Seguindo o movimento do consumo consciente, brechós, bazares para trocas e compras de produtos de segunda mão, a designer Lina Fenequito criou a Swap-O-Matic, uma máquina tipo aquelas de salgadinhos, doces e refrigerantes. Só que os produtos aqui são abastecidos pelas próprias pessoas, com os objetos e roupas que você não quer mais.
Ao invés de dinheiro, funciona por meio de créditos que o usuário vai adquirindo – começa com 3 créditos grátis, e, cada vez que é colocado um objeto novo, ganha mais um. Outro jeito é fazer trocas – colocou uma peça, retira outra.
Uma ideia muito criativa e prática de se livrar do que não quer mais e ainda levar algo legal para casa sem ter que gastar dinheiro, né? Por enquanto só tem em NY, quem sabe não chega por aqui?
Já reparou que nos dias de hoje estamos acostumados a usar sabonete líquido e detergente pela praticidade e fácil manuseio, deixando de lado o uso do sabão em pedra?
A designer Nathalie Staempfli criou uma nova forma de voltar a usá-lo. Além de ser mais concentrado, o sabão em pedra tem algumas vantagens ecológicas, como usar papel para embalagens ao invés de garrafas plásticas e os blocos sólidos podem ser facilmente empilhados, permitindo maior espaço em um caminhão.
Nathalie fez duas embalagens em que o sabão se transforma em pequenos flocos. Além de oferecer um deliciosa sensação quando eles estão caindo em suas mãos, se dissolvem facilmente na água.
A primeira versão é pra ser fixada na parede.
A segunda é um ralador, o que facilita o transporte.
“Meu fascínio reside na beleza das pequenas coisas, pequenos momentos da vida cotidiana que lhe dão uma sensação de prazer.” - Nathalie Staempfli
Dos presentinhos de Natal da família, ganhei um short azul de bolinhas lindo, bem verão, da Hering. Uma surpresa na peça foi perceber que sua etiqueta é “plantável”, um papel feito com material 100% reciclado com sementes dentro. Só plantar em terra fértil, regar diariamente e pronto, nasce sua plantinha e você contribui para o planeta. Achei interessante!
Olhando contra a luz dá pra perceber algumas sementes, aqui a maioria tá concentrada na parte baixo, no desenho. Queria saber qual é a planta!
Quem disse que papel higiênico também não pode ser fashion, divertido e com embalagens super bacaninhas?! Isso mesmo, o que você está vendo aqui embaixo é exatamente isto: papel higiênico.
A empresa portuguesa Renova inova e traz apelo de marketing para um produto que, teoricamente, não possibilitaria essa façanha. Hoje, vendido em mais de 50 países da Europa (infelizmente ainda não temos como comprar aqui) a linha Black Label virou case de estudo da INSEAD, uma das melhores e mais respeitadas escolas de negócios do mundo. Haaa… dois rolinhos dessa edição custam em média 8 euros.
Um produto sem graça ganha cor e design nas embalagens e deixa o banheiro mais divertido. É hora de tirar os rolinhos do armário e torná-los parte da decoração! Tons fortes de vermelho, rosa, azul, amarelo e preto fazem a apresentação do produto, muito interessante e gostoso de se ver, e essa variedade permite a criação de espaços divertidos e envolventes que nos deixa doidinhos para comprar vários.
E claro que as peças publicitárias e intervenções não poderiam ficar para trás. Adesivos de elevador, plotagens de carrinhos… várias maneiras de continuar espalhando as cores vibrantes por todos o lados.
Há pessoas que pagam o dobro do preço da encomenda, em frete, só pra levar essas fofurinhas pra casa e colorir seus banheiros. Importante pontuar que os rolinhos coloridos poluem menos em sua produção que os brancos convencionais, e pelo mesmo custo.
Paulo Pereira da Silva, presidente da Renova e reponsável por essa idéia colorida
Saiba um pouquinho mais sobre esse case que atraiu a atenção de investidores e empresários do mundo todo: