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O filme é baseado na história de vida de Jeannette Walls, jornalista norte-americana, retratada no livro homônimo e campeão de vendas pelo mundo. A história da família Walls é grandiosamente representada por um elenco campeão de premiações como Brie Larson, Woddy Harrelson, Naomi Watts e outros.

Um drama da vida real mostra a conturbada família Walls. Família pobre, com muitos filhos, muitos sonhos e uma realidade aventureira. Esta aventura se dá pela falta de dinheiro e pelo objetivo de que no final a família terá um castelo de vidro, idealizado por todos. Por consequência, a família tinha que se mudar e adaptar aos novos lares, novos povos e realidades duras para os adultos e divertidas para a crianças.

A dificuldade de instalar num lugar, leva a família a passar ensinamentos de experiência de vida aos filhos. As cenas bem dirigidas com o patriarca ensinando os porquês das coisas, dando aos filhos um mundo de sonhos e conhecimentos é de engolir seco. Faz com eles se sintam normais e mais unidos. Entretanto, na medida que os filhos vão crescendo e vendo que aquela vida não é a dita como normal, tem reflexo nos seus objetivo e nas situações adultas. Mesmo com momentos lindos de ensinamentos, a forma controversa de educar, de modo até violento, muda o destino da família.

A vértebra do filme é a saída do castelo de vidro dos papéis para a realidade. A família acreditar que este objetivo é o que os manterão unidos, pode não ser suficiente. Mesmo que o seja, não é fácil aceitá-la quando a Jeannete tem que conviver fora daquela realidade e esconder suas raízes. Estas relações familiares devem ser conferidas nas telonas.

O castelo como símbolo de união serve para mostrar para o espectador que toda família tem sua casa de vidro. Ela pode ser opaca, cristalina, suja, e as vezes nem existir. Mas estas paredes, este castelo, mostram que por mais diferente é a sua família, sempre pertencemos a ela. Pode tentar fugir, mentir, porém não adiantará.

É isto que torna o filme lindo. Firme. Chocante e emocionante. Daqueles que você sai do cinema envergonhado de tanto chorar. E o melhor, com a sensação que mesmo tendo uma família diferente, e de difícil convivência, ela é sua. Tem seu lado bom. Nunca deve ser esquecido. Você é uma das paredes de um castelo de vidro. Sem você ela não se torna um castelo.

Não deixem de se emocionar com o filme O castelo de Vidro, nos principais cinemas de sua cidade, a partir de HOJE, 24 de agosto!


A CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte chega a sua 11ª edição de 22 a 27 de agosto e vai ocupar oito espaços na capital mineira – Fundação Clóvis Salgado, Teatro Sesiminas, Sesi Museu de Artes e Ofícios, Sesc Palladium, Cine Theatro Brasil Vallourec,MIS Cine Santa Tereza, Cine 104e, ainda a inédita montagem de um cinema ao ar livre na Praça da Estação, ponto central da cidade. A temática central da 11ª Mostra CineBH é “Cinema de Urgência” – proposta surgida a partir das reações cinematográficas às recentes instabilidades políticas e econômicas que se abateram sobre o Brasil nos últimos três anos. O objetivo é compartilhar com público, cineastas, produtores, críticos e jornalistas as inquietações de um tempo histórico cuja velocidade dos acontecimentos muitas vezes atropela a percepção dos fatos.

Em seis dias de programação intensa e gratuita, a 11ª Mostra CineBH exibe 101 filmesnacionais e internacionais, em pré-estreias e retrospectivas. A abertura será no Cine Theatro Brasil Vallourec, às 20h, com a pré-estreia nacional de Corpo Elétrico, longa-metragem de Marcelo Caetano, e homenagem ao crítico, ator e cineasta francês Pierre Léon.

