Um dos lugares que o Ameixa mais gosta para comer, beber e curtir a vista é o restaurante Topo do Mundojá falamos dele aqui, lembra?

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A gente foi no dia do lançamento da ótima cerveja artesanal 040 e ela caiu super bem para terminar a tarde. Aprovadíssima!

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Deliciosas brusquetas e quadradinhos de queijos foram nossas escolhas para a tarde de sábado.

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Gente, e nessa época do ano, o que parece impossível, acontece: o pôr do sol visto de lá consegue ficar ainda mais lindo! As pessoas param para ver as mudanças das cores do céu e não tem como ficar indiferente mesmo a tanta beleza.

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Outra dica para quem curte o Inverno e todas as delícias dele, como comer fondue! O Topo do Mundo é um lugar perfeito para a combinação frio + fondue e as opções de fondues do cardápio são deliciosas.

 

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Fondue de carnes ao vinho. Maravilhoso!

 

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Batata, pãozinho e couve-flor para fondue ao queijo e frutas + marshmallow para fondue de chocolate

 

 

 

 

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 Aconchego para curtir com amigos ou com namoradx. :)

 

Topo do Mundo

Estrada da Serra, s/n – Serra da Moeda
Piedade do Paraopeba – Brumadinho/MG (como chegar)

Quarta a sábado – 12h (meio dia) à 01h
Domingos: 12h (meio dia) às 19h

Informações: (31) 3575-5545 / 8771-288

 

FOTOS: OSVALDO CASTRO


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A Maria-Fumaça que circula entre São João del-Rei e Tiradentes ganhará novos horários durante o Carnaval. As saídas extras buscam atender a demanda de turistas e foliões nas tradicionais festividades das cidades históricas. O trem proporciona um passeio imperdível para quem deseja aproveitar os dias de folga viajando pela história e cultura de Minas Gerais.

A Maria Fumaça que faz o trajeto entre as cidades do Campo das Vertentes é uma das poucas locomotivas a vapor no mundo que ainda rodam em bitola de 76 cm. No passeio de 12 quilômetros, a composição, com capacidade para transportar até 280 passageiros, passa pela antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM). Cada percurso dura cerca de 50 minutos.

A rota foi inaugurada em 1881 por D. Pedro II, cruzando rios, montanhas e estações que preservam a arquitetura do século XIX. No trajeto é possível avistar belas paisagens, como o Rio das Mortes e a Serra de São José, área de preservação ambiental também conhecida como Serra de Tiradentes.

A estação de São João del-Rei é uma atração à parte. No prédio, também construído no século XIX, funciona o Museu Ferroviário inaugurado em 1981, ano do centenário da Estrada de Ferro Oeste de Minas. O acervo reúne objetos que contam a história da ferrovia no Brasil e na região, como a EFOM nº 1, a primeira locomotiva da ferrovia. Pela riqueza de materiais, o Complexo Ferroviário da Estrada de Ferro Oeste de Minas é um dos maiores do Brasil.

Um dos principais atrativos da região, a locomotiva a vapor roda normalmente nas sextas-feiras, sábados e domingos. Desde 2001, a Ferrovia Centro Atlântica (FCA) é responsável pela manutenção e operação das estações de São João del-Rei e Tiradentes. Somente no ano passado, mais de 135 mil pessoas visitaram a estrutura histórica.

Quadro de horários

Durante o Carnaval, a locomotiva a vapor partirá de São João del-Rei e Tiradentes nos seguintes horários:

Sexta – 05/02
São João del-Rei: 10h e 15h
Tiradentes: 13h e 17h

Sábado – 06/02
São João del-Rei: 10h e 15h
Tiradentes: 13h e 17h

Domingo – 07/02
São João del-Rei: 10h, 12h, 14h e 16h
Tiradentes: 11h, 13h, 15h e 17h

Segunda-feira – 08/02
São João del-Rei: 10h, 12h, 14h e 16h
Tiradentes: 11h, 13h, 15h e 17h

Terça-feira – 09/02
São João del-Rei: 10h e 13h
Tiradentes: 11h e 14h

As tarifas do passeio custam R$ 50 somente ida e R$ 60 para ida e volta. Estudantes, crianças de 6 a 12 anos e adultos com mais 60 anos têm direito à meia entrada. Mais informações sobre a Maria Fumaça em São João del-Rei/Tiradentes: Tel. (32) 3371- 8485 / www.trilhosdeminas.com.


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Mendoza é um dos 24 estados federais que integram à República Argentina, e seu território está dividido em 18 departamentos. A capital da província é a Cidade de Mendoza, localizada ao oeste da República Argentina, ocupando uma superfície de 150.839 quilômetros quadrados. Mendoza é um território composto por montanhas e vales, situado no meio da Cordilheira dos Andes. Possui clima seco e 1.200 vinícolas.

