Experimente Cozinha Recebe_12-09-2017 (13)

“Cozinhar é uma terapia. Queria tanto aprender a cozinhar”… Essa frase resume bastante do que ouvimos por aí desde que a gastronomia ficou tão próxima do nosso dia-a-dia. Muito devido aos  diversos programas de TV dedicados a ela, livros, filmes, canais de youtube e por aí vai. A cozinha voltou a ser o melhor lugar da casa.

Realmente cozinhar é uma terapia. Seja ela individual ou em grupo. O ato de transformar os alimentos em algo e levá-lo à mesa desperta todos os nossos sentidos. É mágico! E querer aprender a cozinhar já não é um bicho de sete cabeças. Esqueça aquela máxima: “ah é só pegar uma receita e repeti-la”. Às vezes dá certo, outras não. Aprender e ensinar a cozinhar é tão mágico e prazeroso quanto se sentar à mesa e se deliciar com um prato.

experimentecozinha2É essa magia em ensinar que torna a Experimente Cozinha Food Lab, da Chef Sabrina Gomide, uma diferencial entre tantos espaços dedicados aos ensinamentos culinários. O prazer e a disposição em passar conhecimentos da Chef são nítidos e contagiantes. Na Experimente nada é complicado, basta ter disposição.

Fomos convidados a conhecer a Experimente e colocarmos a mão na massa. O espaço inaugurado esse ano já nos ganha pelos detalhes da decoração. É o ambiente despertando o primeiro sentido: a visão! A cozinha é equipada com todo o material que o aluno precisa para se aventurar em uma cozinha. Você pode passar por essa experiência individualmente ou chamar um amigo para a aventura, uma vez que as bancadas e seus utensílios estão preparadas para isso. “Minha intenção sempre foi ter um espaço onde nossos visitantes pudessem aprender novas técnicas ou simplesmente perder o medo de cozinhar”, afirma Sabrina que reforça não ser necessário nenhum conhecimento prévio para participar dos cursos. “Aqui você aprende cozinhando!”, destaca Sabrina.

experimentecozinha5E a partir de então se faz a mágica! As quase duas décadas de dedicação e estudo à gastronomia de Sabrina Gomide são postos a favor de ensinar ao próximo. O cardápio de cada aula pode ser pré-determinado pela Chef ou escolhido, caso for um grupo de amigos, comemorações de datas especiais, confraria, pelos próprios alunos. E ao mesmo tempo olfato, tato, visão e paladar se complementam para que o que você achava difícil, complicado, impossível se materialize diante dos seus olhos. Você nesse espaço de tempo dentro da Experimente conheceu técnicas, descobriu macetes, ganhou dicas preciosas e sem se dar conta cozinhou como ninguém!

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Ao final de cada aula temos a celebração máxima que é o objetivo de cada cozinha: o prazer de se reunir à mesa, como uma grande família e brindarmos à aula, à comida feita e aos encontros que a vida nos reserva. Por um tempo tínhamos perdido esse hábito de voltarmos às nossas mesas cercado por quem amamos e ficarmos a mercê do tempo das conversas. Isso é um grande ganho da nova onda gastronômica. E também um momento especial da Experimente Cozinha Food Lab. Recomendamos que todos passem por essa experiência!

 

 

 

 

 

Serviço:

Experimente Coziha Food Lab: Rua Marte, 320ª, B. Santa Lúcia – Belo Horizonte/MG. Telefone: (31) 3586-3721 – contato@experimentecozinha.com.br


creme de tapioca

Nossa sugestão de sobremesa para esse domingão final de feriado é um gelado creme de tapioca com coulis de manga. Escolhemos a manga por ser uma das frutas mais refrescantes que temos, mas você pode ficar a vontade para fazer com a sua fruta da estação preferida.

Creme de Tapioca:
Ingredientes
200ml de Leite de Coco

1/2 xícara de tapioca

1 1/2 xícara de água

1 xícara de leite

1/2 xícara de açúcar

Casca de 1/2 limão

Coulis de Manga:
Coulis é uma sugestão de creme que sempre se faz utilizando a poupa das frutas bem geladas. Pode se acrescentar um suco de laranja natural, se desejar, ou utilizar somente a fruta em questão.

