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*Por Hely Costa Jr.

Dias atrás, o Ameixa Japonesa me pediu um texto com dicas de viagens. Viajar, conhecer novos lugares, culturas e gente diferente é uma das coisas que mais gostos de fazer. Pena que me falta dinheiro e férias…

Pensei em escrever sobre Roma, pra mim, a cidade mais linda do mundo. Mas aí lembrei do La Catedral, um dos lugares mais incríveis que já fui em Buenos Aires. Ou seria melhor escrever sobre o Pitico, um bar delicioso que fui esse fim de semana em São Paulo? Mas teve aquele dia que fui expulso do Couchsurfing em Paris… Bingo!

Pra quem não conhece, #ficadica, Couchsurfing é uma plataforma online que possibilita que você viaje e se hóspede de graça na casa de alguém! Funciona assim: você se cadastra, faz um perfil, escolhe pra qual lugar quer viajar, define as datas, faz uma busca e ele te retorna com pessoas que estão dispostas a receber viajantes aventureiros. Contato feito e pedido de hospedagem aceito é só fazer as malas!

Após a sua hospedagem, você vai ser avaliado pelo seu anfitrião e fará o mesmo com ele, o que faz com que os perfis tenham avaliações de todos os envolvidos, o que dá certa segurança na hora da escolha! A privacidade e o conforto de um hotel são indiscutíveis, mas pra quem está viajando sozinho e não tem muita frescura, a experiência de se hospedar na casa de alguém que você não conhece é enriquecedora e o melhor, o custo é zero!

fotohely2Minha primeira experiência com o Couchsurfing foi em Roma. Fiquei na casa de um casal que me ofereceu não um sofá, mas um quarto e ainda me ofereceram um citytour noturno com direito ao melhor sorvete da cidade. Em Playa del Carmen fui levado para comer os melhores tacos do Caribe mexicano, numa kombi, no estacionamento de um supermercado. Além de um jantar com chiles poblanos, um prato típico mexicano, no qual o recheio dos pimentões fica cozinhando por mais de oito horas. Na Cidade do México, depois de um aniversário, terminei a noite ensinando a galera a sambar. Em Madri ganhei um jantar de aniversário. E em Paris, bom, em Paris fui convidado a me retirar por não ceder às tentativas de sedução do tiozinho que me hospedava: C’est la vie.

fotohely3Além de viajar, já recebi muita gente! E nunca tive problema, pelo contrário fiz vários amigos! Viajar e hospedar pelo Couchsurfing é pra quem está com o coração e mente abertos e viver experiências incríveis. Sobretudo porque você foge do turismo convencional, aquele com guia e hora marcada! É uma possibilidade de conhecer uma cidade pela ótica de seus habitantes, frequentar os locais que eles costumam ir e não pelas indicações do pacote da agência, que muitas vezes é uma grande roubada!

Pode dar errado? Claro que pode! Mas aquele hotelzinho que parecia incrível no site, pode ser bem diferente ao vivo e ter um cheiro de mofo terrível. Então, se você quiser se aventurar na próxima viagem experimente o Couchsurfing, quem sabe você não divide os dias em uma cidade entre um hotel e um sofá? Além de economizar, provavelmente você irá conhecer muito mais que os pontos turísticos de uma cidade.


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Imagine um protesto feminista comandado pelas tops Cara Delevingne, Georgia May Jagger e Gisele Bündchen?! Foi o que aconteceu hoje no encerramento do desfile da Chanel, no Paris Fashion Week. Modelos desfilaram no Grand Palais, bairro francês marcado por protestos em favor dos direitos das mulheres, com cartazes e megafones defendendo causas feministas.

@matthewschneier
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@shionat
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@stefanogabbana
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@womensweardaily
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@catmcneil
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Muitas vezes admiramos um determinado designer, compramos produtos deles, mas não sabemos nada sobre sua história de vida. Vamos aproveitar a oportunidade para conhecer um pouco mais sobre Manolo.

Ele nasceu em 1943 nas Ilhas Canárias. Filho de mãe espanhola e pai tcheco, Manolo foi criado em meio a plantações de banana. Isso mesmo! Abandonou os estudos em Genebra, Suíça, em 1968, para ir para Paris, e trabalhou como fotógrafo do Sunday Times em Londres. Numa visita à editora da Vogue, na época Diana Vreeland, ela sugeriu que ele investisse nos sapatos, mas que fossem tão interessantes quanto aos que ele usava. E Blahnik seguiu o sábio conselho. Em 1972 ele lançou sua primeira coleção e não parou mais. Sarah Jessica Parker, Paloma Picasso, Madonna, são apenas algumas das celebridades que fazem parte da longa lista de apaixonadas pelos acessórios criados pelo famoso designer espanhol.

Por nossa colaboradora Andrea Fraguas que visitou a Exposição Manolo Blahnik - 40 Anos de Glamour na loja Du Printemps em Paris.


A marca francesa Zadig & voltaire é a prova de que a atitude rock’n'roll na hora de se vestir nem sempre está ligada somente à cena fashion londrina. Paris é o berço da marca, que se consolidou no mercado europeu como difusora de um estilo que une o que há de mais contemporâneo – em refinados tecidos e matérias primas – a um visual “podrinho”, tudo em um formato très chic que é a cara das francesas, conhecidas pelo mundo por seu glamour despretensioso.

Por Bruna Vallejos


Vintage, romântico e nostálgico o trabalho do artista francês Pierre Mornet. Com seus tons característicos, além de exposições em Paris já fez trabalhos para marcas como Kenzo, em uma edição limitada do perfume FlowerByKenzo, e capas de livros.