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Nos dias 15 e 16 de Setembro, nós fomos ao Rock In Rio desfrutar do maior festival de música do mundo. Em meio a grande organização e dezenas de shows, a gente conta para vocês nossas considerações e dicas para quem vai se divertir na próxima semana de festival.

O QUE LEVAR?

Comidas leves como barras de cereais, biscoitos, frutas. Protetores solar são importantíssimos. Uma garrafinha para abastecer de água nos diversos bebedouros espalhados pela cidade. Um canga, ou toalha para forrar o chão. E não se esqueçam de levar uma blusa de frio leve para a volta do evento. Caso leve seu celular ou equipamento de foto e vídeo, tenham muito cuidado quando estiverem no meio de muita gente. Prevenir-se é o essencial para não estragar sua diversão.

TRASLADO E ENTRADA NO EVENTO

Este ano o próprio evento incentivou a chegada na cidade do rock por meio do transporte público. Experimentei no dia 15/09. O metrô e BRT funcionaram muito bem. Acesso ao metrô era fácil, e os ônibus brts saiam de minuto em minuto. A volta também foi tranquila. Enquanto um transporte oficial cobrava R$100,00 ida e volta, o transporte público cobra R$20,00. Basta irem a qualquer estação, comprar o cartão integração e abastecer com valor proporcional aos dias que vocês irão.

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NOVA CIDADE DO ROCK

A maior novidade do evento se mostrou mais ampla, confortável e diversificada. Na cidade olímpica, o evento conta com um maior número de postos de alimentações. Espaço maior com muito mais banheiros. Nos intervalos dos shows procurem os mais distantes do palco que vocês vão enfrentar menos filas. Há enormes hashtags espalhadas no ambiente que rendem lindas fotos. Não deixem de visitar a estrutura e assistir aos shows na rock street e africana. Estão lindas, coloridas e muito interativas.

Dica: se você gosta de sentar no intervalo de um show para o outro, evite sentar na área cimentada, pois ali é lugar para transitar. Tem muita grama sintética espalhada no espaço para isto. E por favor, pessoas sentadas nos ombros não é legal. Vimos muito disso nesta edição. Evitem. Sejam educados.

O QUE COMER E BEBER?

Além do que forem levar de casa, caso queiram comer algo, o espaço está com mais opções de comida. O destaque desta edição foram as coxinhas feitas na hora. Para beber tem cervejas, águas, sucos, picolés e sorvetes para refrescar. O evento conta, novamente, com pessoas vendendo no meio do show com placas indicativas bem grandes. Caso queiram consumir as comidas e bebidas de lá, levem uma boa quantia de dinheiro. Preferencialmente em doleiras ou mochilas bem seguros. Tudo lá é muito caro.

PARQUE DE DIVERSÃO

Maior número de brinquedos de diversão. Todos podendo agendar horários dando mais liberdade para o público de conhecer outras partes da cidade. A moda dos scapes também esteve presente no Rock In Rio. 15 minutos de desafio que pode ser agendado pela internet. Espaço amplo, sem afunilamentos, mais plano e com o chão menos acidentado. Outra novidade é a área para gamers. Uma super estrutura para saber das novidades e participar de torneios.

APP ROCK IN RIO

No aplicativo oficial do evento para celular, os visitantes tem acesso a toda a programação do festival, inclusive aos horários dos shows de cada palco. Ótimo para você criar suaa própria programação, selecionando os shows de maior interesse.

 iOS: https://itunes.apple.com/us/app/rock-in-rio-2017/id1270921532?ls=1&mt=8

Android:  https://play.google.com/store/apps/details?id=com.rir.brazil

Gostamos imensamente desta edição. Os shows foram incríveis! O palco sunset está com a musicalidade diversa e não deixou a desejar para o palco mundo. Não podem perder o show de tecnologia de drones no céu. Vale a pena chegar mais cedo e curtir tudo que tem direito. Fiquem ligados nos horários dos shows. E podem esperar surpresas no palco Itaú. Para acompanhar de casa, basta sintonizar no canal Multishow, no seu app, ou em seu site.



Quando fiquei sabendo do Festival Fartura, logo imaginei que seria uma tentativa excelente de trazer para BH um pouco daquela delícia que é o Festival de Gastronomia e Cultura de Tiradentes, que sou fã de carteirinha desde sempre. O evento, que aconteceu no último fim de semana (27 e 28 de setembro) conseguiu reunir na praça José Mendes Júnior (local excelente para se fazer eventos como este, inclusive) coisas incríveis. E não digo só pela infinidade de comidas deliciosas (para de fartar, claro), atrações musicais ótimas e palestras e aulas para quem ama esse universo da gastronomia. O clima era excelente e, claro, trouxe à cidade uma opção que com certeza agradou muita gente que queria uma nova programação para o fim de semana. No meu caso, deixou meu domingo com cara de quero mais. Minha opinião não poderia ser diferente do que vi nas redes sociais: podia ter sempre.

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Sempre aprovei a ideia de trazer restaurantes de outros lugares do Brasil para que a gente experimente coisas diferentes em um só lugar e a preços acessíveis (R$ 6 a R$ 25). É por isso que fiquei até confusa do que queria comer primeiro, rs. O Fartura trouxe doze chefs convidados de vários estados e com restaurantes incrível que criaram pratos especialmente para o evento – de se comer rezando. Além disso, teve também stands com comidinhas e produtos típicos de várias regiões do Brasil. Adorei o da jabuticaba de Sabará (sempre vou ao Festival da Jabuticaba que acontece por lá) e o astro, com certeza, foi o Bolo de Rolo, de Recife, recheado de goiabada, que não bastou eu ter levado um pra casa como ter passado umas 20 vezes para degustar um pedacinho, rs!