2 mangas maduras e bem geladas cortadas em pedaços

1/4 de xícara de chá de suco de laranja

Açúcar (não é necessário)

Folhas de hortelã para decorar

Modo de Preparo

Creme de Tapioca: Deixe a tapioca de molho na água por 1 hora ou até que absorva todo o líquido. Em uma panela, misture a tapioca hidratada, o leite, o leite de coco, e o açúcar e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até começar a ferver. Abaixe o fogo e junte a casca de limão. Continue mexendo por mais 3 a 5 minutos até a tapioca ficar macia, mas sem cozinhar demais para não perder a textura. Retire do fogo, tire a casca de limão e espere esfriar por alguns minutos. Distribua o creme de tapioca em taças individuais e reserve.

Coulis de manga: Misture todos os ingredientes no liquidificador até virar um purê. Experimente e, se necessário, acrescente um pouco de açúcar. Distribua o creme em de manga sobre o de tapioca nas taças e leve à geladeira por, no mínimo, 1 hora. Sirva bem gelado.


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Todo mundo já percebeu esse boom gastronômico que estamos vivendo, num é? Nunca se falou tanto de culinária como agora. Já reparou que a seção das livrarias dedicadas ao tema só tem crescido? E o tanto de programas televisivos? Todos os canais sejam eles abertos ou fechados estão dedicando nem que seja meia hora de sua programação à gastronomia. Mas qual a razão de tudo isso? Seria apenas um interesse dessa geração acostumada com o excesso de informação? Uma onda passageira? Um modismo? Bom, pode ser um pouco de tudo isso, ou nada disso.

Com tudo, acredito que tenha algo que seja comum a todos que estão vivenciando esse momento: resgate. Estamos todos tentando resgatar algo que nos foi tirado, ou esquecido, ou deixado de lado: o prazer de pertencer ao espaço da cozinha e o prazer de servir ou ser servido com algo que desperte sensações e lembranças. Gastronomia nada mais é que isso! Uma mistura de aromas, texturas e sabores que nos remete a algo íntimo e que desperta sensações prazerosas. O poder das combinações. Química. Mágica. Arte. Amor!

Para deixar mais claro do que se trata temos que voltar no tempo. No final dos anos 40 e começo da década de 50, as mulheres saíram de suas casas e começaram a se fazer notáveis num mundo (ainda) patriarcal. A casa, a cozinha, não eram mais os únicos espaços que elas poderiam e deveriam ocupar. A indústria alimentícia logo tratou de resolver um problema: “e agora quem cozinha?” Ninguém mais! A comida já vem pronta. E com isso damos início ao processo que chega ao seu ápice nesse presente: fast foods, todo e qualquer tipo de comida congelada, disk alguma coisa, microondas e toda gama de tecnologia que nos faz ganhar um tempo em cima de um tempo que não temos mais e transformando a cozinha, num simples objeto decorativo. Assim perdemos as referências culturais, familiares e sociais.

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Criou-se um vazio à mesa. Ninguém mais senta-se à mesa para se perder um tempo junto a alguém ou até consigo mesmo. É aí que começa essa retomada da gastronomia. Um grito de que: queremos voltar ao convívio! Técnicas culinárias são importantes, sim, claro. Mas não são tudo. Para mim, enquanto chef e para tantos outros precisamos delas. Mas na minha cozinha pessoal, na sua cozinha, elas são o de menos. Ali o que vale são outras coisas. Dando alguns exemplos: sabe aquele engrossado que fazemos com um pouco de farinha e manteiga? Então, como técnica o chamam de roux (rú). Ou quando a frigideira fica toda suja depois de fazermos uma carne e daí colocamos um pouco de água, ou vinho e fazemos um molhinho. Tecnicamente falando você fez uma redução. Enfim… termos e nada mais que isso.

