anos 1990, primeiro na série Confissões de Adolescente e depois na novela Explode Coração,  foi com A Ostra e o Vento (1997), de Walter Lima Jr, que nasceu a futura atriz de primeira linha”, destaca Cléber Eduardo, curador da Mostra. “Aos 13 anos, ela foi aprovada nesse vestibular para adultos, com sua presença suspirante, em trânsito metafísico e metafórico entre o despertar da sensualidade e a sensorialidade do imaginário, tendo a natureza como estímulo”.

Leandra imediatamente chamou atenção por sua presença magnética e pelos prêmios recebidos por A Ostra e o Vento. Desde então, construiu carreira entre a televisão, o teatro, a música e o cinema e atuou para cineastas como Julio Bressane, Paulo César Saraceni, Jorge Furtado, José Eduardo Belmonte, Murilo Salles, Daniela Thomas, Toni Venturi, Bruno Safadi, Sérgio Rezende e Fernando Coimbra. Entre seus trabalhos mais recentes, ela aparece como atriz na pele de uma evangélica no ainda inédito O Rei das Manhãs (2017), de Daniel Rezende, e estreia na direção com o documentário Divinas Divas (2016), centrado nas trans cariocas Rogéria, Valéria, Jane Di Castro,Camille K, Fujica de Holliday, Eloína, Marquesa e Brigitte de Búzio.

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De uma geração anterior, Helena Ignez, também homenageada pela Mostra de Cinema de Tiradentes em 2017, impõe-se como memória e como presente. Aos 74 anos, ela é memória desde o fim dos anos 1950, no teatro e no cinema. Primeiro, como atriz, estreando nas telas no curta O Pátio (1959), de Glauber Rocha, explodindo os olhares e as sensibilidades em O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade, e se firmando como atriz-autora em filmes de Rogério Sganzerla e Julio Bressane. A partir de 2007, iniciou o caminho também de diretora, numa trajetória ainda em construção e cada vez mais ousada e inventiva que já soma seis filmes. Seu corpo circulante de energia mística, mítica e libidinal, não importa com qual idade, sempre em estado de performance, marcou gerações de espectadores, realizadores, atores e atrizes.

Uma novidade do próximo ano é que a Mostra de Tiradentes escolheu Helena Ignez não apenas como uma das homenageadas, mas também para nomear o prêmio a ser entregue, já a partir desta edição, a uma mulher em alguma das funções de criação cinematográfica em longa ou curta-metragem presente nas mostras competitivas do evento – Mostra Aurora e Mostra Foco.

 

As oficinas gratuitas, uma das grandes atrações da Mostra, já estão com as inscrições abertas até 5 de janeiro. Interessados devem fazer o cadastro no site  www.mostratiradentes.com.br  

Serviço:

20ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

20 a 28 de janeiro de 2017

Idealização e realização: UNIVERSO PRODUÇÃO


 

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A segunda edição do FESTiFRANCE – Mostra Francesa de Cinema começa hoje (19.10) no Sesc Palladium. Além da mostra de filmes longas, médias e curtas-metragens que exibirá quase 70 produções, a programação conta com um workshops, oficinas e debates.

FESTiFRANCE – Festival de Cinema Francês
Data: 19 a 30 de outubro
Entrada Gratuita
Local: Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420 – Centro)
Programação: www.festifrancebrasil.com

 

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Nesta quinta tem a abertura da 10ª edição da mostra CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, com a pré-estreia do filme “Elon não acredita na morte”. O longa é um dos destaques da produção cinematográfica mineira atual e vencedor do prêmio de melhor ator no festival de Brasília deste ano para Rômulo Braga. O evento que acontece no teatro Sesiminas, às 20h, é aberto ao público e gratuito com retirada de ingresso uma hora antes.

A mostra CineBH vai de 20 a 27 de outubro com exibição de 57 filmes nacionais e internacionais, em pré-estreias e retrospectivas, de 13 países e nove estados brasileiros com destaque e debate a efervescente produção de Portugal, além de premiações, oficinas, workshops e seminários. A mostra também convida 21 profissionais da indústria audiovisual de 12 países que estarão na capital mineira para encontros de coprodução e negócios com o cinema brasileiro.

10ª  CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte
Data: 20 a 27 de outubro de 2016
Entrada Gratuita
Locais: Palácio das Artes, Cine 104, Teatro Sesi Minas, Sesi Museu de Artes e Ofícios, Sesc Palladium e MIS Cine Santa Tereza
Programação: www.cinebh.com.br

 

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Acontece hoje (19.10) no Cine Santa Tereza o lançamento do livro “100 melhores filmes brasileiros” com a exibição do filme  ”O beijo da mulher aranha” (1985), dirigido por Hector Babenco. O Grupo Editorial Letramento e os críticos da ABRACCINE, Renato Silveira, Pablo Villaça e Paulo Henrique Silva, também promovem um bate papo sobre o livro “100 melhores filmes brasileiros”, onde comentarão as obras cinematográficas e ensaios que compõem o exemplar.

Lançamento do livro “100 melhores filmes brasileiros”
Local: MIS Cine Santa Tereza
R. Estrela do Sul, 89 – Santa Teresa, Belo Horizonte.
Entrada: Gratuita
Horário: 19h30


Nesta edição, os filmes selecionados abordam a oposição de um ambiente conservador e a busca por liberdade individual.

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Hoje (18) o público confere O Puritano da Rua Augusta, comédia de Amácio Mazzaropi. A sessão será comentada pelo crítico Fábio Feldman. E, no dia 25, será exibido A Viúva Virgem, de Pedro Carlos Rovai.

As exibições acontecem sempre nas segunda-feiras, às 20h, com entrada gratuita e retirada de ingressos meia hora antes do início dos filmes.

SERVIÇO
18/07 SEG

20h CURTA CIRCUITO | O Puritano da Rua Augusta, de Amácio Mazzaropi (SP, 1965) | Exibição em digital | Livre | 95’

Industrial puritano e conservador critica os hábitos modernos de seus filhos, fãs de rock’n’roll, e a rotina da esposa, uma madame que passa os dias entre encontros fúteis e chás beneficentes. Porta-voz dos bons costumes, ele adere a uma liga moralizante, mas, por conta dos conflitos com os parentes, adoece e vai parar num asilo. Tempos depois, já curado e disposto a se vingar, ele coloca em ação um plano de “modernização” pessoal para lidar com a esposa e os filhos.

Bate-papo após a sessão com o crítico Fábio Feldman
25/07 SEG

20h CURTA CIRCUITO | A Viúva Virgem, de Pedro Carlos Rovai (RJ, 1972) | Exibição em 16mm | 18 anos | 100’

Cristina fica viúva na noite de núpcias. Abalada, vai para o Rio e fica no apartamento que herdou do marido. Lá, o malandro Constantino passa a cortejá-la e o fantasma do esposo aparece e a impede de perder a virgindade.

Bate-papo após a sessão.

EVENTO
Curta Circuito

DATA
De 18 de Julho, Segunda a 25 de Julho, Segunda

HORÁRIO
20h

LOCAL
Cine Humberto Mauro

INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO
3236-7400