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*Por Fabrício Horta

Muito já foi dito sobre os efeitos de viajar na vida das pessoas. Realmente é inspirador, transformador e revigorante sair da rotina e ir em busca de novas lembranças e experiências. Imagino o espanto, quando em 1503 em busca de um navio naufragado, Américo Vespúcio encontra uma ilha desabitada e com tantas aves nativas que aguçaram a curiosidade do navegador português sobre o novo mundo.

E não se engane: mais de 500 anos depois o Arquipélago de Fernando de Noronha ainda desperta em quem o visita uma sensação de proximidade com a natureza, e ao mesmo tempo da grandiosidade energética inexplicável. Hoje, graças aos esforços dos estudiosos em conservação, a ilha é dividida em duas unidades de conservação: Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha e Área de Proteção Ambiental de Fernando de Noronha, tornando a ilha 100% uma unidade de conservação.

Exatamente por este motivo, e para evitar a ocupação desordenada da ilha, que ao entrar em Noronha existe um sistema de imigração muito eficiente e controlado. Muitos podem achar absurdo a cobrança da taxa de permanência na ilha (o que sempre deixa a viagem para lá muito mais cara), mas a medida é importante para manter o Parque em funcionamento. São aproximadamente R$68,00 por dia de permanência na ilha, mas no site do governo de Pernambuco tem uma tabela com todos os valores, que aumenta de acordo com a quantidade de dias de permanência. Fernando de Noronha não é um lugar para ficar muito tempo, e sim um lugar para ir por poucos dias e aproveitar ao máximo o que a natureza nos entrega por lá.

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Os gastos não param por ai. Para ter acesso às maravilhas deste Patrimônio Natural da Humanidade (UNESCO, 2001), você deve escolher uma das pousadas da ilha. Não se pode chegar em Noronha sem um lugar já determinado para ficar (precisa-se até de comprovante de estadia). Os preços já começam altos, e ficam mais altos ainda se o visitante busca o luxo. Uma pousada média, com bons serviços e boa localização não sai por menos de R$600,00 a diária.

A visita à ilha pode ser feito de várias maneiras: de bugre, alugados por cerca de R$200,00 por dia, ônibus ou caminhadas. O ônibus circula na ilha com intervalos regulares de 30 minutos e vai de um extremo ao outro, cerca de 7 km de rodovia. Custa R$5,00 para visitantes e é gratuito para os moradores. Ele te leva na principal entrada das praias, e exige uma caminhada nada sacrificante até as atrações. Afinal de contas, ao estar no arquipélago você assume que a natureza é maior que nós.

Então, nada melhor que se entregar a experiência Noronhense e desfrutar o dia na ilha, garantindo paisagens incríveis e fotos de tirar o folego. Andar pela ilha e descobrir seus recantos, como o Forte de São Joaquim do Sueste e a vista do Mirante do Sueste, no caminho entre a Baía do Sueste, um dos principais locais de mergulho da ilha,  e a Praia do Leão. Não se prenda às principais atrações da ilha. Claro que a visita à Baía do Sancho e a foto do Morro Dois Irmãos é obrigatória, mas cada cantinho da ilha tem seus encantos.

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No Porto de Noronha a experiência e contato com a natureza é fascinante. Em uma praia de nada mais que 50 ou 60 cm de profundidade, o que encanta são as belezas naturais. Não se espante se uma tartaruga verde estiver nadando ao seu lado ou se uma serpente do mar aparecer de repente. Lembre-se que Noronha é a casa delas, não a sua. Como bom visitante, resta-nos admirar o que a natureza nos trás.

A praia do Sueste é um espetáculo à parte. Formada por ecossistema frágil, ela é parte do Parque Nacional Marinho de FN e é cobrada uma taxa para visitação. Compra-se um cartão, que tem validade de 10 dias, por R$89,00, e é possível acesso ao Sueste, à Praia do Sancho e Mirante dos Golfinhos e ao Porto. Estas localidades têm acesso ainda mais limitado em função da preservação da natureza e de serem os principais cartões postais da ilha.  Estes lugares tem horário de visitação controlada, entre 9h às 16 horas, em função da natureza. Fora deste horário é possível avistar uma grande quantidade de tubarões no Sueste. Enquanto visitamos, as espécies ali presentes não apresentam risco ao homem, mas fora deste horário, a presença do tubarão branco é cada vez mais comum. Mas não deixemos de fazer mergulho livre no Sueste. Lá ficam instrutores prontos para orientar no passeio. Tem equipamento para aluguel também. Os passeios podem ser feitos em grupos de três ou quatro pessoas e valem a pena.

