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É neste sábado, dia 30 de setembro, no festival Estação Primavera, a partir das 17h, que a banda Natiruts apresentará a turnê do novo álbum de inéditas “Índigo Cristal”. Depois de passar com a atual turnê pela América Latina, a banda escolheu Belo Horizonte para a estreia nacional.

O novo álbum, lançado em 4 de agosto, canta a positividade e a esperança de superar tempos difíceis como os da atualidade. “O que o Natiruts entrega de melhor são músicas que elevam o astral, que mudam a energia, que trazem positividade mental e corporal”, disse Alexandre Carlo, vocalista e compositor. “Índigo Cristal” tem uma sonoridade rica em referências, tais como jazz, black music, músicas jamaicanas e indiana, reggae roots e muito mais.

 

O festival Estação Primavera estreia em Belo Horizonte com muito reggae e rap, e promete agitar a Esplanada do Mineirão. Apresentarão também no festival: Digitaldubs; Rael e Haikaiss.

 

SERVIÇO

 

Estação Primavera apresenta Natiruts – Lançamento do disco “Índigo Cristal”

Quando. 30 de setembro de 2017 (sábado), das 17h às 0h

Onde. Esplanada do Mineirão (Avenida Abrahão Caram,1.001, Pampulha)

Quanto. R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada); R$ 160 (camarote open bar). Ingressos antecipados pelo Sympla

Mais. www.facebook.com/events/411144192613778


ilovejazz

A dica imperdível para o final de semana é a 9a edição do Festival Internacional I Love Jazz, evento tradicional no calendário cultural da cidade.  Sábado (23) e domingo (24), sempre a partir das 15hs,  a  Praça do Papa volta a ser o palco de grandes atrações do Brasil e do exterior, com o melhor do ritmo que surgiu nos Estados Unidos no início do século passado.

Assim como em todas as edições, o objetivo do festival é mostrar ao público que o jazz é um estilo popular, dançante e que emociona sem que o ouvinte tenha necessariamente um conhecimento profundo. Ao contrário do que muitos acham não se trata de uma música de elite, mas sim algo criado para divertir a população das partes mais pobres de Nova Orleans daquela época.

be-hoppers

Aula de Lindy Hop com os BeHoppers

Durante os dois dias de festival, às 15:00h, o grupo de dança BeHoppers ensinará ao público os passos básicos do Lindy Hop. Qualquer pessoa poderá participar destas aulas. Basta chegar à Praça do Papa, de preferência usando calçados e roupas confortáveis. Uma ótima oportunidade para aprender a dançar este ritmo contagiante!

Programação 2017

Sabado 23/9

15h Aula de Lindy Hop com os BeHoppers

16h Pepe Ja Tirei a Vela

17:30h Tito Martino Jazz Band

19h Joseval Paes Big Band

20:30h Gunhild Carling

Domingo 24/9

15h Aula de Lindy Hop com os BeHoppers

16h Ricardo Baldacci Quartet

17:30h Taryn & The Art Deco Army

19h Happy Feet Big Band

20:30h Steve Pistorius Quartet

 

Sobre as atrações

Pepe Já Tirei a Vela –    Os Pepes, como são conhecidos formam uma banda que além da alegria contagiante apresentam  releituras dos clássicos do Blues, Swing e  Gipsy Jazz. As releituras e improvisos são a essência do quarteto de cordas formado por Raissa Uchoa, Thiago Rocha, Rogerio Sena  e Pablo Barcelos.

Tito Martino Jazz Band – O clarinetista paulistano Tito Martino e o pistonista e vocalista croata André Busic  são  pioneiros  do Jazz no Brasil, premiados em Festivais nos Estados Unidos e na Europa. Além de Tito e Busic, a banda conta com Alexandre Hage, piano; Cleber Guimarães, jazz-guitar e banjo; Beto Grangeia, contrabaixo; Billy Ponzio, bateria e washboard;

Joseval Paes Big Band – Completando 34 anos de carreira Joseval Paes integrou várias das principais orquestras de SP.  Apresenta arranjos originais das big bands de Count Basie, Thad Jones, Duke Ellington e Bennie Godman.

Gunhild Carling – A multi-instrumentista sueca Gunhild Carling é um dos nomes mais importantes do novo cenário do jazz mundial. Gunhild vem de uma família de jazzistas que há décadas fazem shows pelo mundo com grande sucesso.