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“A Mostra CineBH e o Brasil CineMundi conectam profissionais brasileiros e estrangeiros e posicionam-se como instrumentos facilitadores no diálogo com o mercado internacional, por meio de parcerias produtivas e intercâmbio de ações e informações, encontros de negócios e investimento na formação e capacitação de profissionais, apresentando um programa internacional de audiovisual acessível a todos os públicos”, ressalta a diretora da Universo Produção e coordenadora da Mostra CineBH e do Brasil CineMundi, Raquel Hallak.

Cinema ao ar livre

Uma das novidades desta edição é a parceria da 11ª Mostra CineBH com a MAX – Minas Gerais Audiovisual Expo – promovida pela Codemig|Governo de Minas Gerais, Sesi Fiemg e Sebrae, possibilitando levar parte da programação do evento para a Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte, transformando este cartão postal em cenário da sétima arte.

A proposta da Mostra Clássicos na Praça é exibir filmes populares que sejam parte do imaginário de várias gerações de espectadores e que dialoguem com a ideia de viver, circular e conviver na cidade (incluindo a vida rural como o contraponto). Estão na programação O Garoto(1921), de Charles Chaplin, que terá trilha sonora executada ao vivo pela Orquestra de Câmara do Sesiminas; Eles Vivem(1988), de John Carpenter; Janela Indiscreta(1954), de Alfred Hitchcock; BladeRunner(1982), de Ridley Scott e E.T. O Extraterrestre (1982), de Steven Spielberg. A produção mineira se fará presente nas sessões com uma seleção de títulos também clássicos para a produção no estado: o longa O Menino Maluquinho (1995) de Helvécio Ratton, e os curtas A Velha a Fiar (1964), de Humberto Mauro; A Hora Vagabunda (1998), de Rafael Conde; Fantasmas(2011), de André Novais Oliveira, e Estado Itinerante (2016), de Ana Carolina Soares.

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PROGRAMAÇÃO
A programação da 11ª Mostra CineBH é extensa então para ficar ligado em filmes, horários e locais de exibição nada melhor que entrar no site da mostra – cinebh.com.br . Veja alguns destaques:

Mostra Clássicos Na Praça – Praça da Estação

  • BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDRÓIDES, de Ridley Scott (Estados Unidos) – 1992
  • ELES VIVEM, deJohn Carpenter (Estados Unidos) – 1998
  • E.T. – O EXTRATERRESTRE, de Steven Spielberg (Estados Unidos) – 1982
  • JANELA INDISCRETA, de Alfred Hitchcock (Estados Unidos) – 1954
  • MÁGICO DE OZ, deVictor Fleming, Richard Thorpe, King Vidor(Estados Unidos) – 1939
  • O GAROTO, de Charlie Chaplin (Estados Unidos) – 1921
  • O MENINO MALUQUINHO, de Helvécio Ratton(Minas Gerais) – 1995

 

Mostra Contemporânea

  • A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA, deRama Thiaw (Senegal) – 2016
  • AS DUAS IRENES, de Fabio Meira (São Paulo,Goiânia) – 2017
  • BANGKOK NITES, deKatsuyaTomita (Japão, França, Tailândia) – 2016
  • CORPO ELÉTRICO, de Marcelo Caetano (São Paulo) – 2017
  • LUZ OBSCURA, deSusana de Sousa Dias (Portugal) – 2017
  • MALES SEM TERRA, de João Arthur (Rio de Janeiro) – 2016
  • TASTE OF CEMENTE, deZiadKalthoum (Alemanha, Líbano, Síria, Emirados Árabes, Qatar) – 2017
  • THE MOLE SONG: HONG KONG CARPACCIO, de Miike Takashi  (Japão) – 2016
  • THREE, de Johnnie To (China) – 2016
  • UMA NOVIA DE SHANGAI, de Mauro Andrizzi (Argentina,China) – 2016

VIDEOGRAMAS DE UMA REVOLUÇÃO, de HarunFarocki, Andrei Ujica (Alemanha) – 1992

Locais de realização do evento:

Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes) *Cine Humberto Mauro *Teatro João Ceschiatti
Cine Theatro Brasil Vallourec| *Grande-Teatro
CentoeQuatro| *Cine 104
Centro Cultural Sesiminas |*Teatro Sesiminas
MIS Cine Santa Tereza | *Sala de Cinema
Sesi Museu de Artes e Ofícios| *Salas Mezanino
Sesc Palladium| *GrandeTeatro
Praça da Estação

Para as sessões de cinema, os ingressos deverão ser retirados na bilheteria de cada espaço, 30 minutos antes do horário de cada sessão. Para a abertura, a entrada será por ordem de chegada respeitando a lotação do espaço. 

Por Pierre Menezes


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A grande estréia nos cinemas nessa semana é, sem dúvidas, o novo trabalho de Sofia Coppola, “O Estranho Que Nós Amamos”. Baseado no livro homônimo de Thomas Cullinan, escrito em 1966, o filme chega às telas de BH premiado com a melhor direção em Cannes 2017. E com um elenco que chama a atenção para si: Nicole Kidman, Kirsten Dunst, Elle Fanning e Colin Farrell.

Os filmes de Sofia Coppola são conhecidos e lembrados por colocarem em todos eles o olhar feminino sobre as situações em, sua maioria, sendo os papeis femininos os responsáveis por nos guiarem pela narrativa. Em “ O Estranho Que Nós Amamos” não é diferente. A diretora inverte a narrativa do livro e da primeira versão para o cinema de 1971 que é feita pelo soldado abatido e coloca as mulheres como narradoras da história. Mais uma vez é o olhar feminino de Sofia e de suas personagens os responsáveis pelas sensações passadas.

A história se passa em durante a Guerra Civil americana e vemos o dia a dia pra lá de bucólico e rotineiro de uma “escola para meninas”, situada no sul do país, ser gradativamente alterado com a chegada do estranho e instigante soldado ferido, que defendia os interesses do norte do país. A guerra serve de pano de fundo para a formação de uma atormentada bola de neve de tensão sexual entre essas mulheres e o soldado.

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Impressões de Pierre Menezes sobre o filme…

Para quem está acostumado com o ritmo mais acelerado e uma extensa paleta de cores presentes nos outros filmes de Sofia Coppola, chega a ficar incomodado com a direção tomada nesse novo projeto. Tudo em “O Estranho Que Nós Amamos” é mais lento, demorado, contido. O recurso de pouca luz do casarão dita o clima que a diretora quer expressar. Com isso a fotografia do filme é espetacular e merece todos os elogios já recebidos.

Porém o roteiro (estou até agora pensando se gostei realmente do filme ou apenas em parte) demora a acontecer. O clímax do filme ocorre apenas nos últimos 20 minutos, o que leva ao incomodo mais pela demora dos acontecimentos do que pela adrenalina psicológica sexual que o filme pretende passar.

Essa tensão está lá o tempo todo. Seja pelo comportamento alterado dessas mulheres, pelas reais intenções do homem que aos poucos vai mudando a rotina pudica tanto das mulheres mais velhas, quanto das internas mais novas. Mas a curiosidade pelo que vai acontecer aos poucos vai sumindo devido a essa demora aos acontecimentos. Há uma repetição de situações desnecessária.

A direção precisa e ao mesmo tempo delicada de Sofia Coppola e as interpretações na dose certa de contenção e explosão do quarteto principal fazem de “O Estranho Que Nós Amamos” uma boa experiência de reflexão sobre os desejos repreendidos e as consequências das não realizações dos mesmos.

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Flávio Henrique também conta suas impressões…

Escuro e lento é o que define o filme. Uma história tão interessante deveria ser retratada da mesma forma. Todo o alvoroço de um homem chegando numa casa com sete mulheres, eu esperava mais afrontas diretas entre elas. Por estar em uma crescente, as mudanças nas relações foram apresentadas sutilmente. Se apresentadas ao contrário, estas mudanças (com tretas mais evidentes e dramáticas) deixaria o filme mais empolgante no seu percurso.