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A diversidade marinha de Fernando de Noronha é rica e a abundância de espécies marinhas é recompensadora. Detalhe importante: a melhor época para estes mergulhos livres são entre setembro e outubro, quando a água da ilha encontra-se cristalina e transparente. Se seu objetivo é ver a desova das tartarugas, a melhor época é entre janeiro e maio. Os golfinhos ciceronam as visitas durante o ano todo, e são espetáculo a parte, sempre em bandos de 20 a 30, podendo chegar a 50 golfinhos roteadores por vez. O passeio para avistar os golfinhos saí do Porto, custa em média R$180,00 por pessoa e dura cerca de 5 horas.

Mas deixe para realizar a compra dos passeios quando chegar em Fernando de Noronha, os valores são mais em conta. Como é obrigatória a apresentação de reserva de pousada na imigração, o caminho mais fácil para se visitar a ilha é via agência de turismo. Ao chegar a ilha, o visitante é recebido pelos agentes de turismo, levados a uma “palestra” sobre as regras de se estar no arquipélago e é oferecido a compra de passeios. Vale a pena perder um pouco do tempo para comprar passeios. Alias, não vá para Noronha achando que você vai tirar um dia para compras ou atividades urbanas, O que a ilha oferece de melhor é a sua natureza, assim é preferencial que as atividades sejam feitas durante o dia.

A noite a ilha reserva espaço para gastronomia regional. A comida em Noronha é cara, pois não existem opções de alimentação rápida ou lanchonetes. Os restaurantes são a lá carte e ricos em frutos do mar e culinária local. Chamam atenção as verduras e ervas aromáticas cultivadas na ilha. Como o arquipélago é de formação vulcânica, a terra vermelha é muito rica em nutrientes e faz com que o manjericão e a salsa tenham sabores incríveis. O preço médio da refeição por pessoa é de R$90,00.

Atualmente abriu uma hamburgueria por lá, mas foi depois de nossa experiência de Noronha. O que havia de mais ágil para alimentar-se é o carrinho de salada de frutas do Gostosinho do Munguzá, que roda a ilha durante o dia e vende sua salada de frutas refrescante. Os preços variam de R$7,00 a R$15,00, e é uma forma de saciar a fome de forma saudável. O problema é que nunca sabe-se onde ele estará. Mas também tem o bar do Cachorro, que além de proporcionar uma vista linda da praia de mesmo nome e da Conceição, também tem uma agenda cultura noturna bem interessante. E, claro, os tradicionais jantares na Pousada do Zé Maria, que acontecem toda quarta e sábado. Mas precisa fazer reserva meses antes.

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Assim, não se esqueçam de levar petiscos para segurar a fome entre as refeições e água para hidratação. Uma dica é levar do continente, pois os dois supermercados de Noronha possuem preços muito superiores aos nossos. Assim como é importante também levar medicamentos de uso controlado ou rotineiro. E, claro, bastante protetor solar, pois a incidência de sol na ilha é acima do normal. Dica para os mais sensíveis: coloque o creme hidratante no frigobar da pousada e use se moderação quando voltar dos passeios. Fez bastante diferença.

A experiência em Noronha não para com o final deste texto. Descobrir a Trilha do Atalaia e suas piscinas naturais, as praias Cacimba do Padre, do Boldró (melhor visão do pôr-do-sol) e Conceição é mágico. Garanta energia para as caminhadas, boné, roupas leves (e não brancas, pois a terra vermelha macha todas), uma mochila e muito encanto. É um passeio caro, com preço de viagem internacional, mas que vale cada centavo investido. Como dizem os nativos: Noronhe-se! 

Claro que nós do Ameixa pedimos pro Fabrício criar uma trilha sonora especial para Fernando de Noronha. Impossível não entrarmos no clima e começar desde já uma poupança para também noronharmos!


Preciso compartilhar isso com o mundo. Em meio a um dos vários devaneios que tenho com uma amiga-irmã (desde pequenas), imaginávamos dividir um apartamento em Nova York. Aí ela disse, “Nossa, podia tanto ser em Williamsburg”. Eu confesso que não sabia que raios era isso, mas como boa curió, fui procurar sobre. Gracinha de lugar no Brooklyn.

E fiquei com esse negócio na cabeça. Aí em janeiro de 2016 fui com minha família passar Natal por esses lados e joguei o verde pra conhecer o tal bairro. Por sorte, minha tia também queria ver qual era e curtiu a ideia.