Ricardo Baldacci Quartet – Neste último ano de 2017, Baldacci tem realizado um novo formato de show além de seu trio, em que se apresenta sozinho, recriando apenas com sua voz e a companheira guitarra acústica de 7 cordas, um instrumento pouco usual no jazz, o clima das gravações da fase áurea de Frank Sinatra nos anos 1950 e 1960 e adaptações das orquestras de Duke Ellington.

ilovejazz1Taryn & The Art Déco ArmyTaryn & The Art Déco Army é um projeto musical que nasceu através do convite do diretor Jayme Monjardim para Taryn participar da novela da TV Globo “Tempo de amar” ( Setembro 2017) interpretando canções dos anos 20 em cena , e em sua trilha sonora ( que será lançada pela gravadora Som Livre) já que a trama se passa nos anos 1927 , e a cantora e atriz destaca-se no cenário musical pela sua carreira dedicada há mais de 2 décadas à pesquisa e resgate do Jazz&Blues Clássico, e da estética vintage em suas performances ao vivo, evocando a atmosfera das atrizes de Hollywood e Pin Ups da era de ouro do cinema.

Happy Feet Big Band – A banda mineira Happy Feet Jazz Band foi formada em 2008 e tem no jazz das décadas de 30 e 40 sua inspiração. Vem se apresentando nos principais palcos e festivais do país. Desde 2012, conta com uma formação de big band, com 13 músicos.

Steve Pistorius Quartet – O pianista de jazz de Nova Orleans, Steve Pistorius, é considerado um dos melhores deste estilo no mundo. Ele virá ao I Love Jazz com o seu quarteto “Steve’s Southern Syncopators”, que conta com o veterano clarinetista Orange Kellin, o trompetista Duke Heitger e o baterista Benny Amón.

Serviço
I Love Jazz
23 e 24 de setembro – A partir das 15h
Praça do Papa – Entrada Gratuita


O Cluster - Crédito Eduardo Magalhães_I Hate Flash

O Cluster abre inscrições para produtores locais que queiram participar da próxima edição do evento em Belo Horizonte, que será realizada no dia 8 de outubro, na Casa Bernardi (rua Conde de Linhares, 308, Cidade Jardim). Interessados devem enviar um e-mail, com o assunto “O Cluster BH”, para o endereço eletrônico cadastro@ocluster.com.br.

O Cluster, que já foi realizado em quatro edições na capital mineira, tem-se consolidado na cidade como importante espaço para divulgação da moda, gastronomia, música e design produzidos em solo belo horizontino. Para a idealizadora d’O Cluster, Carolina Herszenhut, trazer o evento do Rio de Janeiro para Belo Horizonte foi uma escolha acertada. “A última edição foi uma experiência incrível, pois podemos perceber que Belo Horizonte entendeu exatamente o que fazemos, e a recepção foi exatamente como gostaríamos. O resultado de vendas e público nos fez colocar BH no nosso calendário”, comenta Carolina.

Sobre o Cluster

Sucesso no Rio de Janeiro desde 2012 – ano em que foi criado, o evento propõe seguir na contramão do consumo desenfreado, procurando abrir espaço para o novo, possibilitando uma integração multicultural, de diversas áreas. Um convite ao inédito, ao inusitado e ao surpreendente, os eventos O Cluster recebem criações de novos estilistas, deliciosos e exclusivos pratos preparados por chef´s de cozinha, feiras de vinis, além de intervenções e performances artísticas. O Cluster se consolidou como um espaço onde é possível encontrar o que há de mais novo na moda carioca, se posicionando como um evento onde todas as experimentações são permitidas e fazendo essa ponte entre os criadores e o público. Em 3 anos, reuniu em 17 edições mais de 50.000 pessoas ávidas por novidades, registrando em média um público de 4.000 pessoas por edição envolvendo aproximadamente 50 marcas e mais de 100 pessoas trabalhando indiretamente.