No ápice do filme não ficaram claras as intenções das mulheres para com o hóspede na reviravolta final. Vingança, ou necessidade nestas intenções, para mim, ficaram escuras e indiretas como boa parte do filme. Fez-me avaliar o filme apenas como um filme mediano.

Confira o trailer!


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Estreia hoje (23.03) T2 Trainspotting, a tão esperada sequência de Trainspotting – Sem Limites (1996), inspirada no livro “Porno”, de Irvine Welsh. E o diretor Danny Boyle trouxe de volta `as telonas os amigos Renton, Sick Boy, Spud e Begbie vinte anos depois de maneira genial: os mesmos atores vivendo seus personagens de vinte anos atrás trazendo respostas para quem assistiu o primeiro filme. Os questionamentos que afligem Renton sobre o futuro e suas voltas `as lembranças do passado também podem trazer recordações para quem assiste o filme. Vale cada minuto no cinema, como fã do primeiro filme, e uma saudosista dos anos 90, AMEI T2 Trainspotting. Recomendo!

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Sinopse

Renton (Ewan McGregor) retorna à cidade natal depois de vinte anos de ausência. Hoje, ele é um homem novo, com um emprego fixo e livre das drogas. Os amigos não tiveram a mesma sorte: Sick Boy (Jonny Lee Miller) comanda um comércio fracassado, Spud (Ewen Bremner) continua dependente de heroína e Begbie (Robert Carlyle) está na prisão. Aos poucos, Renton revela que sua realidade não é tão positiva quanto ele mostrava, e volta a praticar os crimes de antigamente. Assista o trailer!

E se você não assistiu o primeiro filme ou quer relembrar Trainspotting antes de ir ao cinema, a dica é correr no Netflix!


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A Mostra de Cinema Permanente Curta Circuito abre a programação de 2017 com várias novidades! Estreando a nova curadoria do Clássicos BR, assinada pela crítica Andrea Ormond, o Curta Circuito – Mostra de Cinema Permanente traz para a temporada 2017, com o tema País Tropical, clássicos da pornochanchada, gênero cinematográfico rejeitado pela crítica especializada, mas bastante popular entre o público nas décadas de 1970 e início de 1980. Durante o ano, a Mostra irá homenagear três grandes representantes desse fértil período do cinema nacional, em cada um dos três bimestres da programação. Ao final de cada bimestre, será oferecida ainda uma MasterClass gratuita, ministrada pelo próprio homenageado. O primeiro escolhido, para as sessões dos meses de março e abril, é o ator, diretor, produtor e documentarista Carlo Mossy, conhecido como o Rei da Pornochanchada.

O Ridículo, curta- metragem inédito dirigido por Mossy, inicia a programação 2017, na sessão de abertura que conta ainda com a exibição do longa Giselle (1980), dirigido por Victor di Mello e protagonizado e produzido por Mossy. Sucesso na época de seu lançamento, levando mais de dois milhões de espectadores aos cinemas, Giselle, tem também no elenco a atriz Monique Lafond, que participará de um bate-papo com o público após a exibição dos filmes. A sessão acontece no dia 20 de março, segunda-feira, a partir das 20h, no Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte.  A entrada é gratuita mediante a retirada de ingresso 30 minutos antes da sessão.

O Ridículo l Carlo Mossy, RJ, 2016, 9′

Homem sessentão tem problemas com sua disfunção erétil, e se martiriza por isso, encontrando numa garota de programa, talvez, a solução.

Giselle |Victor di Mello, RJ, 1980, 96’

Giselle, filha adolescente de um fazendeiro rico, possui um comportamento liberal e promíscuo, tendo casos com a madrasta Haydée, com a amiga Susana e com Ângelo, capataz da fazenda de seu pai. Um triângulo amoroso surge com a chegada de Serginho, filho de Haydée, ao mesmo tempo em que são revelados segredos de cada membro da família.