Pegamos um táxi de Manhattan cedinho e fomos tomar café da manhã no Egg. Não tenho palavras pra descrever o lugar e ilustrar o devido espaço que ocupou em meu miocárdio: despretensioso, charmoso, clean, tudo que eu amo!!!! É uma portinha, que traz um ambiente com parede de tijolos brancos, muita madeira e um staff jovem. A comida…Ah, a comida…Tomei meus litros de café, comi uma granola feita por eles com iogurte, além de ovos mexidos e panquecas. Bom demais da conta!Tudo fresquinho e com um apelo orgânico/natureba. Pode por o selo de aprovado.

 

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Depois saímos explorando as ruas. Eu estava realizada. É meu sonho literal de casa própria do baú da felicidade. Tinha lojinha de chapéus, floriculturas, milhões de cafeterias. E quando eu achava que a alegria já tinha atingido seu limite, eis que me deparei com o Artists & Fleas, um mercado de pulgas com artistas locais.

 

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Comprei um anel que amo mais que tudo nessa vida. E lá tem um mundo de coisas pra te distrair por horas.
Outra dica majestosa é uma lojinha que tem lá, chamada PopFuzz. O lugar tem zilhões de revistas em quadrinhos antigas, VHS, discos, CDs e o mais legal: brinquedos da época do onça!!! Tinha um ET em tamanho real que a mãozinha coçou pra trazer no colo pro Brasil. Lá se viaja legal no tempo e sem gastar.

Visitamos depois a fábrica da cervejaria Brooklyn. Trata-se de um galpão, tocando música boa, com bastante gente comprando e tomando cerveja. Super indico!!!Também é mega acessível pois você paga uma entrada, que não lembro exatamente mas não era de primeiro mundo, e consome só aquilo que quer. E pode.

Por fim, a fome bateu novamente e minha tia veio com outra sugestão maravilhosa. Um outro restaurante pequeno chamado Delaware & Hudson. Ambiente aconchegante, folk tocando (Não sei porque, mas meu ideal de felicidade é sempre com um folk tocando), muita madeira e mesas pequenas. Vidro e madeira é o casamento perfeito. Eu realmente estava quase desencarnando. Tomei uma mimosa de pêra feita por eles e comi uma salada com feijão branco. Amei com lemón! Ah, e chupem essa manga: esse restaurante tem uma estrela Michelin. Brigada, tia, te amo pacas.

 

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Endereços:

EGG: 109 N 3rd St, Brooklyn, NY 11249
POPFUZZ:123 Wythe Ave, Brooklyn, NY 11211
ARTISTS&FLEAS:70 N 7th St, Brooklyn, NY 11249
BROOKLYN BREWERY: 79 N 11th St, Brooklyn, NY 11249
DELAWARE AND HUDSON:135 N 5th St, Brooklyn, NY 11249


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No próximo dia 26 (domingo), a academia Vibe Fitness promove a Vibe Ecológica, caminhada ecológica na Serra do Cipó! E sabe o que é melhor? Além dos alunos da academia, a Vibe Ecológica é destinada a todas pessoas que quiserem dar uma escapinha do caos do dia-a-dia de BH e curtir um dia de atividade física em contato com a natureza (com direito a banho de cachoeira!). E se você acha que está fora de forma, não se preocupe, a caminhada é feita no ritmo dos participantes com vários instrutores acompanhando.

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Quando? 26 de Março, domingo, 6h às 17h

Quanto? O valor do Kit é 100 reais e dá direito a blusa, transporte e alimentação durante a caminhada.
Onde? A caminhada é de aproximadamente 7Km no Parque Nacional.
As inscrições já estão abertas na Vibe Fitness, que fica na Rua dos Goitacases, 1275, no Barro Preto. Mais informações pelo telefone: (31) 3212-9227

 


dicas-para-quem-vai-viajar

Final de ano é sinônimo de férias. Nesse período a maioria das pessoas aproveita para fugir da rotina e estresse do trabalho com viagens e mais tempo ao lado da família e dos amigos. Se você ainda não planejou o seu roteiro e tem muitas pendências a resolver, selecionamos 5 plataformas essenciais para que a sua viagem se torne mais agradável e prática:

Airbnb – Viajar é sempre bom, em turma melhor ainda. Mas, nem sempre a capacidade de um quarto de hotel acomoda todo mundo com conforto e alugar mais quartos torna a hospedagem mais cara. Com os serviços do Airbnb os custos podem diminuir significativamente. Você pode alugar um apartamento ou uma casa para todos seus acompanhantes, de acordo com o perfil e custo desejados.