Ao escolher esse destino para viajar, deve-se pensar em duas coisas: vinho e neve. Com o título de Terra do Sol e do bom vinho, a região é o centro viticultor mais importante da América do Sul, produzindo anualmente cerca de 10 milhões de hectolitros de vinho. Suas lindas bodegas recebem visitantes para degustações nas instalações do Valle Central (composto pelos municípios de Godoy Cruz, Guaymallén, Maipú e Luján de Cuyo). O clima seco da região e seu solo de excelente qualidade fazem a produção de uvas como Malbec, Cabernet Sauvignon, Tempranillo e Chardonnay – tão apreciadas no mundo inteiro.

Em Mendoza é possível fazer visita guiada aos vinhedos, percorrendo os chamados “Caminhos do Vinho”. Os visitantes irão se deparar com bodegas tradicionais e centenárias, algumas ainda artesanais, e outras mais tecnológicas. A região é responsável pela produção de 70% dos vinhos e das vinícolas argentinas. Com os “Caminhos do Vinho”, Mendoza chama o turista para aprender a diferença entre os tipos de uva e saber diferenciar um sabor do outro. É lá que se percebem os diferentes aromas dos vinhos e se acompanha toda a sua produção.

Segundo alguns especialistas em vinho, não é preciso conhecer todas as bodegas: três, no mínimo, e cinco, no máximo. Há vários programas que incluem até oito visitas a bodegas. Há diferença entre elas, mas não muito relevantes. Variam basicamente no modelo de produção, artesanal ou com avançadas tecnologias. O processo é sempre o mesmo: a colheita, a separação, a retirada do suco, o amadurecimento, o envelhecimento e o engarrafamento.

Mendoza possui também histórias de seus vinhos, vale a pena conferir o museu do vinho “San Felipe”. Segundo o site mendoza. travel, as visitas são gratuitas desde que não haja degustação. Não tem como falar de Mendoza e não citar um dos seus maiores símbolos – o Cerro Aconcágua, com os seus imponentes 6.962 metros de altura.

COMO CHEGAR:

Sem voos diretos do Brasil, é preciso fazer conexões em Buenos Aires ou Santiago para chegar a Mendoza de avião. O Aeroporto Internacional Francisco Gabrielli – El Plumerillo fica perto do Centro, a cerca de 10 quilômetros. As estradas são boas e uma bela pedida é fazer o percurso a partir da capital argentina de carro, pela Ruta 7, num trajeto de 1.049 quilômetros. O caminho mais bonito, porém, é a partir de Santiago, no Chile, cruzando a Cordilheira dos Andes. São 360 quilômetros, feitos em uma média de seis horas.
O que está esperando? Programe já sua viagem para Mendoza! Enquanto espera por Mendoza, deguste seus divinos sabores!

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Como íamos conversar sobre Mendoza, a Casa Rio Verde enviou alguma dicas de vinhos de Mendoza. Confiram:

Renacer Punto Final Malbec (etiqueta negra) - ótimo custo benefício – R$44,90, considerado Best Buy pela Wine Spirits – vinícola Renascer foi certificada com o selo Carbon Neutral, pela preocupação com o meio ambiente.

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FINCA EL Origen Malbec ReservaR$44,87 – médio corpo, acidez equilibrada, para ser harmonizado com carnes vermelha

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Finca El Origen Gran Reserva Cabernet Sauvignonpode ser comprado até sábado, dia 05/10, com 30% de desconto na promoção Vinhos da Semana (ou seja de R$109,90 ele sai a R$76,93, mas só até sábado); um cabernet com tudo que tem direito, muito corpo, pelo menos 18 meses em madeira em barril de carvalho francês, marcante, persistente, mas muito elegante.

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Valle Las acecquias Malbec OAK 2007 – este Malbec recebeu 91 pontos do crítico Robert Parker – Preço R$61,90

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Por hoje é só, pessoal! Au revoir! Salut!

Ana Salles é Relações Públicas, curte moda e cinema, tem um relacionamento sério com o Vinho e um pezinho no marketing e outro na cozinha.


Uma viagem por 11 países em 44 dias, 18 vôos e ao todo 61.000 km. Os sortudos foram Rick Mereki, Andrew Lees e Tim White, pela agência STA Travel, da Austrália. Da experiência vieram os incríveis vídeos MOVE, LEARN e EAT.

MOVE from Rick Mereki on Vimeo.

LEARN from Rick Mereki on Vimeo.

EAT from Rick Mereki on Vimeo.

Dá ou não dá vontade de fazer o mesmo agora?