Mas o que está nos levando novamente às nossas cozinhas é um dos nossos atos mais primitivos: fazer e servir. Botar naquela comida além de todos os ingredientes necessários uma pitada de sabedoria, uma colher de amor, uma xícara de boas energias. Levar isso à mesa, sentar, degustar, conversar, externar e introspectar. O seu churrasco de final de semana é outro exemplo de resgate primitivo. Os nativos iam à caça (em muitas culturas isso cabia às mulheres!) traziam a carne, faziam o fogo e num gesto de respeito ao animal abatido ficavam todos em volta da fogueira para esperar o alimento e, muito mais que isso, tinham todo o tempo daquele cozimento para ficarem próximos uns aos outros.

Então o meu convite com esse texto é que sejamos mais primitivos. Quando falamos de culinária, por favor! Invada a sua cozinha e prepare o melhor prato para a sua família, seus amigos, para você! Convide todos à mesa. Olhem uns nos olhos dos outros. Pergunte da vida, das alegrias, dos problemas. Entre uma garfada e outra, demonstre interesse, acolhimento. Esqueça-se do tempo. Primitivamente o tempo é seu aliado. Sirva-se dele.

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Que tal aproveitar o Dia dos Pais para fazer um almoço bem gostoso? A sugestão da KitchenAid traz a receita de um gnocchi preparado com abóbora em vez de batatas e que tem um sabor bastante suave. O pesto de rúcula é um excelente acompanhamento mas também é possível utilizar outras ervas aromáticas e obter ótimos resultados. Que tal?

Gnocchi de abóbora com pesto de rúcula e queijo de cabra_alta

Ingredientes
750g de abóbora
2 c/s de manteiga
175g de farinha
1 gema de ovo
manteiga derretida e lascas de queijo parmesão, para servir
sal e pimenta preta acabada de moer
1 receita de Pesto de rúcula e queijo de cabra
120g de queijo de cabra fresco
60g de rúcula
40g de pinhões torrados
2 dentes de alho
120ml de azeite extra virgem
sal e pimenta preta acabada de moer

Preparo do pesto: Rale o queijo. Coloque o manjericão, os pinhões e o alho no liquidificador e bata na velocidade de agitação até obter um purê. Certifique-se de que o pesto mantenha uma certa textura. Com o motor em funcionamento, adicione gradualmente pelo orifício apropriado o azeite até ser todo absorvido. Passe a mistura para uma taça e incorpore o queijo. Tempere a gosto, tendo sempre em atenção a quantidade de sal. Utilize de imediato ou cubra com uma camada fina de azeite e guarde na geladeira.

Modo de Preparo:
Descasque a abóbora e corte em pedaços. Leve a abóbora para assar durante 30 minutos no forno a 200°C, em seguida, bata em velocidade 4 na batedeira Stand Mixer. Coloque o purê de abóbora numa panela com a manteiga e cozinhe em fogo alto até a abóbora secar. Volte a colocar na batedeira e adicione a farinha e a gema de ovo. Tempere a gosto e misture com a pá plana na velocidade 2 até obter uma massa homogênea. Leve à geladeira durante a noite. No dia seguinte, coloque a massa numa superfície bem polvilhada com farinha e estenda em “salsichas” longas com cerca de 1,5 cm de diâmetro. Corte em pedaços de 2 cm e pressione o gnocchi ligeiramente com um garfo para criar o padrão característico. Leve a ferver uma panela grande de água com sal e cozinhe o gnocchi em grupos. Escorra bem o gnocchi e mantenha-o quente enquanto cozinha os restantes. Quando o gnocchi estiver todo cozido, misture-os com a manteiga derretida e, a seguir, incorpore o pesto. Sirva de imediato com as lascas de parmesão.


Amei a coleção da Maizena em parceria com a TokStok e vocês? A coleção chega às lojas em Agosto.

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Sobre a Coleção

A famosa caixinha amarela de Maizena celebra seus mais de 130 anos de tradição, unindo sua marca em uma ação com a Tok&Stok. A parceria, lançada neste mês de agosto, envolverá a apresentação de uma nova linha personalizada de utensílios e acessórios de decoração para cozinha.

A coleção possui estilo retrô e é composta por bandejas, potes herméticos, lousas, imãs para geladeira, canecas, jogos americanos, aventais, panos de prato e fichários para receitas, com preços entre R$7 e R$200.