HotelQuando –  Se você não vai passar o dia todo nas dependências do hotel, o HotelQuando é um forte aliado na economia e praticidade em termos de hospedagem. Com o sistema de reserva baseado em opções de pacotes de 3h, 6h, 9h e 12h, não é necessário pagar o valor da diária, somente o tempo que usufruir. Assim, você pode direcionar recursos para outros gastos sem se preocupar com um quarto de hotel vazio enquanto quer passear.

Vá de Táxi – Decifrar itinerários do transporte público para se locomover a destinos desconhecidos é uma tarefa complicada. Se não for programada com antecedência, perde-se tempo e paciência. Para não correr esse risco, o Vá de Taxi ajuda você a solicitar um táxi por meio do app e a chegar ao seu destino com agilidade, segurança e a comodidade de pagar pelo aplicativo.

RecargaPay–   Perder-se do grupo ou da família durante um passeio pode ser angustiante, principalmente em períodos de alta temporada, quando os lugares estão sempre muito cheios O hábito mais comum é pegar o celular e ligar imediatamente para alguém que esteja no mesmo lugar que você. Para não correr o risco de ficar incomunicável por falta de crédito, o RecargaPay  oferece um serviço de recarga em poucos cliques, sem cobrança de taxas, onde você estiver.

Peixe Urbano – Escolher restaurantes e passeios é sempre um desafio quando não se conhece muito bem o lugar. Quando a programação ainda está em aberto, é mais fácil pesquisar e planejar com calma. O Peixe Urbano tem promoções para agradar a todos os gostos. Pegar dicas, fazer reservas e ainda pagar mais barato com os descontos oferecidos são ótimas formas de poupar tempo e dinheiro.


Inspirado pelo Caminho de Santiago de Compostela, na Europa, o instituto Estrada Real desenvolveu um passaporte e um certificado para quem percorre por seus caminhos. Com 1600 km de extensão, passando por 199 municípios, é a maior rota turística do Brasil. São 300 anos de história que passam por São Paulo, Rio de Janeiro e – a maior parte – por Minas Gerais (169 cidades!).

O Passaporte Estrada Real é bem parecido com o passaporte brasileiro mesmo. Para adquiri-lo, basta fazer o cadastro online, imprimir o formulário preenchido (validade de 60 dias) e levá-lo com um quilo de alimento não perecível ou uma peça de roupa para serem doados para uma instituição de caridade. Os pontos de retirada, por enquanto, estão disponíveis em Ouro Preto e Diamantina. Importante lembrar que o passaporte e o formulário são individuais.

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Um único passaporte pode ser usado para percorrer os Caminhos Velho, Novo, dos Diamantes e Sabarabuçu. Em cada cidade, o viajante vai receber um carimbo com um desenho de um cenário que a representa (são vários pontos de carimbo em cada local, mas só será aceito um carimbo por cidade). Clique aqui para conferir os endereços.

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Para Conseguir o certificado de cada caminho, é preciso passar pelo menos em:

- 14 carimbos do Caminho Velho (de Ouro Preto – Paraty ou Paraty – Ouro Preto num total de 710 km divididos em 27 trechos) ou

 - 10 carimbos do Caminho dos Diamantes (de Ouro Preto – Diamantina ou Diamantina – Ouro Preto num total de 395 km divididos em 18 trechos) ou

 - 08 carimbos do Caminho Novo (de Ouro Preto – Porto Estrela ou Porto Estrela – Ouro Preto num total de 515 km divididos em 18 trechos) ou

 - 04 carimbos do Caminho do Sabarabuçu (de Cocais – Glaura ou Glaura – Cocais num total de 160 km divididos em 6 trechos).

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Os caminhos, criados no século XVIII, quando a Coroa Portuguesa determinou que o ouro e os diamantes só deixassem Minas Gerais por trilhas outorgadas por eles, podem ser feitos de carro, a pé, de bicicleta ou a cavalo.

SERVIÇO:

Pontos de retirada de Passaporte e Certificado:

Diamantina
Pousada do Garimpo – Avenida da Saudade, 265. Tel.: (38) 3532-1040
Receptivo Minas Gerais – Rua da Quintanda, 22 – 1º andar (segunda a sexta, de 8h às 12h, e 14h às 17h). Tel.: (38) 3531-1667 / (38) 8802-5078

Ouro Preto
Centro Cultural da Fiemg – Praça Tiradentes, 04 – Centro (todos os dias de 9h às 19h). Tel.: (31) 3551-3637

O site do Instituto é repleto de informações sobre cada cidade e opções para hospedagem. Clique aqui para conferir.

Mariana Viotti é jornalista, apaixonada e viciada em viajar, e blogueira no  Passaporte Pronto.