 

Serviço 

O Cluster seleciona marcas de moda e de gastronomia belo horizontinas para edição de 08/10

Interessados devem enviar e-mail para cadastro@ocluster.com.br com o assunto “O Cluster BH”

Informações: www.ocluster.com.br e contato@ocluster.com.br


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Perguntar para uma pessoa com pouco mais de 20 anos de idade se ela conhece, ouviu, tocou um vinil, a resposta será alta e seca: NÃO. Isto porque no fim dos anos 90 o Compact Disc, CD, estava aparecendo no mercado fonográfico prometendo tecnologia e qualidade. Ali aparecia no calendário a data limite para a existência do vinil. Foi entre 1994 e 1996 que o cd começou a se popularizar no Brasil. O efeito “cd” acarretou a redução e extinção da fabricação de discos. Por isto, ele foi tratado como obsoleto, música não durável, quebra fácil, arranha fácil e muitos outros apelidos. Está enganado quem pensa que hoje em dia as pessoas vivem apenas com mídias digitais, cds, e que os amantes do vinil só compram discos antigos de lojas em galerias. O vinil está numa boa fase, obrigado.

Falar de LP é lembrar-se de bons momentos. Uma lembrança boa de ir numa loja e olhar os lançamentos. De apreciar suas capas. De ter que esperar por dias pela chegada do álbum do artista favorito. De conhecer uma música em qualidade estéreo. De gravá-lo numa fita k7. De torcer para a música não pular. De escutá-lo até furar. De ser uma mídia das mais físicas que aguçam nossos sentidos. Além da nostalgia, o vinil é de suma importância para a história da música, de artistas, filmes e até telenovelas.

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Para quem não conhece o vinil, a música vem prensada num plástico redondo, que em contato com uma agulha produz um atrito que emite som. O disco tem até 30 cm de diâmetro, inúmeras cores, pode vir com músicas, histórias, shows. A bolacha tem dois lados, quase sempre intitulados Lado A e Lado B. Você se lembra da expressão “virar o disco”? Sim, tem que ir ao aparelho e colocar para tocar o outro lado. Suas bordas fazem um barulho que antecipa o início da primeira faixa de cada lado. Nas músicas de hoje, este barulhinho característico é bastante usado para dar aquele ar vintage. E se não tiver cuidado, este barulho no meio das músicas é sinal de que o vinil está estragado, podendo fazer a agulha pular. Os vinis foram responsáveis por levar música às rádios, às discotecas, por transformar artistas regionais em símbolos da música nacional, nos colocou em contato com materiais incríveis vindos do exterior. A paixão por vinil despertava da qualidade da música que saía da agulha.

Sem a listinha de compras, a escolha do novo vinil vinha de suas capas. A capa tinha que ser certeira. O primeiro impacto para os álbuns conhecidos e para as novidades. As capas são grandes como um quadro de parede, com belas imagens, identidades musicais. Na época áurea do vinil, por exemplo, as capas eram tão importantes para as novelas que ali apareciam modelos, atores que se destacavam, ou a identidade dos folhetins. O poder da capa era tamanho que se você vir a capa dos discos de Secos & Molhados, David Bowie, Grace Jones, Beatles, de novelas como Te Contei?, Brega & Chique, Dancin Days é como ver obras de arte de encher os olhos. As capas, hoje em dia, causam apenas um burburinho. Não têm o peso de antigamente.

Para os desavisados, afirmo que há álbuns inéditos sendo lançados em vinil. Estão sendo lançados em baixa escala, porém em crescente aceitação. Álbuns clássicos estão sendo relançados em vinil. Seu artista preferido está lançando música no Spotify, em cd e… em vinil. Tem até novela, Os Dias Eram Assim, se atrevendo a lançar a sua trilha sonora em vinil.

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A diferença para com os antigos é que a qualidade das capas atuais é bem melhor. O vinil vem mais pesado, em média com 180 g, melhorando a durabilidade e qualidade da alquimia do disco com a agulha. Os preços atuais são bem salgados. Quase sempre de R$100,00 para cima. Até mesmo os vinis antigos estão encarecendo, ou pela demanda ou pela morte/fim do artista.

Mesmo com o pretexto de serem relançados ultimamente para Dj’s ou exímios colecionadores, o que interessa é que muitas pessoas estão interessadas em ter os álbuns da atualidade em vinil. Isso vem crescendo significativamente. Algumas fábricas estão reabrindo e gravadoras no Brasil estão de olho neste mercado.