Pelo interior

Em 2017, a Mostra de Cinema Permanente Curta Circuito volta a ter sessões no interior do estado. No dia 24 de março é a vez da cidade de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, receber a primeira sessão do Curta Circuito 2017, especial Carlo Mossy.  Às 19h, no Centro Cultural Luz da Lua – Rua Dom Serafim, n° 426, Centro. Já no dia 25, a Mostra vai para Montes Claros, com sessão também às 19h, no Cinema Comentado – Centro Cultural – Praça Dr. Chaves, 32 – Centro.

Sobre Carlo Mossy

Filho de imigrantes judeus poloneses, Carlo Mossy nasceu em Tel Aviv e veio para o Brasil com apenas dois anos de idade. Atualmente com 70, ele já produziu, dirigiu e atuou em dezenas de filmes, em  50 anos de carreira completados em 2016. De acordo com a curadora do Curta Circuito, Andrea Ormond, “ele merece mais do que ninguém o título de “Rei do Cinema Popular; tem 50 anos de trajetória e ainda é capaz de se mostrar incômodo e inovador, sempre dialogando com o grande público nos diversos gêneros por onde transita sem dificuldades”. Mossy continua na ativa e se reinventado. Lançou no ano passado o documentário “Garota de Ipanema – O Bar da Bossa”, e ainda faz aparições, como as recentes em Malhação e no seriado da HBO, Magnífica 70.

O Especial Carlo Mossy traz quatro longas-metragens e quatro curtas-metragens inéditos que são um resumo da trajetória do artista, além da MasterClass – O Rei do Cinema Popular, que será ministrada por ele no dia 25 de abril, oportunidade única de conhecer os bastidores de suas produções. As inscrições para a MasterClass poderão ser feitas a partir de 20 de março no site oficial da mostra.

Até o fim do ano, outros dois  importantes nomes do cinema brasileiro também serão homenageados pelo Curta Circuito: o diretor e roteirista  Alfredo Sternheim (maio/junho) e o cineasta Afrânio Vital (julho/agosto) .

 

Sobre o Curta Circuito

Durante sua trajetória, iniciada em 2001, a Mostra de Cinema Permanente, que exibe exclusivamente filmes nacionais, sempre com entrada franca, conseguiu reunir um público de mais de 70 mil pessoas, que estiveram presentes em quase cinco mil sessões. A mostra, dirigida desde 2016 por Daniela Fernandes, da Le Petit Comunicação Visual e Editorial, é uma das referências em Minas e no Brasil como ação de formação qualificada de público, espaço de reflexão, debates sobre a cultura audiovisual e todos os aspectos que a envolvem, sejam técnicos, narrativos, estéticos, culturais e políticos. Tendo já atuado em 18 cidades de Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Pará, a mostra atualmente está presente em Belo Horizonte, onde tem como “sede” de suas exibições o Cine Humberto Mauro, e comemora a volta para os município mineiros de Montes Claros e Araçuaí. Já passaram pelo projeto convidados como Nelson Pereira dos Santos, Zé do Caixão, Sidney Magal, Othon Bastos, Antônio Pitanga, Nelson Xavier, Darlene Glória entre outros. O Curta Circuito atua também na preservação e memória do cinema brasileiro, trabalhando na restauração de filmes, em parceria com a Cinemateca do MAM-RJ. A iniciativa recebeu Mention do D’Hounner em Milão, em 2013, pela restauração do filme “Tostão, a fera de Ouro”, da década de 1970.

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Equipe Curta Circuito em clima tropical – Em pé: Claudio Constantino (Produtor Executivo), Vitor Testa (TAGTST – Vinheta), Alex Queiroz(Editor), Vinicius Correia (Produtor)/ Sentados: Wander Faria (Valwander Fotografias – Registro Fotográfico), Naraiana Peret (Designer), Daniela Fernandes(Diretora) e Rafaella Queiroz (Libretto – Mimos do presskit)