Nada como compartilhar esses melhores momentos gastronômicos com vocês e que fez meu domingo ficar mais delícia e, de fato, decretou o meu relacionamento sério com o Festival. Aguardamos mais Fartura em breve (e que não demore, por favor). =)

Para petiscar, pastel de angu (a-m-o) com carne de sol do restaurante Dona Lucinha (BH/MG). Pimentinha na medida! 

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Pastel de feira, típico de paulista, da pastelaria do Kyoto. Experimentei o de queijo (meu sabor preferido) e, de quebra, do de doce de leite. E o mais incrível: sequíssimo! Nem manchou a mão de gordura! Já o costelão de Tiradentes foi a atração principal. Ficou disponível do meio-dia até oito da noite com fila enorme. Não experimentei mas o cheiro e o visual estavam incríveis.

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O mais bacana dessa paella é que ela fez parte da “Cozinha ao Vivo”, ou seja, você vê o preparo e depois experimenta. Não comi porque sou extremamente alérgica a camarões mas foi um dos pratos mais lindos que já vi. Como diz minha amiga Suellen Tobler, do blog Cidade dos Bares, ela estava simétrica e perfeita. Concordo!

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Barreado é uma carne que cozinha durante 14 horas na panela de barro, ou seja, é tão macia que desmanchava na boca. O toque da Mara, do restaurante Tordesilhas (São Paulo), com banana da terra ficou perfeito – sem mencionar o cuidado de fazer uma banana quientinha na hora pra acompanhar o prato.
fartura_4Já tinha experimentado em Tiradentes um jantar inesquecível de delícia do Thomas Troigros (pra quem não sabe, filho do Claude, ambos comandam o restaurante Olympe, em SP) e adorei a experiencia do prato servido em versão “barraquinha”. O toque do prato com farofa panko ficou incrível!

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Delícia esse prato com purê de cará. Bom, eu amo cará desde quando minha mãe me obrigada a comer com feijão pra dar “sustança e crescer feliz” então não tive nada do que reclamar.

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Obrigada Fartura. BH agradece. E obrigada Suellen, que salvou nas fotos com o celular que acabou a bateria, rs!


Nova Cultura Contemporânea é um festival multidimensional de arte colaborativa em progresso, que reúne a vanguarda contemporânea internacional em música, artes visuais e audiovisuais. O evento que já aconteceu em São Paulo (2010 e 2011), Los Angeles (2010) e Rio de Janeiro (2010) este ano ganha edições em Belo Horizonte e Barcelona.

 

Programação completa aqui!


Até domingo, dia 06.05, acontece no Teatro Klauss Viana o VIVADANÇA. O festival é dedicado às linguagens da dança e seus caminhos, refletindo as inquietações artísticas e os meios de produção, diálogo e difusão que envolvem o segmento.

Dia 4 de maio, sexta-feira, 21h:

POR UM FIO – Mimulus Cia de Dança – Minas Gerais

Transpõe os bordados, escritos e amontoados de Arthur Bispo do Rosário para o emaranhado de braços e corpos que tecem a coreografia. Fios elétricos e filamentos das lâmpadas incandescentes servem de matéria-prima para a composição da obra. O grupo, dirigido pelo professor Jomar Mesquita, busca referências sobre as danças de salão, tendo o swing, rock, fox, tango, bolero, salsa, samba e chorinho como ponto de partida.

Dia 5 de maio, sábado, 21h:

AROEIRA- COM QUANTOS NÓS SE FAZ UMA ÁRVORE – Núcleo Viladança – Bahia

A ideia é estimular a plateia e convidá-la a rearrumar o espetáculo mentalmente, utilizando, inclusive, suas próprias lembranças. Concebida pela diretora, coreógrafa e professora Cristina Castro, com trilha original composta por Milton Nascimento, a montagem provoca  um mergulho num universo poético formado por imagens, luzes, cores, sombra, movimentos e sons, acionando a memória afetiva e sensações do público.

Dia 6 de maio, domingo, 17h:

DA PONTA DA LÍNGUA À PONTA DO PÉ – Núcleo Viladança – Bahia

O espetáculo, criado em 2004, já foi visto por mais de 40 mil pessoas e ganhou o reconhecimento da UNESCO. Integra um programa de formação artística para incentivar a apreciação e a educação para as artes entre crianças e adolescentes. Com direção e coreografia de Cristina Castro, os bailarinos cantam e interpretam, para contar a história de um garoto que gosta de rap e skate, mas, ao se apaixonar por uma estudante de balé, mergulha no universo da dança.

 

Ingresso: R$ 10,00 | Classificação etária: livre

*A meia entrada é vendida somente com a apresentação da carteirinha e/ou documentos de identificação no ato da compra

Via OiFuturo


Referência nacional na exibição do cinema de não ficção, o forumdoc.bh -  Festival do Cinema Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte – apresenta a programação de mais uma edição, desta vez comemorativa, celebrando os 15 anos de sua trajetória. Até dia 4 de dezembro, o festival exibirá 100 filmes, diferentes em sua origem, forma e conteúdo, mas que possuem uma característica da mesma natureza: chamar a atenção para a diversidade de perspectivas.

A programação, tradicionalmente gratuita, contempla mostras retrospectivas de movimentos emblemáticos para o cinema documental, seleções competitivas nacional e estrangeira, um Fórum de Debates, o curso “Dilemas da Observação”, conduzido pelo cineasta Eduardo Escorel, sessões comentadas e, pela primeira vez no festival, o Encontro de Realizadores. As atividades ocorrem, simultaneamente, no Cine Humberto Mauro | Palácio das Artes, no Centro Cultural da UFMG e Campus da UFMG. (Via forumdoc.bh)

Você encontra a programação completa do festival aqui!