Espero que a onda do vinil cresça ainda mais. Que a volta dele venha trazer bons preços e acessibilidade a mais pessoas. Eu sou amante e tenho vários vinis. Uns compro pelas ruas da cidade, outros por meio de importação. Para mim vai além da nostalgia. Gosto de ouvir seu som, sentir um álbum nas mãos e ter o trabalho (para muitos não é trabalho algum) de trocar o lado e escolher o disco seguinte.

Obsoleto ou não, o vinil está em ascensão. Este crescimento não acabará com nenhuma mídia atual. Pelo contrário, dará mais opções em formatos musicais. Vai agradar aos ouvintes e a quem sabe movimentar as vendas de músicas que ultimamente andam com o volume baixo.

Vem aí BOLACHÃO

Ligado a este assunto, uma vez por mês falarei sobre vinil ou álbuns que largamos no passado. Temos muitos sucessos de artistas que escutamos apenas em playlist ou em coletâneas e esquecemos que suas primeiras obras têm o seu valor. Falarei da história do disco, suas canções, suas capas, vendagens, etc… Enfim: fiquem ligadinhos na minha coluna musical aqui no Ameixa Japonesa.

 

 


Como não amar esta sexta-feira cheia de lançamentos musicais? 5 artistas retornam às paradas para vocês se divertirem, abusarem do repeat, e terem um final de semana delicioso.

georgemichael

FANTASY – GEORGE MICHAEL FEAT. NILE RODGERS – Oi? Música nova de George Michael? Calma que eu explico. Esta música é uma b-side do single Freedom 90’. Claro que uma música que vem no lado B de um dos maiores clássicos do George não seria uma música ruim. A versão original foi lançada oficialmente anos depois em uma de suas coletâneas. Nile Rodgers, dono do grupo CHIC – que estará no Rock In Rio 2017 – e responsável por inúmeros sucessos da Madonna, Daft Punk, produziu e deu uma nova roupagem para música. Neste novo trabalho, as guitarras do Nile soam frescas e dão uma modernidade dançante para a canção, deixando espaço suficiente para os vocais poderosos. Delícia este encontro musical! Nile, por favor, produza um álbum completo de b-sides do George Michael. Merecemos.

angelaroro

SELVAGEM – ÂNGELA RO RO – 11 anos depois, Ângela Ro Ro volta com um álbum de músicas inéditas. Compositora e dona de uma voz grave de arrepiar, ela retornou aos estúdios para mostrar que ainda tem vigor para música. Ela abusa de ritmos diversos deixando o álbum bem divertido. ESCUTE: Selvagem; Caminho Do Bem, Parte Com O Capeta.

samsmithTOO GOOD AT GOODBYES – SAM SMITH – O maior destaque masculino da década voltou nesta sexta-feira para mostrar uma nova fase musical. Romantismo mantido no estilo musical, Sam veio dizer que ele também sabe se despedir de amores que o machucam. Quem mandou ficar cantando e obrigando o amado a ficar com você em Stay With Me? Agora tem material para adoçar os ouvidos dos fãs.

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LOVE SO SOFT e MOVE YOU – KELLY CLARKSON – Outro retorno poderoso na música. Kelly não se segurou e lançou 2 canções de uma vez. Hitmaker e dona de uma voz poderosa, Kelly não costuma brincar em serviço. O single Love so Soft dançante, com uma boa quebrada funkeada. De presente para os fãs ela lançou Move You. É uma Balada forte, vocais ainda mais poderosos, sonoridade crescente, com a letra bem comovente. Não tem erro, ela voltou para agradar todos os seus fãs.

jackjohson

ALL THE LIGHT ABOVE IT TOO – JACK JOHNSON – É para saudar o pôr do sol, é praiano, é para relaxar, é para ouvir recebendo amigos em casa… Sim, este álbum é isto tudo. Uns dirão que ele não faz nada de diferente em seus lançamentos. E daí, não é minha gente? Jack Johnson tá aí para isto mesmo: lançar álbuns gostosos que nos transmite paz e nos remete a momentos gostosos. Podem aguardar muitas músicas deste disco em novelas. ESCUTE: Sunsets For Somebody Else; My Mind Is For Sale; Love Song #16, Is One Moon Enough?.

Escute também outros bons lançamentos: You’re The Best Thing About Me – U2; …Ready For It? – Taylor Swift; Up All Night – Beck, Los Angeless – St. Vincent.